Minha Mana resmunga, sonolenta, ela está revigorada, totalmente abastada. Instigo-a para que fique atenta, ela não me dá ouvidos. Adormecendo dentro de mim, ignorando tudo sobre a nossa situação. Tateio meu pescoço sentindo o colar, não é o que estava em mim antes. Este é uma joia, não uma coleira, a corrente dourada está cravada na minha pele e o pingente, muito original, vermelho sangue. Depois da minha apresentação e exigências era de se esperar que trocassem, colocassem algo apropriado, mais forte. Talvez seja o corpo descansado e disposto, não medo. Só curiosidade, não importa o que venha a seguir. Não tem a possibilidade de ser pior do que me alto mutilar. A lembrança da dor aguda atravessando meu estômago me faz engolir em seco. Não acredito no que fiz. "Não acredito no que fiz

