capitulo 6

3126 Words
CAPÍTULO 6 SCARLET Estico os meus pés no sofá enquanto análiso os documentos que o meu secretário enviou pelo email, eu não sei como o papai conseguia gerir tantas empresas ao mesmo tempo, é muito cansativo. - Senhorita empresária, como está? Penny diz entregando-me um balde de pipocas doces. - Larga isso, vamos ver algum filme. Ela diz animada e liga a TV, procura filme no catálogo da Netflix, eu sei que ela quer conversar, não ver um filme em si, conviver com ela por duas semanas foi o suficiente para perceber quando ela está inquieta. - Hum, ele ainda não ligou? Coloca na boca uma pipoca, não é provável que ele não tenha o meu número de telefone. - Eu pedi-lhe que não invadisse minha vida. Respondo-lhe suavemente, ele cumpre com a sua palavra e tem feito o que lhe disse. - Duas semanas? Ela pergunta enquanto ergue uma sobrancelha na sua testa. - Acho que ele está de viagem, não há motivo para ficar alarmada, ele tem enviado presentes como um sinal de vida. Ele enviou-me café da manhã delicioso, os hambúrgueres, suco, um lindo buquê de chocolate que a Penny começou a devorar assim que chegaram argumentando que eu tenho o primeiro como um efeite no quarto, enviou um par de botas de saltos altos incrivelmente lindos, bem a minha cara. - És tão segura de si. - Não, eu não sou desesperada por atenção, implorar por isso esgota qualquer pessoa. Encolho os ombros justificando-me, ter altoestima é crúcial para a saúde mental de uma pessoa, assim presta mais atenção nos pequenos detalhes da vida. - E você? Encontrou-se com o seu... como mesmo você disse? bom de cama. Estalo os dedos duas vezes tentando lembrar-me das suas palavras. - Hum, bem. Ela revira os olhos fugindo do assunto. - Senhorita. Ouço a voz do Grow, o antigo segurança do meu pai, ele tem aproximadamente 40 anos, alto, forte, a breve olhada que dei no seu currículo, indica que ele passou dos serviços, militares, fuzileiro, operações especiais. E treinamento para ser guarda-costas. - Sim? Quer um pouco de pipoca? Questiono entregando-lhe o balde. - Senhorita. Victor, veio em nome do senhor Edwart Smith, ele quer falar consigo. Ele diz, falando em Edwart. - Mande-o entrar por favor. Ele acena a cabeça confirmando, deixa o balde de pipocas na mesa e caminha para saída, em seguida volta com Victor. - Senhoritas, boa noite. Ele diz olhando para Penny. - Victor. Eu digo para ele. - Meu senhor, mando-me avisar-lhe que voltou de viagem e gostaria de passar final de semana com a senhorita. - Ela aceita, para quando? Reviro os olhos quando a Penny responde por mim. - Este final de semana senhorita. Victor responde. - Vá, vai divertir-se um pouco. Penny argumenta. - Eu não sei, preciso pedir autorização ao hospital, procurar uma enfermeira. Eu digo lembrando-me que tenho regras hospitalares a seguir. - Eu sou sua médica, falo por si para o director. Ela diz animada. - Mas.. preciso de uma autorização do instituto. Eu informo a ela. - Você é uma doadora frenquente da instituição, claro que eles vão disponibilizar uma enfermeira e os medicamentos, aliáis, tem comportado-se muito bem, mais um bonús para deixá-la ir. Ela diz para mim. - Tudo bem. Diga-o que aceito seu convite. Informo-lhe, hoje é quarta-feira isso significa que eu tenho o dia de amanhã e a manhã de sexta-feira para organizar as coisas e fazer uma pequena mala. - Sim senhorita, boa noite. Acena a cabeça e sai da sala, olho para Penny que digita algo no seu telefone. - Quando ia contar-me? Eu pergunto a ela. - O quê? Ela pergunta-me fazendo-se de desentedida. - Que o Victor é o cara. Ela deixa seu telefone na mesa, dava para sentir vibrações sexuais daqui onde eu estava. - Eu não queria parecer intrusa, sei o quanto não gosta de ser cercada. Ela diz fazendo aspas com os dedos, m***a, em nenhum momento eu disse a ela que não tem liberdade de namorar quem ela quiser. - Vá falar com ele sua i****a, eu nunca disse que não podia namorar c*****o. Eu digo a ela. - Olha essa boca suja menina. Ela levanta-se do sofá, rapidamente caminha para fora, isso foi muito estranho p***a. Pego o meu laptop novamente, essa história de filme acho que terminou. - Como foi? Murmuro respondendo um email de trabalho. - Ele disse que precisa levar o recado para seu chefe, mas, combinamos de nos encontrar no sábado na cidade, isso significa que vamos voltar juntas no domingo. - Explica-me por que não contou-me sobre ele. Eu pergunto a ela. - Ele é segurança do seu pretendente, não quis que interpretasse m*l. Ela diz justificando-se. - Eu sou adulta, pode falar comigo sobre tudo, bom, menos os detalhes sexuais. Eu digo encolhendo os ombros. - Não está zangada? Ela pergunta-me. - Claro que não, vai ser bom para os dois, você trabalha muito assim como ele. Eu digo a ela, não há motivos para eu me zangar, esse assunto é apenas deles. - Bom, vamos chamar as meninas para cuidar dos seus cabelos? Essas unhas estão m*l cuidadas. Ela diz animada - Por favor. Sorrio, preciso lavar meus cabelos, cuidar das unhas, fazer a sobrancelha. Enquanto ela marca uma hora com as meninas eu termino de responder um email. ««««««««««« »»»»»»»»»»» - Edwart. Eu digo vendo-o parado a minha espera, ele não precisava vir lavar-me, Grow poderia fazer isso, olho para o seu traje habitual, ele vesti um terno de três peças azul. - Senhorita Brook, agradeço por aceitar o meu convite. Ele diz sorrindo. - Agradeça a Penny, ela foi muito convincente. Sorrio. Grow entra no carro com as nossas malas, a minha enfermeira estará no carro com ele a nossa atrás, Edwart abre a porta do carro para que eu possa entrar. - Como ocorreu a sua viagem? Eu pergunto enquanto coloco o cinto de segurança. - Satisfatória. Percebi que tens um segurança. Ele diz erguendo uma sobrancelha. - Sim, aos poucos vou assumindo as empresas que o papai deixou para mim, preciso de alguém para cuidar de mim. Encolho os ombros depois de justificar. - Fez muito bem senhorita Brook, trabalhar ajuda a ocupar a mente. Ele diz entregando-me uma caixinha preta, sorrio curiosa para saber o que é, imediatamente abro-a. - Muito lindo, obrigada. Eu digo para ele. Ele comprou para mim uma pulseira de couro da cor n***a, que vem detalhada um relógio personalizado, um coração, por fim um cadeado que complementa a pulseira. - Disponha senhorita Brook. Entrego-lhe a pulseira para que ele possa colocar no meu pulso direito, suavemente, ele toca no meu pulso enquanto fecha a pulseira, pega a minha mão, seus lábios tocam a pela do meu pulso, sua barba perfeitamente amparada causa arrepios na minha pele. - Ficou muito bom em você. Edwart diz, separo as nossas mãos que estavam uma acima da outra. - É lindo, mais uma vez obrigada. Eu digo para ele, olho para a pulseira no meu braço, sim definitivamente é a minha cara. - O que gostaria de fazer depois do jantar? Ele pergunta. - Balada. Respondo animada, bom eu tenho um final de semana livre para fazer o que bem entender. - Tudo bem. Encosto a cabeça no apoio do assento do carro, fecho os olhos suavemente enquanto escuto música, eu não lembro de como ter dormido, apenas de acordar em Seattle Center, as luzes acassas inluminando a cidade significa que escureceu. - Chegamos. Esfrego o meu suavemente enquanto observo o carro entrar na garragem, o estacionamente está repleto de carros, mas ninguém circula por aqui. - Estacionamento privado? Questiono após descer do carro, não é possível que nem uma única pessoa circule por aqui, sendo que o estacionamento pertence para todos os residentes do prédio. - Sim. Ele responde-me, entramos no elevador particular, ele coloca seu dedo indicador como reconhecimento para que o elevador possa subir. - Caso eu queira descer sozinha como eu faço? Reviro os olhos indignada com a sua alta segurança. - Sem uma autorização, não tem como. Ele responde-me risonho. - Adicione-me a lista das pessoas que possam subir, fácil. Eu digo rindo da cara que ele fez. - Eu posso fazer isso senhorita. Ele diz para mim, o elevador para no seu andar, quando as portas do elevador abrem-se, a primeira coisa que vejo é a sua sala perfeitamente decorada de branco e marron, m*l saí do elevador mais dá para ver a linda vista da cidade e o pôr do sol. - Estou encantada. Digo admirado o jardim instalado na sua varanda, a mesa do jantar fica perto da cozinha decorado de vermelho, este é um apartamento altamente luxuoso, o piso azul escuro brilhante combina com o tecto, transmitindo um ambiente calmo e tranquilo. - Eu gosto daqui. Digo o seguindo, ele abre a porta de um dos compartimentos. - Espero que goste. Ele diz mostrando-me o quarto, entro no quarto, a cama grande é o destaque, lençois brancos de cetim estendidos na cama, o que mais chama atenção é a parede de vidro, proporcionando-nos uma vista exótica da cidade. - Lindo. Eu sossurro admirando a bela vista da cidade. - Fique a vontade. Antes que eu possa responder, ele sai do quarto, entro no banheiro para preparar-me adquadamente para sair. Ao sair do banheiro, encontro na cama um conjunto de lingerie, sorrio ao lembrar de onde eu tinha visto o mesmo, não posso acreditar que ele comprou na loja da vila onde passamos a tarde de sábado. Abro um sorriso encantandor, ele é muito atencioso e detelhador, observa tudo em minha volta, simplesmente louco. Louco. A lingerie serve-me perfeitemente, deixando o meu corpo incrivelmente sedutor, olho-me no espelho, a cinta liga realça a beleza do meu corpo, definitivamente eu gostei deste conjunto. - Posso entrar? Ouço duas batidas na porta. - Sim. Respondo uso minhas botas que ganhei de presente do Edwart, elas são de couro preto, salto alto. Fico de pé para vestir meu vestido n***o de alças finas rodando por baixo que termina em em cima dos joelhos. - Ele ficou muito bom em você. Seus olhos análisam-me cima a baixo por alguns segundos, suspira satisfeito com o que vê. - Obrigada por comprá-lo. Eu digo agradecendo. - Deixa-me ajudá-la. Ele caminha lentamente até onde encontro-me em pé, fico de costas para ele, para que possa alcançar o ziper do meu vestido. Sinto seus dedos tocar a pele das minhas costas, suavemente ele traça uma linha reta seguindo os detalhes do meu conjunto. - Eu... Diz ele, porém para de falar sem terminar o que queria dizer, fecha o ziper do meu vestido. - Eu comprei isso para você, não é a sua cara, mas gostaria que usa-se. Ele puxa meus cabelos para um lado, breve, coloca um colar em volta do meu pescoço, para no espelho para ver como ficou, é um colar fino de ouro, no centro um coração tão pequeno quanto o colar. - É lindo, obrigada. Eu digo analisando-o. - Obrigado por aceitá-lo usar, vamos. Ele diz, levo o meu casaco azul comigo, bolsa e o telefone. - Aonde vamos? Pergunto enquanto entramos no elevador, ele olha-me depois sorri, eu não sei o que passasse na sua cabeça. Ele sempre surpreende-me de um jeito bom, não sei o que esperar dele. - Vamos jantar. Diz simplesmente, as portas do elevador abrem-se suavemente, lentamente caminhamos para o seu carro. - Você está quieto. Digo ao notar seu silêncio. - Gosto da sua companhia. Sinto seu toque quando ele pega a palma da minha mão, meus olhos olham quando ele levanta minha mão até o seus lábios, beijando-a carinhosamente sem tirar os olhos dos meus. - Senhor. Ouço a voz de Victor, mas os meus olhos não desviam dos Edwart, eu não sei o que ele quer dizer com isso, no entanto sei que é uma insinuação. - Nós precisamos descer. Diz ele, mas não solta a minha mão. - Precisa soltar. - Tudo bem. Diz, ele solta a minha, desci do carro e faz a meia volta para que ele possa abrir a porta para mim. - Obrigada. Digo quando ele afasta a cadeira para que eu possa sentar-me. - O que gostaria de comer? - Surpreenda-me. Respondo a sua pergunta, o garçon, serve-nos suco de laranja enquanto aguardamos a comida. - Penny mora com você? Edwart pergunta-me. - Sim, ela mudou-se recentimente para a pousada, o percurso de volta a cidade depois do trabalho estava a deixando esgotada, por isso mudou-se achando que conseguiria uma casa para lugar rapidamente. Encolho os ombros justificando-me. - Gosto de tê-la comigo, ela é boa em todos os sentidos. Eu digo prosseguindo. - Imagino. Está feliz? Edwart pergunta-me. - Sim estou. Especialmente sentindo o cheiro de comida. Solto uma risada, bom eu estou com fome tudo o que vejo é comida. - Eu também estou feliz de tê-la comigo. Ele diz não desviando o olhar dos meus. - A nossa comida chegou. Anúncio feliz ao ver o garçon deixar os nossos pratos na mesa, o cheiro de comida Italiana invade as minhas narinas. - Boa escolha senhor Smith. Digo, enrolo um pouco de massa e molho no meu garfo, levanto o braço para dar-lhe de comer na boca. - Muito bom. Murmura enquanto mastiga comida na boca, ele enrola massa no seu prato. - Eu quero sua carne. Ele para de virar o garfo e olha para me por longos segundos. - Carne do seu prato. Rio, ele tem uma mente tão perversa, suja. Mordo a carne de cordeiro saborosa. - O que prende-a em Queen Anne? Ele pergunta repentinamente. - O lugar, foi onde foram criados os nosso melhores momentos, meu pai amava aquele lugar. Eu sussurro para mim. Sorrio ao lembrar das nossas brincadeiras no parque da vila, ele era um homem incansável, tinha uma energia surpreendente, conseguia dividir seu trabalho e passar um tempo sendo um pai maravilhoso. Eu sinto tanta sua falta pai. - Eu posso perguntar o que aconteceu? - Infarto, eu não sei explicar o que houve, apenas sei que seu coração acelerou, ele foi socorrido mas... Ele fez uma viagem a negócios, estava tudo bem, eu o vi embarcar feliz por eu estar melhorando no meu tratamento, combinamos de repetir as viagens que fizemos pelo mundo simbólizando o meu reenascimento, mas o que nunca imaginária era que isso foi uma despedida, uma despedida dolorosa. - Eu sinto muito, não quis tocar na sua ferida. Levanto o meu olhar para ele, abro um sorriso, tenho muitas lembranças boas do meu pai. - Tudo bem, eu tenho boas recordações do meu pai, ele foi o melhor pai do mundo. Eu comento sorrindo. - E a sua mãe? Ele pergunta curioso. - Eu não tenho mãe. Eu respondo tentando ser gentil na minha resposta. Mordo o último pedaço de carne satisfeita. - Sobremesa? Edwart pergunta, em pequenos goles termino de beber o suco que estava no copo. - Sim, mas não aqui. Eu respondo, enquanto ele paga a conta, eu aproveito para ir ao banheiro brevemente, passo o batom vermelho nos meus lábios e retoco a maquiagem. - Vamos caminhar, o ceu está lindo. Sugiro, ele fala com o Victor e o Grow, eu não sei o que ele diz para eles, mas quando termina, cada um entra no seu carro. - Gosto dos sorvetes da sorveteria. Resmungo enquanto entramos numa, ele sorri indo no caixa fazer os nossos pedidos, eu pedi duplo de morango enquanto ele pediu duplo de maça. - O que prende-te aqui? Pergunto enquanto comemos a caminhar. - O meu trabalho, apesar de gostar da cidade. Ele diz suspirando fundo. - O cemitério. Eu resmungo tentando entender. - O desejo dela era de ser enterrada perto dos pais, apenas cumpri o seu último desejo. Ele suspira fundo, em seguida lambe sua colher de plástico. - Vamos à balada? Eu pergunto mudando de assunto. Ele acena a cabeça guiando-me lentamente pelas ruas de Seattle, o ceu está incrivelmente lindo, as estrelas brilham dando vida a cidade. - Lembre-se que não pode beber. Edwart diz alertando-me. - Infelizmente. Eu digo fazendo bico. Subimos os degraus que nos leva para a aréa vip do clube, o DJ faz as misturas animadamente, as pessoas dançam, bebem, divertem-se ao som das suas misturas. - Eu quero dançar. Grito tirando meu casaco jogando no sofá. - Venha. Eu digo para ele pegando a sua mão rapidamente o forçando a ficar de pé. - Aonde vamos? Questiona descendo as escadas. - Nos misturar. Eu digo para ele. - Não. Ele diz. - Sim. Eu digo. Ele faz a cara de poucos amigos, enquanto eu, balanço o meu corpo dançando no som do DJ do dia, ele é muito bom, não lembro de ter ficando sentada enquanto ele faz as misturas, Edwart não permaneceu 5 minutos no meio das pessoas, e já mandou-me subir alegando que era muita gente num só lugar. - Acompanha-me no banheiro. Grito para que ele possa ouvir. - Tem um banheiro nesse corredor. Pega a minha mão guiando-me para o banheiro que fica no escritório. - Está louco? É privado, eu não quero passar a madrugada numa prisão. Digo-o puxando para fora da sala. - Sou sócio deste lugar. Diz enquanto cruza os braços. - Deveria ter dito-me isso antes seu i****a. Corro para o banheiro, maldição, cinta liga da m***a que não quer soltar. - Porque demora? Fala atrás da porta. - A cinta liga que não quis soltar, mas agora está tudo sobre o controle. - Eu posso ajudar. Ele diz. - p***a, estou nua. Eu digo gritando com ele. - Basicamente eu já vi-a nua. Ele diz debochando. - Não seja um t****o. Respondo terminando de vestir minha calcinha, depois a cinta e a meia. - Pronto. Abro a porta do banheiro. - Vamos descansar, são 4h da manhã. - Vamos sair daqui, mas, não vamos para casa. Levo as minhas coisas. - Aonde vamos? Ele pergunta desinteressado. - Verá. Eu respondo, usamos corredor privado para sair do clube, Victor já estava a nossa espera. - Victor nós vamos para a zona alta no leste da cidade. Digo enquanto envio as coordenadas a minha enfermeira aonde ela pode encontrar-me na hora da minha medicação, depois envio uma mensagem para o Grow. - Não faz essa cara. Eu resmungo para ele. - Você deveria descansar Scarlet. Ele diz preocupado. - Eu vou, nós vamos. Encosto minha cabeça no vidro do carro, minhas botas estão esmangando os meus dedos lentamente, eu nunca havia ficado muito tempo de botas de salto alto, mas como a estrada está vazia, chegamos rápido no nosso destino. - O que viemos fazer aqui?
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