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A noiva do vampiro

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Blurb

Catarina é uma bruxa, o sangue dela é uma delícia para os vampiros, um vício para os recém criados e um afrodisíaco para os vampiros velhos, os lordes. As Bruxas dos covens mais poderosos são ainda mais preciosas e degustáveis para os demônios sugadores de sangue, ela era uma dessas, ela era Catarina, da casa Isador, Filha da poderosa bruxa Safi. Sua bênção de Ailim era a fauna, A Mana de Catarina Isador se conectava com a natureza, mas agora ela não podia mais usar seus poderes. Colares mágicos anuladores impedia que elas usassem sua benção, ela e as cinco bruxas cativas estavam em sérios problemas.

Uma pequena frota de vampiros conseguira atravessar todos os covens do seu país e chegaram ao centro, onde as aprendizes iam para aprimorarem sua Mana, eles as pegaram de surpresa e agora estavam em Ailidia, acorrentadas. O combate entre os dois reinos ainda se mantinha, mas não de forma direta como acontecera há muito. Catarina sabia o que as esperava na capital de Ailidia, a morte mais dolorosa possível. O rei vampiro era conhecido por ser sanguinário e implacável.

A missão de Catarina Isador é convencer o rei a poupar suas irmãs de coven trocando um grande segredo pela liberdade das outras bruxas. Seus planos consistem em esperar pela confiança dos demônios sugadores de sangue, até que ela tenha uma oportunidade de fugir e voltar para sua terra, seu país, Catarina não imaginava que seu coração palpitaria por outra coisa que não fosse medo na presença do rei. Amar o inimigo natural de sua espécie a torna uma traidora? Sim, duplo sim!

Foi muito fácil amar o rei, ele não era o que ela imaginava, pelo menos, não com ela. Ele era doce de um modo distorcido e trazia à tona a sensibilidade de seu corpo, estar em sua presença tirou o pesado fardo que Catarina carregava por ser filha de Safi, líder dos covens. A cada dia que passava, e ela continua cativa, era amedrontadoramente delicioso, o demônio sugador de sangue descobrirá quem era sua mãe? E a usará para fins nefastos? não importava, ele não poderia mais matá-la, O rei estava viciado em seu sangue, precisava dela.

Catarina vai descobrir que o ama quando o rei vampiro fura seu pescoço com presas afiadas sugando seu sangue quente e vai amar cada momento disso, enquanto durar.

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Meu sangue é uma delícia para os vampiros
As grossas correntes de metal roçam umas nas outras. Seus zumbidos tintilantes entram em seus ouvidos e castigam a estrutura delicada. Ela nunca tinha sido picada por abelhas, mas havia escutado o bater das asas assustadoramente próximas aos seus ouvidos, um dos malefícios de sua mana ser a flora; os animais e insetos não a viam como uma ameaça e se aproximavam dela sem temor. Esse zumbido, de um enxame de abelhas, atormentava sua audição com o constante roçar do metal frio contra sua pele. Era como esmagar seu cérebro a cada passo. A menina, desnutrida demais para ser reconhecida como mulher, baixou o olhar do céu e tentou verificar as outras escravas à sua frente. O calor que castigava sua pele chegara aos seus neurônios e os assava lenta e vagarosamente, um por um. Ela viu duas de cada uma das escravas conectadas às correntes, pelo balançar constante dos metais; às vezes, ela via três da mesma, a visão afetada pelas péssimas condições de sua mana e de seu corpo. Catarina puxou o canto de um dos lábios em um meio sorriso pelo pensamento equivocado. O que ela esperava? Uvas em sua boca e massagem nos pés? Agora ela estava nas mesmas condições de um escravo de guerra. Sim, uvas seriam uma ótima pedida. Ela lambeu os lábios ao lembrar do sabor doce da fruta; a textura engomada e a abundância que Catarina estava acostumada a produzir frustraram o estômago dela. Sua mana jamais a deixara passar fome; ela poderia ordenar que um pomar diversificado crescesse ao seu bel prazer na sua frente com todas as frutas que pudesse imaginar, e não sofreria ao fazê-lo. Catarina preferia suas uvas sem caroço, mas sempre as dava com caroço para quem pedisse; esse era um segredinho que só as bruxas da flora compartilhavam. Seu estômago roncou, necessitando de suprimentos. Havia dois dias que não comia; só lhes deram um punhado de água para que não morressem desidratadas. A mente delirante começara a pesar sobre seus ombros. Os ossos à mostra na sua clavícula, as omoplatas evidentes e a fina pele, queimada pelo sol, cobrindo seu raquítico corpo, evidenciaram que a jovem não aguentaria a jornada por muito mais tempo. Esse certamente deveria ser o pensamento dos carrascos que as escoltavam usando o emblema do país sombrio. Eles não poderiam estar mais enganados sobre ela, sobre elas. Seu espírito era feroz feito o mais sangrento dos felinos; a força de vontade dela brilhava em um azul claro como o céu em dias de verão. Seus malfeitores não enxergavam a energia potente vazando de seus corpos. Suas irmãs de coven se alimentavam dela; ela era a última do alto magistrado do coven. Ser a mais jovem não lhe tirava suas responsabilidades. Com a mana maior, era seu dever alimentar as outras que estavam fracas. O reino de Laidia era muito pior do que ela supora e, para elas, como prisioneiras de guerra, a labuta seria ainda mais severa. Os demônios sugadores de sangue as fariam sofrer antes de sugar o sangue delas; nenhuma das bruxas que foram capturadas voltou para contar seu sofrimento. Devem ter morrido sentindo muita dor e agonia. Catarina fecha os olhos e inspira forte, cansada de ter sua mana sugada por suas companheiras e pelo colar maldito. Todas as cinco estavam se alimentando dela; era sua função proteger ou, pelo menos, não deixar que elas morressem por não conseguirem sugar mana da natureza. Por mais que sua energia fosse grande, se esgotaria em algum momento. Então, elas deveriam chegar ao seu destino o mais rápido possível, ou pereceriam. Seria fácil pedir emprestado o poder da natureza e se libertar. Ela invocaria as raízes e plantas que adornavam o caminho e as faria se alimentarem de toda a água que havia no sangue das bestas sugadoras de sangue que as acompanhavam. Suas irmãs, humilhadas como ela, peladas, expostas ao tempo controverso de Laidia, também poderiam manipular outros elementos da natureza. Os colares em seus pescoços as impediam de se defender. O entalhado envolto em encantos obscuros não poderia ser tirado, a não ser por quem o fez. A jovem costumava achar as forças da natureza equilibradas. Quando os dias de labuta se instalavam, os herbívoros não se reproduziam em demasia; logo, a população de felinos não crescia. Era o ciclo da vida, o equilíbrio, a vida e a morte. A natureza deu poder a uma planta para minar os poderes dos covens temporariamente; ninguém deveria ter todo o poder concentrado nas mãos. Os sugadores de vida usaram isso contra elas. O coven principal fora invadido e as aprendizes capturadas. Elas estavam caminhando para o fim certo. O rei deveria querer sugar o sangue delas até a última gota e mandar sua cabeça em uma bandeja de prata para a sua mãe. Catarina tinha quase certeza de que ele já sabia de quem ela era filha; eles não mandariam vampiros em uma missão quase suicida apenas para capturar aprendizes. Ou poderia ser por outros motivos que ela desconhecia. A guerra durara tantos anos que ela não se lembra de quando houve paz. Bruxas e vampiros eram inimigos de sangue; o sangue do coven tinha o que nenhum outro ser possuía: contato constante com as forças da natureza, vida embebida em mana. E eles estavam desesperados por vida; poderiam se viciar no sangue de bruxas com apenas uma única gota. Vergonhosamente, um arrepio de medo estremeceu seus joelhos; gelo tomou conta de seu peito, e temeu mais uma vez. Ela morreria, e não seria fácil; eles iriam quebrar seus espíritos antes de matá-las. Ergueu a cabeça decidida, pisando no seu medo obscuro. Ela se recusava a baixar a cabeça e ceder no meio de um lugar mísero. Seu nome era Catarina, da casa de Isador, filha de Safi! Ela balançou a cabeça, disposta a gastar todo o seu fio de mana para não ceder. Catarina tragou tanto ar que inchou seus pulmões ao máximo e continuou a caminhada. O caminho sinuoso jazia contaminado de pedras pontudas, poças com lama escura repleta de dejetos de animais, folhas e frutas selvagens podres complementavam a mistura insalubre. A lama entrava constantemente em contato com os ferimentos dos seus pés; a algema enferrujada cortava sua carne a cada passo, expondo seu corpo a possíveis infecções e doenças diversas. "Andem mais rápido!" O sugador mais próximo puxou as rédeas de seu cavalo, fazendo-o parar, e ergueu o chicote com tiras de couro marrom, pronto para acertar Paika Anchernor. Pressionando as pálpebras, Catarina apressou o passo e se meteu na frente da chicotada inevitável. "Ailim Catenuem" gritou para a natureza sua agonia. As tiras do couro eram finas o bastante para cortarem a carne de suas costas profundamente. Arqueou para frente, não tombando por estar conectada com a retaguarda e a vanguarda, pelas mãos e pés. "Calada, bruxa!" A sombra que projetou-se no chão mostrava o demônio de Laidia erguendo, novamente, as mãos para lhe infringir mais agonia. O cavalo que ele montava relinchou, bêbado pela energia agoniante que sua dor serpenteava em suas narinas sensíveis. Ela poderia não controlar os animais como as bruxas da fauna faziam, mas a natureza tinha um pequeno fio que os conectava. O malfeitor facilmente se equilibrou em cima do alazão e certamente voltaria a lhe infligir dor novamente; chicoteá-las tornou-se um hobby para os malditos vampiros. Catarina cairia com a próxima chibatada. Seu espírito era imenso, mas sua força física era fraca. "Basta! O rei pendurará vossa cabeça na ponta de uma lança se uma delas perecer." O cavaleiro demônio que guiava o pequeno comboio, o líder, agarrou a mão do agressor. Ele a soltou depois que o carrasco recuou. Serviu. O sugador de sangue que impediu o demônio de bater nela voltou à sua posição inicial antes de olhá-la; sua atenção não tinha a apreciação s****l que os demais vampiros tinham. Esse, em particular, deveria ser um lorde velho; o cheiro de sangue das chibatadas não o tratavam como fariam com um recém-transformado. Catarina sabia que quanto mais velho um demônio de sangue fosse, mais ele poderia sentir a energia natural que uma bruxa exalava. Não importava; eles sabiam que elas eram de um coven, que eram bruxas. Era por isso que estavam acorrentadas. A coluna dela latejou, arrancando-lhe um silvo de dor. Sangue desceu de suas costas, deixando uma trilha carmesim para trás. Os vampiros que as escoltavam tinham algum tempo na terra, já que não estavam lambendo o chão, coletando as gotas escarlates. Gemidos e grunhidos de medo foram proferidos da boca das demais bruxas conectadas às correntes. Todas as meninas acorrentadas eram inimigas como aprendizes na casa Isador; fora do ambiente de treinamento, em Luisia, todas eram aliadas, irmãs e espíritos sem fronteiras. "Não esquecerei do seu feito, irmã", sua maior rival sussurrou à sua frente, virando a face brevemente para cumprimentá-la apropriadamente com um aceno de cabeça. As costas de Paika jaziam igualmente sangrentas; ela era um espírito da natureza livre. Sua mana era a fauna; a natureza dos animais estava enraizada dentro dela, e isso lhe rendeu bastantes chibatadas durante os dias que caminharam. O suspirar coletivo à frente lhe fez agradecer a Ailim por não ter uma morte insignificante em uma estrada moribunda. Catarina chegara ao seu destino. A capital de Laidia, Amas, aparecera no horizonte. O castelo se sobrepunha aos casebres minúsculos de barro e madeira que tornavam a construção central ainda mais imponente. Grandes torres de pedra erguiam-se sobre os muros igualmente enormes. As masmorras, do lado direito, tinham uma vista privilegiada da praça que ficava à frente do castelo. Os prisioneiros assistiam às execuções na praça pública para atiçar sua agonia. O brilho do metal da guilhotina refletia o sol escaldante e podia ser visto de onde elas estavam, muitas milhas longínquas. Até o layout de seu castelo era programado para o sofrimento daqueles que ousavam cruzar seu caminho. O rei de Laidia fazia jus ao seu legado de sangue. As histórias assombrosas que as nossas mães nos contavam quando estávamos sendo malcriadas diziam que o rei vampiro viria nos pegar, amarrando nossos pés e mãos, conectados a quatro cavalos, um para cada m****o, e desceriam a chibata no traseiro dos animais. Assim, eles correriam e haveria um esquartejamento sangrento. Dizem que esse era o destino das bruxas de alta patente que foram capturadas durante a guerra. E Catarina era filha de uma dessas. Dorme, filhinha Do coração Ou os vampiros te sugarão. A lembrança da canção de ninar ainda fazia todos os seus pelos arrepiarem-se. Catarina tinha esperanças de que Isador desvendasse o mistério de como os demônios entraram em Luisia, viajaram até o centro do país, Gârbova, o lugar mais protegido, sem serem notados, e adentraram o coven mais protegido de todas as casas. A casa Isador. Catarina necessitava de um plano de contingência, ou a lâmina da guilhotina conheceria seu pescoço.

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