Capítulo 123

1556 Words

Thaise Narrando... Eu já tinha deixado bem claro pro meu Malvadão que eu não sei ser discreta, não nasci pra ficar quietinha em canto nenhum. Logo na primeira vez que a Frota me abordou, quando eu ainda desfilava sozinha pela quebrada, mostrei quem era que mandava no meu corre. Fiz o que tinha que fazer, sabendo que o cria ia fechar comigo de qualquer forma. Tentaram me pintar de surtada, barraqueira, maluca. Mas maluca é quem tenta sentar pro meu homem achando que vai ter vez. Aqui já tem dona, pørra. E a dona sou eu, a pretä que chegou botando o pé na porta, deixando rastro de perfume e bala, e fez o Malvadão se apaixonar. Sou sangue quente, fala afiada, intensidade pura. “Não” pra mim é palavrão. Se tentar me passar pra trás, eu devolvo dobrado. Não dei moral pra ninguém ainda, mas m

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