“O que ele queria?” perguntou Vera assim que Luana abriu a porta.
“Não sei, não entendi o que disse e quando fui perguntar a amiga dele gritou comigo”.
“Como assim?” .
“Assim do jeito que te falo, estávamos conversando, ele fez perguntas estranhas e quando quis entender a amiga dele veio em minha direção e gritou, sem pensar rebati gritando também e ainda humilhando a menina”.
“Mas se ela gritou primeiro, a culpada não é ela.”
“Não é sobre a pessoa que ela é e sim sobre a que eu sou, não sei explicar, mas sinto diferente.”
Luana sentou na ponta de sua cama, segurou o travesseiro o pressionando contra o peito enquanto respirava fundo e tentava conter as lágrimas de arrependimento e tristeza que molhavam sua linda pele.
“Ei” chamou Vera sentando ao seu lado e tentando a abraçar “É normal esse sentimento estamos longe de casa e pela primeira vez somos as responsáveis por nós mesmas, é normal sentir medo e é errando que se aprende, fica calma é nosso segundo dia ainda”.
“É engraçado, porque planejei a vida toda ter a liberdade que tenho agora, mas tudo que quero é o abraço da minha mãe”.
As duas amigas, Luana e Vera, sentiam uma conexão profunda e calorosa entre si. Luana experimentava um sentimento tão intenso que motivava Vera a sentir tristeza pela distância que as separava de suas mães. Elas decidiram então ligar para suas mães, buscando conforto e proximidade através da conversa.
Após a emocionante ligação, as duas amigas perceberam o tempo se esgotando e correram para o chuveiro do vestiário. Tinham um compromisso importante: um encontro para a primeira noitada. Elas estavam ansiosas para aproveitar a ocasião e não queriam perder tempo esperando pelo chuveiro, temendo que o local ficasse cheio.
Com a determinação de aproveitar a noite ao máximo, Luana e Vera seguiram apressadas para o chuveiro, prontas para se prepararem e se arrumarem para o evento especial que as aguardava.
Enquanto se dirigiam ao chuveiro do vestiário, Luana e Vera conversavam animadamente sobre suas expectativas para a noite. Ambas estavam cheias de energia e empolgação, ansiosas para criar memórias inesquecíveis juntas.
Ao chegarem ao vestiário, notaram que ainda havia algumas pessoas lá, mas conseguiram encontrar um espaço disponível para usar o chuveiro. Com agilidade, elas se revezaram para garantir que ambas tivessem tempo suficiente para se arrumar adequadamente.
Luana escolheu uma calça jeans bem apertada que marcasse o quadril, tinha comprado e um croop com um decote, deixando os s***s médios um pouco a vista, colocando uma jaqueta jeans por cima, ela nunca tinha se vestido assim, mas sempre desejou ser sexy e atraente, aproveitando a oportunidade de poder ir comprar roupas sem sua mãe e ousando e inovando. Era estranho ver seu seio exposto e o umbigo também, passava a sensação de nudez.
“Se for usar”, disse Vera sorrindo, “tem que fingir que não incomoda ou coloca algo que realmente não incomode.”
Luana olhou para Vera, estava vestida com um vestido preto curto, segurando na mão uma bolsa que combinava com ele, ela estava linda, as duas tinham acabado de se conhecer, mas era obvio que Vera era confiante e segura de si. Sua roupa combinava perfeitamente com seu corpo, ela era morena seu cabelo cacheado e volumoso contornavam seu lindo rosto redondo, devia medir um e sessenta, tinha curvas largas e s***s e bumbum fartos, o vestido valoriza as pernas roliça, Vera estava linda.
Elas compartilhavam dicas e elogios, ajudando uma à outra a se sentirem confiantes e radiantes, Vera convenceu Luana de colocar um par de brincos e passar um batom claro.
Após finalizarem seus preparativos, as duas amigas se olharam no espelho, satisfeitas com o resultado. Estavam prontas para a noitada e se sentiam mais unidas do que nunca. Sabiam que, mesmo com a distância física de suas mães, tinham uma conexão especial uma com a outra, capaz de preencher parte desse vazio emocional.
Com sorrisos no rosto e corações cheios de expectativa, Luana e Vera saíram, prontas para aproveitar ao máximo o encontro que as aguardava. Juntas, enfrentariam qualquer desafio e criariam lembranças duradouras em uma noite que prometia ser memorável.
Elas desceram cedo, mas viram de longe Gerson se aproximando e acenando, trazia consigo um rapaz bonito que deixou Vera animada. Eles se apresentaram e seguiram animados para um barzinho perto do campus, todos eram novos no lugar e não conheciam muitas pessoas, Gerson no entanto contava que conhecia a região porque não morava muito longe dali e que ficaria no campus apenas para fugir dos pais.
Os quatros seguiram animados para o bar compartilhando o que desejo em comum que tinham de viver sem os pais em suas colas, riam contado momentos constrangedores e se davam bem.
No bar Luana revelou que ninguém em sua família consumia bebida alcoólica sendo algo proibido, mas que para brindar aquela noite iria experimentar. Assim eles escolheram um barzinho movimentado, com uma máquina de música que as pessoas pagavam, escolhiam e se divertiam, o lugar estava movimentado, era bem dividido, tendo um grande balcão de madeira para os solitários, encostado no bar, nos fundos uma grande área com duas mesas de sinucas, no outro lado uma área com diversos jogos e ainda uma parte com a máquina de música com pista de dança e outra parte cheia de mesas e cadeiras para aqueles que como eles queriam sentar e conversar.
Luana combinou com Vera que só beberia o que ela indicasse e pararia quando falasse, logo as risadas ficavam mais altas e a i********e fluía melhor, sem perceber já sentavam em casais.
Vera sentia vontade de ir ao banheiro e chamou Luana, ambas foram e Luana ficou do lado de fora esperando a amiga porque estava cheio.
Luana sentia destorcido o odor sexy e evolvente do rapaz de mais cedo, mas não o via, achava que era efeito da bebida sendo surpreendida por ele quando pegou em seu braço.
“Por que está fazendo isso?” Perguntou ele olhando firme nos olhos dela.
“Você me deve desculpas”. Respondeu ela puxando o braço.
“Sabe que não pode sair com ele, porque é tão inconsequente? Vai se prejudicar!
“Do que está falando?” perguntou Luana sem o entender.
“De você, não deveria agir assim, é melhor do que esses”.
“Você é tão melhor o que faz aqui?”.
O rapaz não quis dizer que estava de olho nela porque Luana o fascinava de forma intensa e desde o primeiro dia que atinha visto não conseguia pensar em outra coisa senão nela.