Capítulo15

1365 Words
Minha boca se abre. Fico sem palavras com o que ele afirma. O deu pai isso e uma verdadeira dor, sei muito bem o que esta sentindo. Acene várias vezes. Não sei o que vai acontecer cm essa loucura profissional, no entanto, não espero cometer, mas loucuras e esquecer Douglas e continuar minha vida sem problemas e criar meu filho. Eu vejo Bela escolher sorvete, parece que ela vai escolher ois, ela leva todo o seu tempo, pede um e diz não ao segundo. O jovem que está cuidando dela já a cutucou e é que o pobre homem não sabe o que fazer, servir ou não. Não pensei que ela fosse tão indecisa ou foram os nervos que a colocaram assim. Ela tem evitado o assunto desde que decidimos ir para o sorvete. Ela só me deu condolências pelo meu pai e fui eu quem falou como um papagaio, e eu disse a ela algumas partes do meu retorno apressado a Chicago. Por sua vez, eu evito o assunto de Douglas. Eu não sei se eu ainda estou com ele ou não, embora pelo que eu ouço da conversa telefônica eu acho que não, eu realmente espero não, já que este i****a iria impedir os meus planos. - O que são esses? Minha consciência me interrompe. Conquistar a senhora? Usá-la como um objeto s****l? Apaixonar-se por ela? - Pelo amor de Deus, eu grito por mim mesmo. Eu não vou responder nada, porque eu não sou nem mesmo claro sobre isso, eu só sei que ela foi o meu primeiro amor platônico, um daqueles que você se torna incompetente, você não pensa as coisas claramente, você acredita em contos de fadas e age de forma errática. Eu pareço brega?, e bem, eu serei. A culpa é de Bela, ela tirou aquela parte de mim na época, que desapareceu para se tornar o don Juan que eu sou hoje. Por isso não sei o que quero com ela. Deixe fluir e com o tempo será visto. É melhor ver agora que sua amada vai deixar o jovem louco. Eu ouço o que minha consciência diz, já que eu sinto pena deste. — De morango. — Eu intervenho chamando a atenção de ambos. — Você me convidou para sorvete de morango e é o que eu quero. — dictamino antes de seu olhar suspeito. — Bem — bufa cruzando os braços. — Se dependesse de mim, vou levar todos os meus gostos. — vejo-a lamber os lábios com fome. — Está a comendo muito? — índice curioso. Eu não acho que sim, já que é muito fino, no outro extremo eu diria. — Não tanto quanto eu gostaria. Manter a forma é uma obrigação. — gabar-se entre os dentes. Eu franzo a testa confuso, o que significa? Doglas força-a a comer pouco? Esse homem é um i****a e Bela não tem amor próprio. Como uma pessoa vai limitar sua dieta devido à forma ou beleza? A cada minuto que passo com ela, sinto mais tristeza e raiva ao mesmo tempo. — Você pode dizer que — me encoraja tomando o pote de sorvete. — Eu sou e******o — tire dinheiro da bolsa dela e tente pagar. — Não — Eu seguro a tua mão no ar. Ela e o jovem vêem-me surpreendido. — eu pago. — Eu não acho... — Não foi uma pergunta. — rosna quando vê que insiste. Eu pago jovem e deixo a mudança como um agradecimento pela paciência que ele teve, alguém teria jogado na quinta mudança de sorvete, disse ele, mas ela aguentou e mudou cerca de dez vezes. Esse homem merece o prêmio de paciência. — Você não é e******o — Retomo a conversa deixando as instalações e caminhando em direção ao meu carro. — Você comete erros quando está apaixonado. — a última palavra me incomoda. Incomoda-te que eu não esteja apaixonada por ti. É verdade o que diz a minha consciência. — Bem, dizem que o amor é cego, surdo e e******o. — relutantemente cheira a comer gelado. — Quer? — parece estar a significar, acho que quando a vejo comer rápido. — E se você me der — eu provoco e suas bochechas ficam vermelhas. Ele passa-me com o seu olhar baixo. — Comemo-la no carro ou aqui ?, embora esteja frio. A digitalização frente a frente e tanto quanto o conjunto de escritório e o casaco longo que está vestindo não são suficientes para encobrir o frio. Eu a vejo mordendo os lábios com insegurança. — É para não ficarmos doentes, mas se gostar sentamo-nos. — sinto que inventei e vou mais rápido do que uma locomotiva com ela. — Você sente? Nem mesmo a luz é tão rápida quanto você. Avisa a minha consciência divertida. — Se não se importa de sujar o carro, pode estar lá — sussurro quase inaudível. — Está frio — abraça-se. — Obviamente não. Ela está lá para me servir, para não tê-la como se fosse uma filha — falo a andar no carro. — Se ficar sujo, lava, quebra, é fixo e assim por diante. — Eu explico abrindo a porta para ela. Eu com alguns centímetros para deixá-la para cima, não muito, já que eu gosto de tê-la por perto. Ele me vê e então o lugar que eu lhe dei, ela n**a coçar o pescoço um pouco nervosa e passa por mim deixando sua fragrância impregnada no meu nariz, cheira tão bem, eu acho que quando seu corpo quente entra no meu carro. — Como será difícil tê-la tão perto num espaço pequeno. Coloquei meus pensamentos de lado para cercar meu carro e entrar nele. Eu não faço nada além de inclinar minha b***a nesta cadeira quando sou vergonhosamente roubado. Bela tira minhas mãos e engole algumas colheres em sua boca. Continuo a vê-la como uma tola pela impudência que tem. — Desculpe, estou com fome. — ou tente encobrir as suas tristezas, acho. — Diga o que fez estes anos. — procure informação sem divulgar o que quero saber. — E então você vai me falar sobre você. — Eu aponto dando vida ao motor. Dou um olhar lateral para apreciar suas maçãs do rosto vermelhas por vergonha. Ela parece muito tímida, mais do que eu me lembro. Estaciono o carro em frente ao prédio dela, o tempo passou e o pote de sorvete quase se esgota, se porque foi ela quem comeu sozinho, disse, se eu m*l comi três colheres de sopa foi muito, onde ele se encaixa tanto? Ele gostou enquanto ouvia atentamente para contar a ele sobre a vida monótona que ela levou em Nova York, como eu aprendi sobre a maneira como eu voltei, decidir assumir o negócio da família dela, sua vontade que não quer que eu arruíne a minha vida. — Todas as mães preocupam com os filhos — falam depois de muito tempo em silêncio. — A minha é muito pesada, vive a chamar e a controlar para o ar que respiro, segundo ela, isso é amor de mãe. — Faz uma cara engraçada com os lábios. — O dia em que ter filhos, que acho que não vai acontecer, não vou ser tão tóxico, por Deus! — levante as mãos para o ar com e tudo. Uma imagem de Bela grávida rouba um pequeno sorriso de mim. Vê-la com uma barriga enorme, comer muito sorvete e mil mudanças de humor deve ser um grande espetáculo. — Você não saberá se vai ter filhos — murmúrio chamando sua atenção. — Passei falando de mim mesmo. — Eu sei e aprecio — veja o pote com cuidado. — Não foi tão bom. — está vazio. — O quê? Mas se você foi você mesmo que comeu. — Eu viro os olhos e rio. — Quando estou nervoso no máximo. — diz-me a olhar pela janela. — Eu deixo nervoso? Seus olhos escuros voltam para mim rapidamente, ele morde os lábios nervosamente. Ela parece muito inocente e sexy ao mesmo tempo. Ele consegue espasmo todo o meu corpo, variando de meus pés à minha cabeça, mas é acentuado entre as minhas pernas. Desejo é a palavra correta. Eu quero, eu acho.
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