episodio 5

1462 Words
Juefeng revirou os olhos, bufou por receber ordens, e correu rapidamente por medo de acender ainda mais a raiva de seus pais. Mei ignorou a atmosfera escaldante, e a tensão raivosa apontou em sua direção e se concentrou no chão de mármore. Ela estava contando os minutos até que essa tortura acabasse. O corredor era grande, largo e bem iluminado pelas grandes janelas voltadas para o sul na frente da entrada se não fossem todas as suas más lembranças neste lugar, seria um lindo lugar para se viver. Grande opulento com decoração elegante. Sua família era rica o suficiente para ser importante de qualquer maneira. Seus nervos já estavam desgastados enquanto eles estavam lá assistindo o relógio tiquetaquear lentamente. Seus convidados chegariam a qualquer segundo, e seu coração estava batendo atrás de suas costelas em antecipação. Esperando os primeiros momentos de encontrar seu destino e se amarrar à família Leng em um futuro próximo. Ela passou a noite passada sozinha, depois de voltar aqui, navegando na internet para mais confirmação de que Eiko poderia ser Yoonie afinal, e desistiu. Ela não podia mais suportar a dor em seu coração por atiçar brasas de memórias indesejadas. Ela teve que esquecer naquela noite o que o beijo e as palavras dele fizeram com sua alma. Era tudo mentira, e talvez ele apenas se parecesse com ele, e era apenas uma coincidência que ele fosse tão parecido com ele – o destino provocando-a com suas velhas cicatrizes. As chances de ele ser Yoonie em uma população do tamanho da China eram pequenas. Yoonie nem a conheceu em Xangai, mas em Pequim. A trezentos quilômetros daqui. Muitas vezes ela se perguntava o que ela fez de errado em uma vida anterior para atrair tantas coisas ruins em seus curtos anos neste planeta, e isso criou uma personalidade tranquila que suportou muito mais do que qualquer outra teria. Mei foi reprimida por tanto tempo que ela não sabia mais como revidar ou se defender. Ela se tornou uma concha vazia e receptiva que nunca falou sobre os maus-tratos que recebeu e, em vez disso, aceitou graciosamente com pouca emoção. Dizia-se que ela havia sido esmagada em uma sensação de nada, e seu coração não sabia mais como voar. Como agora, esperando pacientemente para ser vendido em nome dos negócios. Nenhum pensamento para recusar, porque ela sabia que seu pai só tornaria sua vida pior do que antes. Não houve nenhuma reação óbvia a isso na superfície, já que seus sentimentos não importavam. Ela sempre soube que era uma prisioneira da família Lee, um objeto com o qual eles iriam lucrar um dia. O que ela poderia fazer se não obedecer? Ela não tinha nada e nenhum lugar para ir que seu pai não iria persegui-la e puni-la. Ao longo dos anos, ele não teve escrúpulos em espancá-la, trancá-la em seu quarto ou descontar sua raiva nela quando julgasse necessário. Ela era o saco de pancadas da família, tantas vezes, de tantas maneiras. A campainha tocou alto, e todos ficaram atentos, nervosismo instantâneo à mostra. Endireitando as posturas, alisando as roupas e colocando sorrisos em seus rostos enquanto Juefeng voltava derrapando com as mãos vazias. Um olhar de desdém em seu rosto irritantemente bonito. Seus olhos escuros brilhando com malícia.-Eu não tinha nada. Ela zombou do jeito de Mei e deu de ombros para seu pai como forma de um pedido de desculpas. Uma mentira clara. Ela queria que Mei se destacasse e ficasse envergonhado por sua falta de ostentação. Sua roupa simples que Juefeng considerou indigna. Ela sorriu que estava vestida de forma muito mais proativa e atraente do que sua irmã mais velha. Ela se perguntou se o jovem mestre se apaixonaria por ela à primeira vista e imploraria para trocar os dois, embora ela não tivesse intenção de ser amarrada tão jovem. Ela tinha sua escolha de homens, mas ela ainda gostava que eles a perseguissem. O mordomo abriu a porta, e a multidão de três de Leng foi recebida calorosamente pela família Lee em toda a sua glória. Eles estavam em posição de sentido e ansiosos para mostrar seus respeitos. Uma presença impressionante enquanto eles se amontoavam na grande a******a e entravam como se fossem donos da sala ao seu redor. Cada um era intimidador em seu próprio jeito bonito, claramente da mesma família, e era alto e forte apesar das idades diferentes. Mei foi empurrada para trás por sua madrasta, com uma cotovelada dura para trás enquanto cumprimentavam os recém- chegados e os conduziam para dentro. Sua mãe os cumprimentou com entusiasmo verbalmente com um movimento rápido de corpos como uma onda perfeitamente sincronizada. De alguma forma, ela se viu atrás dela como uma criada, e ninguém a notou em meio ao murmúrio de conversas e cumprimentos. Mei não conseguiu vislumbrar adequadamente e foi tratada como uma convidada indesejada em uma casa que ela tinha conhecido como sua casa. Seus pais acariciaram e bajularam os recém-chegados e os levaram para a sala de estar, ignorando-a completamente, onde comida e café estavam fartamente servidos para esta reunião. Juefeng estava em cima de um dos homens do grupo antes de Mei, agarrando seu braço e agindo de forma provocativa e recatada. Sua voz estridente soava infantil enquanto ela flertava, ria alto de uma maneira dramática de algo que ele disse, e seu pai lançou-lhe um olhar zangado que a deixou correndo para se sentar. Obviamente, este era o noivo, e sua irmã estava fazendo um jogo para ele mostrar o quanto ela era mais digna do que Mei. Ela adorava seus joguinhos. Mei serpenteava para trás, suspirando pesadamente com a óbvia falta de vergonha de Juefeng, nunca capaz de se comportar na presença de homens bonitos. Juefeng era um pirralho mimado e egoísta. Às vezes, sua irmã a enojava com sua arrogância, mas ela nunca verbalizava isso. Os olhos de Mei estavam fixos no chão, como ela estava acostumada a fazer quando estava em casa e caminhou para as costas de uma figura escura repentinamente parada por acidente. Ela estava distraída com seus pensamentos e tolamente desajeitada para fazer uma coisa tão boba. Batendo sua testa contra uma massa sólida que assustou uma reação dela. -Ai! Ela murmurou baixinho e deu um passo para trás em alarme, curvando-se ligeiramente para a pessoa com quem ela colidiu. Um pedido de desculpas em seus lábios quando o calor ultrapassou seu rosto e pura vergonha a invadiu. Suas bochechas estavam corando com sua falta de jeito e sabendo que seu pai ficaria louco com ela por isso. -Menina estúpida, vá se sentar. Seu pai a amaldiçoou antes que ela tivesse a chance de falar, e ao levantar o queixo, foi recebida com o rosnado gelado de sua vítima. Ele se virou para ela irritado e franziu a testa para ela com penetrantes olhos verdes sob as sobrancelhas franzidas. Era Eiko Leng, e tão perto, aquecendo-se na beleza pálida de seus olhos, uma carranca se formou em seus lábios esculpidos que de alguma forma realçava sua masculinidade, ela parou de respirar. Parecia que o mundo tinha parado de girar completamente. Coelho nos faróis ou uma pequena presa indefesa presa nas garras de um caçador preciso e experiente. Sua proximidade, seu cheiro familiar carregado de memórias antigas, e a maneira como ele se elevava sobre ela em sua forma forte, arranhando interlúdios esquecidos. Algo sobre ele recuou a noite da pista de dança e cimentou uma imagem dele oito anos atrás bem ali em sua cabeça. Tinha que ser ele. Isso era mais do que apenas uma semelhança, ou pensar que ele compartilhava pequenas semelhanças. Sua presença inteira, a aura senhorial de um rico mestre de uma família poderosa que ela sentiu naquela noite, embora nunca tenha perguntado a ele. Seus olhos estavam comendo sua alma, sob sobrancelhas escuras e retas, que uma vez a capturaram em uma pista de dança da mesma maneira. Essa linha do queixo enfraqueceu seus joelhos e quase a fez balançar em reação antes e novamente agora quando encarada em carne e osso dessa maneira. Ela nunca esqueceria como ela estremeceu na presença dele quando ele se aproximou dela e roubou a respiração de seus pulmões. Muito parecido com o que ele estava fazendo agora. -Você pode ir se sentar? Eu não gosto que você fique muito perto de mim. Seu tom gelado e p************s inesperadas a fizeram piscar de volta em choque. O comando hostil perfurou seu coração, jogando-a de volta à terra e à realidade, e ela gaguejou por um segundo como se não o tivesse ouvido corretamente. -Par... Perdão?.Ela agiu como uma tola s*******o que havia esquecido como ouvir, e isso só pareceu puxar uma expressão mais irritada dele. Tornando seu sangue frio e deixando-a afligida com tantas emoções misturadas.
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