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1267 Words
Anthony Stewart sthefanie: por onde começamos tio?- perguntei se ajeitando na minha frente, eu observava seus olhos sua forma de agir e de se comportar. ela era uma mulher maravilhosa e a simplicidade dela me fazia admirar ela mais ainda. Eu: respondendo alguns e-mails que ainda não consegui ter temos de responder, começa pelos mais importantes e assim por diante. eu sei que irá saber o que fazer - falei enquanto ela escutava tudo atentamente ali na minha frente com o notebook em uma parte vazia da minha mesa ela começou a mexer nos e-mail, ela respondia tudo concentra e eu observava enquanto fazia algumas ligações. não podia negar, seu profissionalismo, sua dedicação não parecia com a mesma mulher que estava passando a mão no meu corpo na sala do seu pai onde, ela estava seria e focada no seu trabalho e isso me deixava aliviado sabendo que eu não teria problemas com ela... sthefanie: tio daqui 5 minutos a reunião começa- falou me fazendo olhar pro relógio e me assustando ao ver que era quase 09h da manhã- e as 14h da tarde o senhor tem um almoço com uns sócios- ela disse enquanto me encarava sério e eu concordei arrumando as folhas em minha mesa Eu: tudo bem, não irei esquecer mais me avise minutos antes porque sou ótimo em me perder em horários com tanto trabalho que tenho- falei vendo ela rir, não era mentira quando o assunto é trabalho eu me desligava do mundo e sempre me atrasava pros negócios- já estou indo, não esqueça de me passar as ligação depois- falei lodo saindo dali e indo pra sala de reuniões . . . . . Eu: sim podemos marcar uma reunião, também podemos marcar um evento pra esse novo projeto- falei enquanto tomava um gole do vinho já estava terminando a pequena reunião, estava tudo certo e só faltava alguns detalhes mínimos só que não daria muito trabalho. xxx: entraremos em contato assim que estiver tudo pronto, e esperaremos a data, hora, e o local do evento- um dos sócios falou se levantando e assim fizemos todos que estava na mesa nos acertamos e logo voltei pra empresa, o dia hoje seria corrido e também queria adiantar algumas coisas antes de viajar e iria olhar pra sair de viagem lá de angra mesmo. cheguei na empresa e fui direto pra sala do Jonas e lá estava ele e sua filha jonas: Anthony que bom que chegou, como foi o almoço?- perguntou ao me ver chegar, sthefanie que estava sentada na sua frente foi pra trás do pai e eu me sentei na cadeira ao lado da qual ela estava sentada eu: cansativa como sempre, você sabe....- falei me ajeitando ali- organizamos alguns detalhes que faltava, falamos sobre esse novo projeto e claro o mais importante tirando tudo isso...! eles querem um evento- completei e ele escutava tudo atentamente jonas: era de se esperar, sabemos que eles sempre foram assim.. a parte mais pesada ficava com a gente e qualquer oportunidade pra ganhar créditos em cima eles estão ai- falou e eu tive que concordar, jonas estava certa a gente por ser os acionistas maior na empresa tinha mais responsabilidades porém estava pensando seriamente em mudar tudo isso. não ligo de ter outros acionistas pra dividir as coisas, mais a partir do momento em que não faz nada pra dar jus ao seu cargo pra mim ali eles não deveria estar. eu: sim, mais por enquanto não podemos fazer nada, logo que passar essa correria irei resolver isso o mais rápido possível, tenho planos e não quero que nada atrapalha isso- falei sthefanie: estou saindo pra deixar vocês conversarem melhor, qualquer coisa estou lá fora- falou dando um beijo em seu pai e saindo da sala indo pra alguma parte da empresas encarei confuso jonas e seu olhar estava sério, ele soltou um suspiro pesado e passou a mão em seus cabelos em forma de nervosismo. Eu: o que está acontecendo? ela sempre ficou aqui enquanto falamos de trabalho e agora saiu sem mais nem menos.- falei confuso, nunca me importei de falar nada na frente da pequena mulher que sthefanie havia se tornado muito pelo contrário sempre gostei quando dava sua opinião sobre o que estávamos trabalhando como eu mesmo havia dito, adorava esse jeito dela de querer sempre estar por dentro dos negócios da família, eu sabia muito bem que a empresa estaria em boas mãos. Sempre quis ter filhos justamente pra ter com quem deixar a empresa quando a minha hora chegasse, só que infelizmente esse sonho eu não pude realizar e sei muito bem que ela seria capaz de cuidar disso tudo quando eu e o pai dela não estiver mais aqui. jonas: ela é soraya brigaram como sempre, porém a briga hoje foi mais séria do que o normal, e sem contar que está chateada por causa de um carinha aí que ela é apaixonada- ele falou e aquilo de certa forma me deixou desconfortável mais fingir não ligar, só que o que mais me deixa intrigado era essa implicância de soraya com a filha, não fazia sentido nenhum... eu: você tem que resolver essa situação jonas, já está passando da hora.. não faz sentido nenhum essa briga toda só porque a menina não está seguindo o sonho da mãe. - eu falei, desde que essa situação começou eu já havia avisado pra ele mais também só agora e sim quando sthefanie ainda era uma criança e a mãe obrigava ela a fazer aulas de balé e você via nítido que a menina não gostava- é não é de hoje que eu venho falando isso com você, está passando da hora de você tomar uma atitude ou essa situação vai piorar, tudo bem soraya não apoiar a decisão da filha e um direito dela isso mais existe a parte do respeito e isso é o essencial. - completei, eu não estava errado cada um tem uma opinião diferente, atitudes diferentes e não basta você julgar por pensar errado e sim aceitar calado o respeito e base de qualquer coisa. jonas: aí meu amigo, já não sei o que fazer com essa situação converso sempre com soraya mais nada muda....- ele fala conversamos sobre isso, dei alguns conselhos mais logo mudamos o assunto pra negócios que estávamos querendo fazer. sthefanie: desculpa atrapalhar a conversa de vocês , mais tio a Lúcia ligou e falou que não precisa esperar ela acordado porque ela iria chegar tarde- ela falou saindo da sala novamente jonas: lucia e suas saidas- ele falou me observando como sempre fazia quando o assunto era a minha mulher- você fala de mim mais também está na hora de tomar uma atitude e vive sabe bem disso, não é questão de prender ela ou controlar ela... isso te incomoda e eu vejo isso em seu rosto então toma uma atitude- ele disse, suspirei fundo frustrado com toda essa situação não entendia o que lucia fazia até tarde da noite na rua, apesar dela ter se tornado uma estilista ela odiava trabalhar, adorava a vida boa que eu podia proporcionar pra ela, era roupas, sapatos,joias, bolsas de últimas geração na hora que queria. almoços com as amigas, leilão e o que mais o dinheiro podia dar a ela, mesmo cheio de trabalho fazia questão de chegar em casa cedo pra não ter motivos de brigas e também pra ficar ao seu lado só que isso não acontecia, por isso pensava em uma viagem de lua de mel pra ver se esse clima mudasse e melhorasse em nosso casamento. ............
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