Grego Narrando... Putä que pariu. A diaba tá aqui, toda molhada, me olhando como se não soubesse se corre ou se fica. Mas eu sei que quer ficar. Sei pelo jeito que tremeu quando botei as mãos na cintura dela, pelo arrepio que subiu no corpo. Só de olhar, já sei que ela tá sentindo a merma tensão que eu. Caralhö vontade de f***r ela com força. — Fica sussa, diabä. Não vou avançar o sinal, mas também não sou santo, porrä. Pode pá, que vou te fazer gozär. ___ Falo no ouvido dela, baixo, só pra ver a respiração dela falhar. Desço a mão, espalhando o sabão no pescoço, no colo, no braço. O cheiro da pele dela sobe, doce e quente, misturado com o vapor da água. A porrä do meu paü já tá duro feito pedra, e eu sei que ela sentiu, porque o corpo dela ficou tenso na merma hora. — Tá ligada que eu

