— Não acha que vai um pouco rápido com a Bel?
Jadson chama minha atenção, mas não devido a sua pergunta, mas devido à maneira como eu a chamo. Eu lancei uma das minhas sobrancelhas e dei-lhe um olhar assassino.
— Não diga assim. — ordem irritante. — O nome dela é Bela, diga assim.
— O quê? — Você está louco? Eu vou chamá-la do que eu quiser, não é sua para me dizer que maneira devo chamar. — Eu sei que ele diz isso para me irritar.
Sabendo disso e você vai estragar tudo.
Anuncie minha consciência.
— Se apreciam a minha amizade, apenas a chamam pelo nome sem abreviaturas ou juro, ficam sem bolas. — dentária entre os dentes.
Jason me vê de surpresa. Eu entendo seu espanto, eu nunca fui possessivo com uma mulher, tirando minha irmã ou mãe, ninguém mexe com eles, isso é mais do que claro. Voltando ao importante, Bela provoca esse sentimento em mim, sendo possessiva e com ciúmes dela, não sei se tenho medo que ela volte para Douglas ou perca o pouco que tenho com ela, mas não quero que ninguém além de mim, admire o quão bonita ela é.
— Agradeço por isso, vou dizer que... — faz uma pausa sem parar para o meu gosto. — Quando chego à empresa, esbarrei nela e segurei-a pelos quadris, por menos de cinco minutos. Foi um acidente.
— Eu te mato! — Eu exclamo em pé. — Como se atreve a tocá-la? — rosnando querendo subir na mesa e encurtar a distância entre os dois.
— Ela deu um passo atrás, eu não tive tempo para me esquivar dela. — é justificado pelas mãos no ar. — Foi um acidente e******o, não seja dramático. — vire os olhos.
— É frágil, você pode quebrá-lo. Não a toque novamente. — parando sentando-se novamente.
— Você ouve a si? Você soa como um maníaco, obsessivo. Você não é assim. — cruza os braços.
— Bela, minha Bela!— Eu esclareço para você entender. — Você este louco.— eu aponto para mim mesmo.
— Vejo que o amor bater com força. — n**a várias vezes pegando pasta na secretária. — E diz, Romeu, o que vai acontecer quando o Douglas aparecer?
— Isso não irá acontecer. — levanta uma de suas sobrancelhas. — Eu deixei claro para ele, recentemente.
— O que está a tentar dizer?
Conto a história entre a Bela e o Douglas, o pouco que sei. Eles não estão mais junto, ela descobriu sobre infidelidade com Ana, que sempre foi o caso, que ela não me disse, mas aquele que conhece seu entorno sabe disso. Que ele a assedia para ligar e não a deixa respirar, então sem a permissão dele eu avisei o bastardo que se ele ligar de novo ele terá problemas. Eu digo a ela lá em cima, eu não digo que eu estava morrendo de vontade de beijá-la porque ela vai dizer que eu sou louco.
— Você é louco.
- Você disse?
Minha consciência ri de mim.
— Como entra na vida dela assim? Você vai assustá-la. — assegure. — Eu você ela e eu fujo.
— Eu fugiria se te visse à noite, tu é muito feio.
Jadson me mata com os olhos.
— Imaturo! — exclama. — Estou a falando sério, o que pensa ela de e? O que sente por ela? — franziu a testa um pouco confusa. — O desejo com uma pessoa é uma forma de sentir algo por alguém. — explica-me para que eu compreenda.
— Eu não sei. Não pergunte. — Toco no meu queixo com dúvida. — pergunto-lhe?
— Não! — grito a segurar na cabeça. — Como pode pensar em perguntar?
— E o que quer que eu faça? Não faço ideia do que fazer com uma mulher. — Nem sei porque estou a dizer, sabe. — Nunca tente conquistar ou chamar a sua atenção. Sempre houve mulheres, é a noite e então um novo dia começa onde eu nem me lembro do que diabos elas são chamadas e não é arrogante, mas eu realmente não presto atenção a elas e com Bela e diferente.
— Tem sido o amor da tua vida. — interrompe a ter a minha atenção completamente. — Não estou a dizer que a ama agora, mas que sempre ansiava e apreciaste vê-la de longe. Lembro daqueles momentos de dor, não é?
— Não, por mais e******o que pareça, não.
— Vi-te perdido nas sombras, a tentar esquecer e que nem um café tinha partilhado. — é tão verdadeiro como o dia tem vinte e quatro horas. — Foi amor à primeira vista.
— Foi e o tempo passou e ele ensinou-me que eu devia entrar no trem. Não terei a mesma oportunidade duas vezes na vida.
Tenho a certeza que devia continuar, não vou deixá-la sair das minhas mãos, não desta vez. O destino colocou cara a cara por alguma coisa. A única coisa boa que a morte do meu amado pai trouxe é ela, como se ele a enviasse para cuidar de mim e eu tomasse isso como expectativa de vida.
(...)
O resto da manhã foi passado com Jadson organizando pastas e lendo contratos que estavam prontos para serem executados, mas com a morte do meu pai, ele parou. Em poucos minutos devo participar de uma reunião com o conselho, que Bela organiza, espero que ela tenha conseguido, mesmo que eu tenha oferecido a minha ajuda, ela disse não, que ela pode sozinha e confiou no que ela me diz.
Algumas batidas na porta me tiram dos meus pensamentos. Eu vejo Jadson lendo parágrafo por parágrafo para me ajudar na reunião e estar preparado, porque já sabemos que eles não me querem aqui.
— Pass. — ordem.
Uma cabeça de juba marrom escuro e olhos de jogo espreitam pela porta. Bela vem com algumas pastas na mão e, por outro lado, uma bandeja com duas xícaras de café. Estou impressionado que ela pode andar, malabarismos para fechar a porta com o pé, e começa a sua caminhada em nossa direção.
— Aqui está o café — veja as pastas e depois. — Pode me ajudar? — pergunta
Reaja, i****a, você parece atordoado.
É que eu sou devido ao quão bonito é. Pelo amor de Deus, alguém lhe bateu. Peça a minha consciência.
— Deixe, eu faço. — Eu ouço a voz de Jadson. — Você e mais i****a do que ele é. — ele garante levantar-se para ajudar Bela.