Grego Narrando
Mano, essa mina tirou onda com a minha cara grandão. Achando que é quem? Fala como se fosse melhor que eu, metendo marra, petulante, peitando na minha cara. Tá maluca. Isso não vai ficar assim, não.
Olho pro Kiko, e ele já sabe. Não precisa nem de palavra, já mete a visão e balança a cabeça. É isso, vamos meter o pé daqui. Se eu ficar mais um segundo, acabo fazendo merdä. E eu não vou estragar minha noite por causa de uma metidinha que acha que pode füder com meu humor.
— Vamo pra boate. ___ Falo seco, pegando o dinheiro e saindo na frente.
Kiko — Certeza, pai? ___ Ele fala me olhando de canto, já sabendo a resposta.
— Pode crer. ___ Jogo o queixo pra frente. — Hoje eu quero putä, quero altas bucetäs.
Ele ri, já sabendo que a noite vai virar. Eu tô putö. Não é qualquer dia que uma mina me desafia desse jeito, e pior, me deixa com essa porrä de sangue quente. Aquela patricinha acha que pode falar o que quiser e sair de boa? Boto fé que não me conhece, mas vai aprender a me respeitar.
Quando chego na boate, o bagulho já tá pegando fogo. Luz baixa, som alto, aquele cheiro de álcool misturado com perfume caro e fumaça de narguilé. Assim que passo pela entrada, geral já abre espaço. Quem conhece, respeita. Quem não conhece, entende rapidinho qual é a parada.
As Maria Fuzil já me olham de canto, jogando o cabelo, mandando sorrisinho. As patricinhas também tão na cena, algumas nem disfarçam que querem colar. Tudo doida pra sentar. Mas hoje eu tô no veneno.
Kiko — Vou fazer a festa, pai! ___ O filho da putä fala, dando um tapa no meu ombro, olhando pro movimento.
— Não sei se quero festa, tá ligado? Eu quero é bucetä. ___ Respondo curto, escaneando o ambiente.
Meu humor ainda não virou. Se eu não descontar essa raiva, essa noite vai ser longa.
As minas começam a jogar umas ideia, já conheço algumas, sempre colam quando eu tô por perto. Tentam forçar uma aproximação, falar um bagulho nada a ver, mas eu só esparro logo. Não tenho paciência pra essa ladainha.
Assobio pra uma ruiva que tá ali de lado, no jeito. Ela olha e pergunta, toda cheia de graça:
Ruiva — É comigo, gostoso? ___ A ruiva aponta para o peito, olhando para os lados.
— É contigo mermo. ___ Respondo, sem rodeio. Ela vem chegando, rebolando na maldade, mais um pouco ela se quebra.
Ruiva — Vamos sair daqui? Você tá afim de comer, e eu tô afim de te dar. ___ A merma se aproxima, jogando o cabelo de lado e já largando o papo.
Dou uma gargalhada. A mina já chega mostrando que é putä mermo, achando que me engana. Tá achando que eu sou o****o, só pode.
Faço sinal pro dono do estabelecimento, que chega logo me cumprimentando com aquele respeito de quem sabe com quem tá lidando.
Jefferson — Grego, meu mano! Fica à vontade, pai. Qualquer coisa que precisar, só falar. Se quiser ela, tá reservado, tá à tua disposição.
Kiko — Tá brincando, né? O pai tá on! ___ o arrombado do Kiko grita lá do outro lado.
Ruiva — Já vi que o gostoso tem prioridade aqui... Então cheguei no cara certo, né? ___ A ruiva já vem com mais papo, me fazendo franzir a testa, e sorri mordendo o lábio, dá pra ver que a desgraçada tá na maldade.
Olho de lado, meio cismado. Jura ela que eu sou bandidö que se emociona por causa de bucetä.
— Tá pra nascer uma bucetä que vai me emocionar, filha.___ Ela ri, mas antes que fale qualquer merda, já corto logo. — Acho que tu calada, com a minha pikä na boca, fica mais bonitinha. Então cala a boca, caralhö, e para de onda. ___ Ela me olha meio sem graça, mas depois joga o cabelo e empina a bundä, querendo me testar. Logo mando um tapão.
Ruiva — Aí gostoso, assim eu me apaixono. ___ Toma no cü pra lá, o que ela tem gostosa ela tem de irritante.
Jefferson — Tá aqui, Grego. Fica à vontade, irmão. ___ Jefferson chega na hora, já me entregando uma chave.
Pego sem falar nada. Eu conheço tudo aqui, sei bem pra onde essa chave leva. Agora é só decidir se eu quero mermo gastar meu tempo com essa mina ou se mando ela pastar.
Sigo pro quarto e entro, já tirando o paü pra fora, sem perder tempo.
— Bora, porrä! Mostra logo o que tu sabe fazer, caralhö! ___ Rosno nervoso e a ruiva nem pensa duas vezes. Desce a alça do vestido, que mais parece uma blusa, revelando o corpo. A desgraçada tá sem calcinha, baita de um mulherão. Ela já entende a missão, chega rebolando e joga aquele olhar safadö.
— Ajoelha e mama, porrä! ___ Ordeno, segurando no cabelo dela com firmeza. Ela obedece na hora, caindo de boca. Seguro forte na cabeça dela, forçando mais, gemendo grosso.
Ruiva — Calma aí gostoso você é muito grande. ___ Essa porrä só deve tá de s*******m comigo. Sem dá espaço, afundo a boca dela contra o meu paü.
— Isso, caralhö! Engole essa porrä todinha, vadiä! ___ Ela chupä gostoso, língua girando na cabeça, mão subindo e descendo na base. Meto um tapa na cara dela, fazendo ela gemer no meio do boquete.
Ruiva — Você é muito bruto… ___ Tenta falar com meu paü na boca, a voz embargada.
Soltei uma gargalhada, puxei um baseado do bolso, acendi e traguei fundo, soltando a fumaça devagar enquanto olhava pra ela.
— Aguenta a pressão, desgraçada! Tá achando que tá brincando com quem? ___ Ela geme e olha pra cima, aquela cara de putä que gosta de ser maltratada.
Seguro no cabelo e faço ela engolir mais fundo. Cai na porrä dessa onda de fechar os olhos, e, na minha mente, vem logo a marrenta afrontosa do bar. Meto um sorriso de canto, abro os olhos e, quando vejo a ruiva, meu sangue ferve.
— Vai, porrä! Quero ver se tu é boa mermo! ___ Ela bota mais força, engasgando, baba escorrendo pelo queixo. Dou mais um tapa, rindo.
Sem acreditar que a desgraçada do bar, que eu nem sei o nome da filha da putä, vai füder com a minha mente até na hora de descarregar um pente.
— Isso! Agora sim, porrä! Aprende como que eu gosto! ___ Rosno e a ruiva toda ofegante se lambuzando no meu paü.
Olho pra baixo e vejo a safadä se contorcendo, rebolando enquanto chüpa. A filha da putä desce uma das mãos apertando os próprios p****s, e já desce socando no meio das pernas.
— Tá querendo me deixar maluco, né? Vai tomar no cü, vadiä, que hoje tu vai sair daqui sem andar direito! ___ Falo enrolando ainda mais o cabelo dela na minha mão, e afundando a cara dela no meu paü.
Ela tenta gemer com a boca cheia, e eu só aperto mais forte o cabelo dela, controlando o ritmo. O corpo esquentou, o sangue ferveu, já tava preparado para descarregar o pente. Ela fez sinal de que ia fraquejar, minha mão estralou na cara dela.
— Engole essa porrä toda, c*****o! Quero ver tu engolindo até o talo sem reclamar. ___ segurei o cabelo dela, botando no ritmo e do jeito que eu queria, füdendo a boca dela com gosto. — Pra uma patricinha, tu aguentou firme, hein? Botei fé. ___ Traguei forte o baseado antes de jogar longe.
Ela enche a boca, a mão indo rápido pra evitar vazar, passa a língua ao redor da cabeça do meu p*u, sugando cada gota. Dei um tapa na cara dela, só pra marcar território.
Ruiva — N-não sei se consigo mais mexer a boca… ___ A voz dela saiu meio embargada, e eu ri. Sempre assim, né? Essa é a impressão que eu causo em quem não me conhece.
— Para de resenha e fica de quatro logo. ___ Ordenei, vendo ela passar a língua nos lábios antes de rebolar toda se oferecendo. Ela levantou, eu peguei na sua cintura, virei ela de costas e bati forte na sua bundä.
Ruiva — Quero gozär também, gostoso… ___ Ela choramingou, cheia de manha. Me aproximei, dando outro tapa na carne macia.
— Se contenta em gozär com meu paü dentro de tu, porrä. Ainda não nasceu mulher que mereça que eu faça gozär. Agora abre essa bundä aí que eu vou entrar rasgando. ___ Rosnei, autoritário. Ela me olhou por cima do ombro, depois afundou a cara no colchão e abriu as duas bandas da bundä, obediente.
Puxei uma capa do bolso, encapei meu paü e sorri, balançando a cabeça quando a imagem da marrenta veio na mente. Carälho, essa porrä de mulher não sai da minha cabeça.
Segurei firme nas costas dela e enfiei tudo de uma vez, socando pesadão, fundo e forte. Minha mente viajava nos olhos de pedra preciosa da morena. Putä que pario, não acredito que essa porrä vai me atormentar até aqui.
Ruiva — Aí, gostoso! Mais fundo, vai! ___ Abri os olhos e olhei pra ela de lado.
— Quer paü, vädia? Então toma! ___ Botei força, aumentando o ritmo, socando pesadão. A vontade era gozär logo e me livrar dessa merdä de pensamento, mas na real, o que eu queria mesmo era meter no r**o daquela afrontosa. Certeza que é apertadinho pra carälho.
Segurei nas costas dela e empurrei pra baixo, depois agarrei o cabelo, puxei e enverguei ela todinha. Socava bruto, descarregando toda a tensão, sentindo o sangue ferver. Assim que soltei tudo, dei mais umas bombadas, saí de dentro dela e empurrei na cama. Já tiro a camisinha, amarro e boto outra no instinto. Sento na beirada da cama e mando ela sentar. A putä obedece, quicando no talento, rebolando toda. Joguei os braços pra trás e descarreguei mais um pente, rosnando rouco.
Depois de füder com a vädia, puxei outro baseado do bolso, acendi e fui direto pro banheiro. Porrä de ruiva nenhuma me satisfaz.
Contínua...