Capítulo 1
Marciana
O dia m*l clareou e a Vera já me acordava aos gritos, como se eu fosse surda!
— Marciana... — A voz de Vera é irritante e bastante aguda, ao ponto de deixar qualquer pessoa irritada.
— Já estou levantando Vera, não precisa berrar sempre às seis da manhã por mim, não! Sabe muito bem que minha noite foi cansativa demais e eu m*l consegui dormir essa noite. — Na noite passada eu fiz loucuras, entrei em um ménage aleatório e agora estou aqui, completamente fodida de sono.
— Oras, eu não tenho culpa se você passou a noite inteira na gandaia e já faz tempo que não é mais seis horas. Suco ou café, dona Marci. — Marci é como os íntimos me chamam e Verá é uma dessas pessoas.
— Sabe muito bem que eu odeio esses sucos sem gosto algum que você ama me oferecer. Mas não precisa pôr a mesa, eu já estou de saída.
— Posso saber como vai se manter de pé durante o dia inteiro? — Vera me mimava como se eu fosse uma criança e no fundo eu gostava disso.
— Antes de sair eu juro que como alguma coisa.
Levantei com preguiça e antes de prosseguir até a cozinha, meu celular bipou com a chegada de muitas notificações de mensagens. Era Alice, surtando ainda tão cedo.
Mensagem Ativa
— Posso saber por onde você anda? Estou te ligando há horas e nada de retorno da sua parte.
— Por incrível que pareça hoje eu estou em casa, Alice. Poxa, eu não sou escrava não, sabia?
— Deveria ter avisado antes. Madson passou a noite inteira aqui, sempre me cercava e perguntava por você. O homem estava louco, por que não avisou a ele que não iria vir ontem?
— Alice, eu não devo satisfações da minha vida a ninguém, muito menos ao Madson. Se eu não fui trabalhar ontem, significa que eu não estava com vontade. Qual é a dele também?
— Deveria ter deixado isso bem claro pra ele, o homem está doido aqui, Marciana. Tem noção do perigo?
— f**a-se, vou por o celular pra dar uma carga e depois nos falamos.
— Ok… Max acabou de chegar aqui também.
Mensagem Inativa
No começo Madson era um cara legal, do qual eu gostava de ter por perto, mas nada com base em relacionamento amoroso ou algo do tipo. Sempre deixei bem claro que ele pode ser meu preferido, mas jamais me terá.
— Alfredo já está estando você lá embaixo. -— essa Vera não me engana, eu sempre desconfiei que existe algo entre ela e o Alfredo, espero estar certa, ambos são um amorzinho.
— Avise que eu já estou descendo.
— Não vai mesmo comer nada? — Ela era insistente e não vai parar de perguntar até que eu coma algo.
— Antes de sair eu juro que como alguma coisa, agora pode ir. Aproveite seu dia
Olhei pela janela e vi Alfredo regando as rosas do meu jardim, ao mesmo tempo que conversava com Vera, é errado imaginar os dois juntos?
Essa noite sem dúvidas foi uma das mais calorosas que eu já tive em toda minha vida. Estou completamente fodida, Bernardo está sempre me surpreendendo, mas essa ele se superou. Em alguns momentos cheguei ao ápice várias vezes em apenas alguns segundos, senti que eu não iria viver hoje de tantos orgasmos que eu tive.
Eu não sou uma pessoa sentimental, mas confesso que amo o jeito como Bernardo me trata, o melhor e que é tudo sem sentimentos. Apenas feição, eu gosto da nossa relação e jamais quero ir além.
— c*****o, Marciana, que horas você vai sair daí pelo amor? — A voz de Alice me irrita quando soa alta, ela hoje estava insuportável, como se não bastasse ainda veio aqui.
— Que p***a veio fazer aqui? Eu avisei que já estava indo. Por que não consegue esperar? — Gritei e ela falou algo que eu não entendi.
— Eu estou falando sério c*****o. Marciana! — Ela falava em um tom mais baixo, sua voz estava cansada e parecia realmente brava, mas não comigo.
— Avisa que vai entrar da próxima vez. Você precisa relaxar um pouco, Alice. Está tensa demais, como consegue viver assim, vamos sair qualquer dia desses, saiba que eu também sinto saudades?
— Eu não sei se é uma boa ideia agora, há muitas coisas que eu tenho que esclarecer. Madson está esperando uma resposta do porque não apareceu. — Alice estava cansada, eu também. Por isso vou dar uma lição no Madison, ele terá que entender que eu não sou prioridade dele e que, se quiser falar comigo, que venha até mim.
— Por que se preocupar tanto com isso? Olha pra mim! Você me vê uma máquina de sexo? Porque eu não sou. Sei que quando eu vou os livros são maiores, mas vocês tem que entender que eu sou humana e me canso, além disso eu tenho minha própria vida. Agora sai daqui e me deixa tomar banho em paz.
(...)
— Que surpresa boa te ver por aqui. Como anda a vida? — Max toca em meu ombro, fazendo meu corpo dar um leve pulo pelo susto.
Max é o tipo de cara que é p*u pra toda obra, mas que detesta trabalhar, até hoje vive às custas do pai que o banca. Segundo ele, ele não nasceu para trabalhar.
— Minha vida anda muito bem, já a sua… o que faz aqui tão cedo?
— Tava passando pra ir trabalhar quando vi seu carro aqui e vim te ver. — Max estava próximo demais, a um passo de me beijar.
— E não vai me dizer que vai desistir de ir só porque me viu aqui? — Pergunto e o vejo me beijar, retribuo porque é o MAX, o cara que tem uma pegada surreal, acho que isso que me atraiu nele.
Eu poderia estar fodendo com qualquer magnata nesse momento, mas eu ainda prefiro a minha companhia. Mesmo com o Max chegando pra tirar minha paz, eu sou feliz assim. Sou feliz com essa vida que eu levo. Estava na beira de uma praia, sentada numa canga na cor vermelha e com uma caixa térmica ao meu lado, onde estava algumas cervejas e minha paz.
— Olhas só quem vai passando em pleno sábado, com a sua amada ao seu lado! — Falei me referindo ao Michael, irmão de Madson e um grande pedaço de m*l caminho. Mas apenas me olhou e deve ter pensado "mas que p***a é essa?"
Todo mundo sabia que Michael e Mab tinham um casamento de fachada, porque, quem em plena consciência vai andar com sua amada no calçadão de Copacabana de cara fechada e sem mãos dadas? Mas, enfim… o que importa mesmo é o que ele tem no bolso e não é pouco.
— E posso chegar a conclusão que alguém está interessada? — Max me cutuca fazendo com que eu olhe para o lado e ao mesmo tempo em que viro meu rosto vejo Michael me olhando, ou melhor, olhando para minha b***a que estava exposta ao Sol.
— Esse aí nunca fez meu tipo, além disso, todo mundo sabe que ele não larga dessa mulher e sem dúvidas é p*u mandado dela.
— Por que diz isso? Você nem conhece o cara!
— Baby, quando alguém se tem fama de tal coisa é porque faz jus a isso. E, eu sei o que estou falando. Agora eu preciso ir, já deu pra mim por hoje aqui. — Enrolei a canga em minha cintura, apenas para cobrir a micro calcinha que eu estava vestida e fui…
(...)
Passei a tarde inteira assistindo bobagens e quando dei por conta já se passavam das oito da noite, havia várias mensagens de Madson que por sua vez é irmão do Michael e tenho que admitir que ambos são um gato, eu super pegaria os dois, mas não curto homens casados.
— Eu juro que se você não chegasse agora mesmo, eu irei lá te tirar a força daquela casa. — Alice falava como se tivesse algum poder sobre mim.
Aos sábados eu sempre dou prioridade ao Madson. Nós vamos a loucura com tudo que acontece dentro daquele quarto. Hoje eu usava uma cinta liga bege, um plug de coelhinha e dentro da bolsa tinha alguns acessórios para deixar a noite ainda mais interessante.
— Por que sempre vem tão gostosa assim? Sabe que eu não aguento tanto. — Madson me comia com os olhos enquanto me olhava descer e subir no poli dance de prata. A sala é dele e toda tomada no luxo. O piso é de mármore e o quarto é todo espelhado, me sinto desejada perto dele, a estranha sensação de fodida me toma, pois é assim que eu sempre saio de dentro deste quarto tão peculiar.
— Ah… você sabe que eu tenho que fazer valer a pena, porque eu também te desejo. — Sorrio deixando transparecer a minha cara de v***a. Sim, eu estava implorando internamente para ser fodida por ele o mais rápido possível.
Madson não tinha delicadeza. Sua boa tomou a minha em um beijo cheio de desejo, feroz e gostoso. Ele me dedilhava com maestria, seu toque intenso, a penetração de seus dois dedos em minha b****a me fazia ir à loucura.
— Fica de quatro pra mim, minha v***a. — Cedi ao seu pedido de forma sexy. Madson me deitou na grande cama cama redonda, puxando minha cintura para mais próximo de si e antes que eu pudesse ficar de bruços para me empinar toda, ele enfiou um dos dedo em minha v****a, sugando meu c******s com a boca e retirando o plug de forma vagarosa, o que me fez arquear as costas e deixar leves gemidos de prazer escaparem.
— Você é minha! Minha v***a! — Sua voz estava cansada e até onde eu me lembro, sempre que ouço essa curta frases sei que também irei ser fodida sem pena.
Ergui meu corpo, ficando com a b***a totalmente empinada e lhe dando a perfeita visão dos meus dois meios de entrada. Sentia seu p*u pincelando meu orifício, já lhe dando o alerta que o mesmo iria ser invadido em poucos minutos. Senti a cabeça entrar de uma vez, me fazendo gritar, não de dor, mas de prazer pois era uma coisa que eu amava fazer com Madson.
Várias sequências de entra e sai da minha b****a. sentir meu corpo chegando ao limite e a pressão vindo. Minhas pernas tremeram e eu senti o orgasmo, ele segurou firme em minha cintura porque ele já conhece quando eu estou no clímax. Suas mãos apertam minha b***a, os gritos que saem da minha boca fazem eco no quarto inteiro.
Me joguei na cama exausta e ele seguiu em direção ao banheiro. O valor sempre é debitado em minha conta antes mesmo que eu entre no quarto e depois daqui eu tenho que ficar a noite toda fazendo companhia a ele, porém, ele já é um cara que eu não tenho como meu acompanhante, mas sim como uma f**a fixa e eu amo isso.
— Você não vem? — Sua voz penetrou meus ouvidos, me fazendo voltar à realidade.
Com o corpo molhado e respirando água, ele me olhava de forma desejável. Levantei com uma expressão de felicidade e sorri para ele que veio andando em minha direção, me pegando em seus braços e me levando para dentro do box consigo.