O que aconteceu entre eles naquela noite não precisou de pressa, nem de palavras grandes. Foi construído em silêncio, em cuidado, em atenção. Olyver conduziu tudo com uma delicadeza que Alice nunca tinha conhecido. Cada gesto era pensado, cada movimento vinha acompanhado de um olhar atento, como se ele estivesse sempre perguntando — mesmo sem falar — se estava tudo bem, se ela queria continuar, se se sentia segura. E Alice se sentia. Sentia-se vista. Respeitada. Desejada sem ser pressionada. Ele começou devagar, como se o tempo tivesse desacelerado só para os dois. As mãos dele não tinham urgência, apenas intenção. O toque era firme o suficiente para transmitir segurança, mas suave o bastante para não assustar. Ele conhecia o corpo dela não como quem toma posse, mas como quem aprende

