Capítulo 30

847 Words
Cheguei em casa já era madrugada,as crianças foram dormiu na casa dos pais da Ana,já que hoje eu não teria hora para voltar,quando chego em casa vejo a porta dos fundos que dá para o quintal está aberta e a luz de fora ligada, já até imagino quem é. João : chegou rápido ! Bene : e você demorou ! João : hoje foi corrido ,então pode começar a contar,o porq de vir pra cá ! Bene : ela é minha filha ! Um silêncio se fez mais profundo que o silêncio da madrugada. João : sua filha ? E porq ... Bene : a mãe dela a abandonou quando ela nasceu e sumiu no mundo,e nessa época eu namorava sua mãe ,sua mãe se encantou nela de cara,eu morava com a minha coroa ,aí eu preso minha coroa ficou m*l nesse tempo e sua mãe cuidava a Cris ,quando sai deu todo aquele rolo, seu pai surgiu na parada,sua mãe se encantou no crente engomadinho,a Cris sentiu muito a falta dela ainda mais depois que a minha coroa morreu ,eu não sabia nem me vira como ia cuida de uma menina de um ano que dependeria de mim pra tudo,nos seus pais eu vi a família que eu não poderia dar para Cris ,eles já estavam casados com a vida feita,aí eu pedi pra sua mãe cuidar dela como se fosse nossa filha,ou melhor filha deles ,seu pai reclamou no começo queria terminar com sua mãe ,mais aí veio você e eles ficaram de boa,mais eu sempre soube da minha menina,sua mãe nunca quis minha ajuda financeira,orgulhosa igual você,a Cris era dela e do marido falecido então não teria porq aceitar meu dinheiro sujo segundo ela . João : até depois de morta Dona Regina me surpreende! Bene : sua mãe era perfeita em todos os sentidos,alma ,coração ,compaixão ,na minha falta ela cuidou da minha única família ,na falta dela eu queria cuidar da família dela ,vocês 3 ! João : mais porq nunca apareceu pra Cristina? Depois que a mãe morreu,ela foi mora com aquele cara ! Bene : medo ! E ela não sabia que não era filha deles até a morte da Regina,e eu sempre soube tudo que acontecia com ela ,e por fim ela mesmo sendo doida da cabeça se deu bem na vida até agora pelo menos ! João : e os filhos dela,afinal são seus netos . Bene: eu os conheci,mais me apresentei como um amigo do pai deles,eles vão morar com a mãe do Carlão,já descolei uma casa descente pra eles,o Carlão vivia uma vida de rico enquanto a mãe mendigava ,filho da p**a,ela é uma boa senhora já andei sondando a vizinhança,digamos que ela e uma versão mais velha da bondade da sua mãe ,então eles estariam bem cuidados .e eu me prontifiquei a ajudar eles financeiramente até a menina ficar maior de idade . João : Obrigado! Bene : qual foi mané , Agradecendo pelo o que ! João : por de alguma forma cuidar dos filhos dela, confesso que a hora que o Renan falou de dar suporte a eles eu queria esfolar ele vivo de raiva,a melhor pra eles seria a mãe e não um valor todo mês . Bene : é ele vacilou legal . João : você vai no enterro dela ? Bene : sim ! E você ? João : não sei se devo ! Bom vou ir tomar um banho é dormiu que o dia não foi fácil ,boa noite Bene , Bene : Boa noite ! na manhã seguinte,João falou que não iria,por questões de trabalho que tinha uma cirurgia importante e não poderia trocar e tau,sei que ele estava mentindo ele poderia sim trocar,afinal totos no hospital já sabiam que era irmã dele,no velório caia um garoa fina,os filhos da Cristina estavam com a dona Conceição,o menina estava sério olhando para o caixão,boa seus olhos cheios d'água,mais ele se mantinha firme,a menina estava no colo da água,essa coitado não entendia nada,me aproximei deles,o menino me olhou e aí sim vi uma lágrima escorrer de seus olhos,coloquei minha mão sobre seus ombro,ele voltou a olhar o caixão ,eu levantei minha cabeça e de longe vi o João ele estava de óculos e boné ,mas eu sabia que ele ela,dei um sorriso,mesmo sendo um dia triste a minha menina se foi,me arrependo todos os dias por não ter convivido com ela,meus netos aqui e não posso falar nada para o bem deles,são pequenos ainda não quero prejudicar eles ,e tenho total consciência que a dona Conceição é a melhor pessoa para ajudar eles,mas nunca vou os desamparar,afinal eles são sangue do meu sangue também,mas atarde foi o enterro,ali o menino chorou chorou tanto que foi impossível,eu fui até o caixão e o tirei de cima ,enquanto os coveiros jogavam as terras eu abracei tão forte mais tão forte aquele pia,que mais um pouco ele ficava sem ar ,não queria largar ele,eu não vi a minha menina crescer,o que eu sabia dele era as coisas que o Antonio me contava .
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