Trovão Hoje tá um dia maneiro, tranquilo, tudo na paz. Graças a Deus. O baile tá indo tudo nos conformes. A quadra já tá toda pronta, botei até Orochi pra tocar — comigo é assim: se não for pra fazer o bagulho bom, eu nem faço. Planejei tudo certo desde a semana passada. Investi uma grana aqui, mas tenho certeza que o lucro vai ser grande pra c*****o. Eu não, né, meu coroa? Eu organizei o bagulho e espero que dê resultado. Rato: — Tá ficando f**a o baile, Trovão. — olho pra ele, que chega perto de mim. Trovão: — Tô ligado. — ele pega o baseado da minha mão — Qual foi, c*****o? Faz um pra tu, p***a. — falo com ele, puto. — Filho da p**a, p***a. Rato: — Mó preguiça. — pega o isqueiro do bolso e acende, colocando na boca. Eu olho pra ele e nem enxergo, papo reto. Trovão: — Só não te mat

