Rubi Narrando... Assim que eu saio pela porta, dou de cara com o Grego encostado na parede, me esperando. Os olhos dele estavam sombrios, carregados de um ódio silencioso que chega dá medo. O cigarro queimava entre os dedos dele, mas parecia que nem tava tragando de verdade, só mantendo a brasa viva enquanto os pensamentos corriam na mente dele. Ele levanta o olhar pra mim, solta a fumaça pelo nariz e dá aquela risada seca, sem humor nenhum. — Vamos? ___ Falei, tirando ele dos pensamentos. Grego — Bagulho sinistro, né, diabä? Caralhø. ___ Foi o que ele falou assim que olhou nos meus olhos, apagando o cigarro na palma da mão. Assinto devagar, sentindo o peso da tarde inteira nas costas. Sam dormiu depois da medicação, mas o que rolou ali dentro ainda pulsava na minha cabeça. Meu estôma

