eu sinto sua falta

2423 Words
CAPÍTULO 12 SCALERT Desço do carro lentamente, olho para o prédio enorme em minha frente, a marca elegante do seu nome está estampado na entrada como uma assinatura de posse, Edwart Smith, seu escritório principal fica no centro de Seattle como uma escultura do seu poder. Abro um sorriso ao ver Victor, caminhando em minha direcção, eu tenho a certeza absoluta que Grow tem conversado com ele informando-o sobre tudo. - Senhorita Brook. - Victor, espero que não tenha o avisado sobre a minha chegada. Caminhamos lentamente para o elevador particular que fica ao lado dos demais, assim que ele passa um cartão, as portas do mesmo abrem-se suavemente. - Não senhorita, ele está desinformando sobre a sua visita. Entro no elevador, mas, percebo que ele não vai subir comigo como o de costume. - Obrigada pelo seu sigílo. - Ao seu dispor. As portas do elevador fecham-se, no entando ele não sobe, uma vez vi o Edwart usa o dedo polegar como senha, espero que funcione ou a minha surpresa já era. Ao colocar o dedo, o monitor inicia o processo de leitura, em seguida mostra acesso autorizado, o elevador começa a subir. A primeira que vejo quando as portas do elevador abrem-se, são as duas assistentes no posto de trabalho. - Boa tarde senhorita Brook. Elas dizem. - Boa tarde. Eu respondo. - Podemos ajudá-la? Elas perguntam. - Não precisam, informo-me com o Collie. Eu digo a elas. - Sim senhorita. Abro um sorriso simpático, prosseguindo pelo corredor silencioso, não muito longe, vejo Collie sentado escrevendo algo no seu computador, levanta o rosto, de imediato fica de pé. - Senhorita Brook, boa tarde. - Boa tarde Collie, tudo bem? Collie é muito jovem para estar aqui, acredito que ele tenha um curriculo invejável para conseguir trabalhar aqui, sua pele muito branca diz-me que ele passa muito tempo sem tomar sol, seus óculos modernos, seu terno preto escondem a sua inteligência, espero mesmo que ele goste de ser secretário. - Sim senhorita. Ele responde-me. - Eu trouxe biscoitos, espero que goste. Digo entregando-o uma caixa de biscoitos. - Obrigado senhorita, não precisava. - Disponha, Seu chefe? - Numa reunião onnline. Acomodo-me no sofá que tem no corredor. - Precisa de algo? Suco, água? - Não se preocupe comigo, continue a fazer o que provavelmente o interrompi. Enquanto ele volta ao seu trabalho, eu converso com a Penny via whatsaap, ela deveria estar a trabalhar que incomodar-me, a curiosidade matou o gato, mas ela é uma gatinha muito curiosa. Sorrio das suas besteras, quando vejo alguém sair do escritório, eu o conheço de algum lugar, mais não me lembro no momento de onde. - Boa tarde... Coloco um dedo na boca para que ele pare de falar, ele acena cumprimentando-me, em seguida caminha para o corredor a minha esquerda. - Não deixe ninguém entrar. - Sim senhorita. Lentamente, eu caminho para entrada da sua sala, ao entrar, vejo-o sentado na poltrona que está à sua mesa de trabalho, sua sala é muito grande, no meu lado esquerdo, fica sua mesa, muito bem equipada e moderna. A minha direita, um conjunto de sofàs da cor n***a, as paredes da sala são brancas, excluíndo a parede de vidro a minha frente que inicialmente dá acesso ao jardim. Voltando a minha esquerda, um balcão, para não dizer um mini bar existe ali, ao lado um pequeno corredor que deduzo que seja o banheiro. - Senhor Smith. Digo fazendo-o abrir os olhos, de imediato ele fica de pé. - Scarlet, eu achei que viria amanhã, sexta-feira. Diz caminhando ao meu encontro. - Decidi surpreendé-lo. Eu digo informando-o. - Eu gostei da surpresa. Pego a gola da sua camisa o puxando para mim, seus lábios colidam com os meus bruscamente, doce, seus lábios estão doces, sua língua penetra na minha boca, sugando tudo que acha pelo caminho. Meu. Meu peito enche de ar, ele é meu e eu não vou desistir dele. Eu senti muitas saudades dele, não parece que nos vimos ontem pela manhã antes de entrar no helicóptero. Meus dedos desfazem os botões do seu colete rapidamente, gemo suavemente quando ele chupa meu lábio inferior, seus dentes raspam minha pela, ele deseja-me assim como eu o desejo. Tiro sua camisa do seu corpo, minhas mãos passem pela sua pele nua. - Meu local de trabalho. Beija o nodúlo da minha orelha, lentamente seus dentes descem para o meu pescoço, ele morde intensamente fazendo-me arfar de desejos primitivos. Pego a fivela da sua calça, tirando rapidamente da sua calça, supreendo-me ao perceber que o meu bumbum está na sua mesa do trabalho. - Isso vai ser rápido. Sossurra, morde o meu pescoço suavemente. - Senhor? - m***a. Ele diz ao separar os nossos lábios, aproximando-se ao interfone. - Sim. - Senhor, meu turno terminou, vai precisar de mim? - Não, por favor, dispense suas assistentes também. - Claro senhor, tenha uma boa noite. - Igualmente. Seus olhos encontram os meus, seu peito nú sobe e desce. - Não estava esperando por isso. Aproxima seu corpo para junto do meu lentamente. - Eu decidi que vamos tentar, claro se estiver de acordo. Digo-lhe suavemente, enrolo minhas mão em sua cintura, meus lábios tocam a sua pele do abdomém, chupando devagar sua barriga sexy. - Claro que eu quero. Solta um gemido. - Que bom. Digo sorrindo para ele. Seus dedos alcançam meu queixo, fazendo que o meu rosto olhe para ele, antes que eu diga algo sua boca alcança a minha novamente, nossos lábios colidam. Suas mãos levantam o meu vestido, em seguida ele geme ao perceber que visto uma cinta liga, alcança minha calcinha e rasga, antes eu proteste ele penetra seu dedo nas minhas partes íntimas fazendo-me gemer. Encosto minha cabeça no seu pescoço enquanto abro ainda mais as minhas pernas enrolando em sua cintura. Seu m****o toca minhas coxas, quente, muito quente. Gemo anticipadamente antes que ele penetre-me. Ele alcansa minha boca novamente, nossos lábios dançam, divertem-se, numa mistura sólida de troca de laços, minhas unhas penetram na sua pele das minhas costas, sim p***a. Seu m****o penetra-me brucamente fazendo gritar em sua boca, meu corpo todo treme de adrenalina, meus batimentos cardiácos aceleram, ele fica assim, sem mexer a sua cintura por alguns segundos, aos poucos ele sai de dentro de mim. Nos olhamos brevemente, ele beija o topo da minha cabeça. Voltando com toda a intensidade, rasgando-me em pedaços, ele é bruto, gosta disso, ama controle, quanto mais eu for a sangrar ele ficará satisfeito, levo a minha cabeça para trás, prazer, desejos é a coisa mais satisfatória do mundo. Meu corpo todo vibra, eu vou gozar muito rápido do que esperado, ele sabe como alcançar o p*****g sem muitas dificuldades. - Isso foi rápido. Digo respirando fundo, sim, isso foi rápido. Ele coloca-me no seu colo, levando-me para o sofá. - Eu sei, recompenso quando chegarmos em casa. Diz, alcanço os seus lábios, meus dedos brincam com eles suavemente, ainda dentro de mim, ele inicia os movimento na sua cintura, entrando e saíndo com suavedade. - Abra mais. Ordena, abro mais os meus pés, um encosta no chão do tapete e outro a borda do sofá, ele levanta a minha cintura penetrando-me com mais rapidez, eu não posso gritar, eu quero gritar, pego um travesseiro, mordendo-o com força. Seu m****o entra e sai rapidamente, deliro, eu não sei por onde começar a exprimir o que estou a sentir agora, apenas o meu corpo vibra, vibra de adrenalina explusiva. - Tudo bem? Pergunta deitando-se em meu peito. - Sim, muito calor. Eu respondo. - Jantar fora ou encomendar comida? - Encomendar. Respondo, eu não quero jantar fora, estou imuda preciso de um banho e roupas confortáveis. - Tudo bem. Lentamente, ele saí de dentro de mim, fazendo-me lembrar que nós não usamos c*******a. - Esquecemos a c*******a. Digo, sim, esquecemos. - Eu estou limpo. Justifica-se. - Não trata-se disso, precisa provar isso, eu preciso provar que não estou doente. - Confio em si. - Palavras não são suficientes. Digo. - Usa pilulas? - Injecção. Respondo, ele beija o meu ombro suavemente, em seguida, levanta-se do sofá. - Venha. Ajuda-me a ficar de pé, lentamente, caminhamos para o seu banheiro, liga o chuveiro enquanto termino de tirar minhas roupas. - Nós vamos ao médico para uma consulta de teste rápido de HIV. Informa-me, enquanto termino de vestir minhas roupas depois de um banho rápido, pega a minha cintura virando-me para ele. - Tudo bem. Ele alcança a minha boca, beijando-me suavemente. - Pronta? - Sim. De volta à sala, calço as minhas botas, levo a minha bolsa. O corredor está completamente vazio, olhando para lógica, está tarde para eles continuarem aqui. - Senhor? Victor pergunta. - Clínica. Ponho o cinto de segurança, permanecemos em silêncio por toda a viagem até a clínica, entramos num gabinete, onde o médico encontra-se. - Senhor Smith, boa noite. O médico diz. - Doutor obrigado por nos receber, esta é a minha namora Scarlet Brook. Ele apresenta-me a ele. - Senhorita Brook. O médico cumprimenta-me. - Boa noite doutor. Eu digo a ele. - Antecipei-me e levei os teste, prontos? - Sim. Respondo, estou muito acostumada com agulhas que acabo esquecendo-me da dor, depois dele tirar os nossos sangues, esperamos pelos resultados rápidos. - Negativos. Desejam fazer alguns exames ? - Não, obrigado doutor. Caminhamos para saída da clínica, fazendo-me lembrar que não pedimos o nosso jantar? - Gosta de comida lite? Eu pergunto-o antes que entremos no carro. - Não tenho restrições quando se trata de comida. Edwart diz-me. - Perfeito. Digo, guio-o para um restaurante KFC, faço os nosso pedidos para levar, enquanto esperamos, caminhamos para comprar sorvete para a nossa sobremesa. De volta para o carro, que dirigi em direcção ao seu apartamento. - O que? Questiono enquanto entramos no elevador. - Nada. Sorri, deixa as sacolas das nossas comidas no chão do elevador, em seguida puxa-me para os seus braços. - Quero tentar algo com você. Diz suavemente. - O que é? As portas do elevador ficam abertas, ele alcança as sacolas com o nosso jantar, assim, guiando-me para fora dele. - Depois do jantar. Vou para cozinha levar dois pratos, taças, jarro de suco, voltando para o tapete da sala. - Estou curiosa. Resmungo, ele fica de pé, rapidamente sobe as escadas sumindo da minha vista, sirvo o nosso jantar em nossos pratos, deliciando-me das batatas fritas, estou morrendo de fome e eu não sei por onde ele anda. Ao voltar, trás consigo um par de algemas, o que é isso? EDWART Observo sua reação atentamente, ela pega grilhões que serve para prender os pés e braços, conectando através de uma barra de madeira. O objecto que está em minhas mão, curiosa, é claro que aquele muleque nunca fez isso consigo, admira-me que ela não seja virgem. - Objectos sexuais? Ela pergunta curiosa para saber mais disso. - Sim, eu comecei a usar e gosto disso quando minha falecida esposa morreu, gostaria de tentar consigo. - Porque eu? Em seguida ela sorri caíndo em si. - Como funciona? Ela pergunta-me curiosa. - Coloco no seu pescoço, levo suas mãos para trás predendo-os com esses fios. Eu digo-a - Ficando imóvel. Ela conclui. - Sim, ficando imóvel. Eu digo-a. - Quer dominar-me? Ela pergunta ficando de pé, sim eu quero fazer muito mais que isso, ela levanta seus cabelos dando-me permissão. Eu prendo a fita do seu pescoço, guio-a para o sofá onde ela fica de 4 para me, levo suas mãos colocando-os em sua trás, de seguida prendo-os. - Tudo bem? - Sim, não sufoca. Eu informa-me. Pego o ziper do seu vestido desfazendo suas roupas lentamente, Eu amo essa visão privilegiada, sua b***a perfeitamente empinada. - Você está tão linda desse jeito. Digo enquanto tiro as minhas roupas. - Estou? Ela pergunta-me. - Muito. Agacho-me para ver melhor suas partes íntimas, deliciosa. Mergulho minha língua dentro dela, fazendo-a contorcer, faço pequenos rodeos em volta do seu c******s em seguida chupo com mais força. Ele geme muito alto, sua cintura balança querendo ser penetrada por mim, mas eu pego sua cinturo imobilizando-a. - Eu não vou conseguir controlar-me. Arfa. Penetro ainda mais minha língua, puxo seus c******s com os dentes, chupando-os como se fosse a minha única salvação, quanto mais ela grita eu preciono-a, levando-a ao limite, seu líquido escorre, escorre para minha boca, sugo todo o seu g**o, deixando-a sem forças. Fico de pé, pego o grapo, forçando que seus braços e a cabeça levantem. - Não estou machucando você? Pergunto assegurando-me de que está tudo bem com ela. - Sim. Arfa, coloco o meu joelho do pé esquerdo no sofá da sala, com a minha mão direita pego sua pele da cintura, deixando-a imóvel, penetro meu pénis lentamente na suas partes íntimas. - m***a. Ela grita, tiro o meu m****o lentamente, penetrando denovo desta vez mais forte, gemo deliciando-me dessa sensação incrível, fecho os olhos, sim, isso é muito bom. Suspiro fundo, penetrando-a novamente, desta vez mais rápido, mais forte, fazendo que minhas bolas colidem com o seu bumbom, sim p***a, isso é maravilhoso. Adiciono um dedo, esfregando seu c******s enquanto penetro-a, seu bumbum é tão maravilhoso, baixo minha cabeça para beijar a pele da sua b***a, sim, maravilhoso. Sim cerimónia, esfrego o meu dedo no seu segundo buraco, ela geme, grita alto delirando de prazer. Grunho atigindo o apíce do meu prazer, entro e saio duas vezes, de seguida g**o satisfeito, lentamente abro as peças deixando-a livre. - Ei, não durma, precisa jantar. Digo-a, não deixando-a dormir em meus braços, passo minhas mãos no seu rosto, beijo-a suavemente. - Gostou? Pergunto entregando-a sua comida. - Sim, exige muita concentração. Sorri, ela enrola-se no meu peito, ficando de costas contra o meu peito. - Que bom, desejo fazer mais coisas com você. - Deus, não hoje, meus pés não aguentariam. Morde um pedaço de carne do seu prato. - Coma. Ela entrega-me um pedaço de carne, ela desce por um momento e entrega-me meu prato. - Scarlet, você não importa-se? Questiono querendo ouvir sua opinião? - Não, cada um tem seus modos de expressar seus desejos sexuais. Ela diz sorrindo, pego sua mão e beijo suavemente. Olho para vista da cidade enquanto leio um livro para ela, ela é tão doce, apesar do seu temperamento, é compreensiva, madura. Olho para seu rosto que dormi suavemente em meus braços, fecho o livro colocando do lado, de imediato, levanto-me com ela em meus braços para cama. Ela precisa descansar, foi um dia longo.
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