capítulo 28

1089 Words
Cristina hoje meu menino completa 6 anos,olhando ele enquanto dorme,passa um filme na mente,como eu fui manipulável, como eu era h******l,esnobe, ingrata,soberba,estúpida, após o que aconteceu com minha mãe ,tentei continuar como se nada tivesse acontecido,mais foi impossível a cada disque olhava para o Paulo e a vida que eu levava com ele ,as coisas foram se tornando insuportáveis,ele vivia me traindo,sumia por dias sem dar notícias,cheguei a apanhar de um agiota por conta dos rolos dele,e ao meio esses rolos conheci o Carlão,Paulo foi pago para m***r ele,mas eu estava com tanta raiva ,que consegui encontrar esse tau de Carlão,e falei o que estavam planejando contra ele,pois bem ele mandou dar uma baita surra no Paulo,cancelou os negócios com o "manda chuva" e ainda matou o cara que me espancou,em um momento de desespero e medo do Paulo fazer algo contra eu ,peguei minhas coisas e fui embora com Carlão,sim ele era bem mais velho que eu ,mais me deu casa ,amor ,uma família menos de um ano meu Bruno nasceu ,ele é lindo feito o pai ,mas espero de coração que seu caráter não seja nada parecido,5 anos após o nascimento de Bruno engravidei novamente e hoje tenho uma linda bebê de 1 anos Alessandra,loirinha tudo sorridente ,Bruno tem um amor pele irmã ,vendo os dois,me bate uma saudade do João,de quando éramos crianças,não tínhamos nossas diferenças,muda! mudou quando conheci o Paulo,mais graças a deus não o vejo mais desço incidente na confeitaria,ele acabou esbarrando com Bruno e conversam ,quando vi aquela cena ,meu coração disparou,fui como uma leoa em cima do meu filho para proteger ,agora te entendo minha mãe,tarde mas intendo,sempre foi amor o que a senhora me deu ,pena eu só percebe anos após sua morte e depois de passar por altos e baixos na vida ,todo ano no aniversário de sua morte eu vou em seu túmulo e deixo flores ,algumas vezes via de longe João e Ana, coincidência ou não Bruno nasceu na msm data da morte de nossa mãe ,antes dele acordar eu fui até o túmulo dela ,deixar minhas flores e chorar e pedir perdão por tudo q a fiz em vida,porém hoje não vi João nem Ana,voltei para casa fiz um belo café da manhã para o meu amor e aqui estou a velar seu sono,meu amor ,quem diria que eu precisaria gerar em meu ventre um menino para descobrir o significado de amor. Uma semana após o aniversário de Bruno fui com ele as comprar coisa que ele adora é andar bem vestido,e na volta passaríamos perto do cemitério,então descido o levar e de alguma forte o apresentar a sua avó, Paramos em frente ao túmulo,me abaixo ficando na sua altura. Cristina - Meu amor,eu gostaria que você tinha a conhecido ainda em vida,mesmo ela não sendo minha mãe de sangue,voce me faz lembrar muito dela,sua determinação em tudo que faz,seu jeito de se importar com os outros,tudo que um dia eu desprezei nela você se ensinou a admirar.essa é sua Avó Regina minha mãe ,ele faleceu um ano antes de você nascer Bruno - mamãe ela morreu no mesmo dia e mês que eu nasci ? Cristina - sim meu amor,no dia do aniversário de morte da minha mãe você nasceu;digo com os olhos cheios de lágrimas,ele que abraçou forte . Bruno - eu vou cuidar de você como a vovó cuidava mamãe . Ficamos mais um tempo ali. Cristina - já está ficando tarde ,vamos Bruno - tchau vovó,pode deixar que eu vou cuidar muito bem da mamãe .ele diz e da um beijo na foto dela. - Cristina! Ao ouvir essa voz meu coração gela,fico sem reação,saio do transe que a cena de ver Bruno conversando com minha mãe me causou,me viro e ali está ele ,mais velho barba por fazer,parece cançado ,não tem mais aquele brilho no olhar de quando criança,esta um homem feito -o que você faz aqui Cristina?quem te deu permissão pra chegar perto do túmulo da minha mãe Bruno - quem você pensa que é pra falar assim com a minha mãe . - mãe? Deveria ser proibido certas pessoas de por filho no mundo . Bruno - respeita minha mãe se não ... Cristina - Chega Bruno! digo entrando em sua frente, e automaticamente,ficando cara a cara com João, Cristina - vamos embora meu filho; pego em sua mão e seguimos para a entrada do cemitério,ando sem olhar para trás ,mais Bruno continua a olhar ,até eu o chamar atenção . Bruno - quem é aquele homem mamãe,não gostei dele,porque não deixou eu bater nele ,papai me ensinou ,eu ia acabar com ele. Cristina - obrigada meu amor por me defender,mais não acha que ele é muito grande para você não ? Bruno me olha com uma cara brava e n**a com a cabeça. Estamos saindo do cemitério quando o zelador vem correndo até a gente entregando minha bolsa que acabei esquecendo no túmulo da minha mãe ,com a surpresa de ficar cara cara depois de anos com João,acabei a esquecendo . - Senhora ! A sua bolsa. Cristina - Muito obrigada! Que cabeça a minha,toma em forma de agradecimento,tira um quantia da carteira. - não não capaz ,senhora só fiz o certo,e se não fosse o rapaz que chegou no túmulo logo que vocês saíram eu não teria visto . Cristina - mesmo assim aceite ! Afinal uma mulher sem sua bolsa não é nada,carregamos o mundo nessas coisinhas,digo e damos risadas. - senhora ! Me desculpe me intrometer,mais eu vi o que aconteceu lá no túmulo da senhora Regina,e estou a anos aqui sempre vejo vocês na data do falecimento dela,vocês são os filhos dela né? Olho para Bruno que está a me encarando com um olhar de curiosidade. Cristina - sim ! Me limito a responder . - sinto muito pelo que aconteceu com seu irmão ,imagino a dor que é perder a mulher na mesma data que a mãe um dia faleceu . Me espanto com a descoberta,por isso ele não veio aquele dia . Cristina - pois é nem toda família é perfeito todas tem seus altos e baixos. - verdade ! Mais graças a Deus os bebês nasceram bem e saudáveis. Cristina - sim ! Graças a Deus os bebês estão bem ; bom obrigada novamente,e aceite de coração,e por cuidar tão bem do túmulo de minha mãe; diga apertando sua mão enquanto coloco o valor ,ele agradece com um sorriso,e sigo para fora com Bruno entramos no carro e vamos para casa .
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD