Thaise Narrando... Eu já tinha deixado bem claro pro meu Malvadão que eu não sei ser discreta, não nasci pra ficar quietinha em canto nenhum. Logo na primeira vez que a Frota me abordou, quando eu ainda desfilava sozinha pela quebrada, mostrei quem era que mandava no meu corre. Fiz o que tinha que fazer, sabendo que o cria ia fechar comigo de qualquer forma. Tentaram me pintar de surtada, barraqueira, maluca. Mas maluca é quem tenta sentar pro meu homem achando que vai ter vez. Aqui já tem dona, pørra. E a dona sou eu, a pretä que chegou botando o pé na porta, deixando rastro de perfume e bala, e fez o Malvadão se apaixonar. Sou sangue quente, fala afiada, intensidade pura. “Não” pra mim é palavrão. Se tentar me passar pra trás, eu devolvo dobrado. Não dei moral pra ninguém ainda, mas m

