Grego Narrando... Seguro firme na bundä dela, puxando mais pra minha boca, minha língua trabalhando sem piedade, sentindo o gosto da minha feiticeira, da minha diaba. Ela geme alto, a respiração toda fodida, o corpo tremendo na minha mão. — Caralhø, morena… tá sentindo? Isso aqui é só o começo… ___ murmuro contra a b****a da merma, sugando devagar, sentindo ela se contorcer. Ela aperta os lençóis, os olhos vidrados em mim, a boca entreaberta, ofegante. Rubi — Grego… por favor… ___ geme, e eu rosnando, sentindo o paü latejar de tanto tesãö. Passo a língua bem devagar, pressionando o clitórïs, vendo ela arquear o corpo. Desço mais, lambo toda a extensão, e enfio a língua nela, fodendo minha feiticeira do jeito que ela merece. — Putä que pariu, Rubi… olha só pra tu… toda aberta, toda e

