Tentação

3397 Words
POV Enzo " O ser humano tem a perversa tendência de transformar o que lhe é proibido em tentação..." No inferno era assim que eu me sentia entrando naquela casa cheia de jovens que acabaram de sair da adolescência cercados de bebida alcoólica sem supervisão dos pais, sexo desenfreado com qualquer um que diga sim, e até drogas. Mas eu não podia sair daquilo porque estava vivendo meu próprio inferno cuidando da filha do presidente como se eu fosse uma babá e no final eu era. Eu estava naquela festa pra não deixar ela beber muito nem se drogar, eu não queria que ela sumisse da minha frente então eu fiquei mais atrás ficando meio escondido pra não chamar atenção dela deixando ela com uma falsa liberdade. Luiza estava conversando de forma animada com um garoto loiro bonito até, eles pareciam que se conheciam, estavam perto da piscina e eu estava afastado vendo do jardim, Renan estava atrás da Eloa em algum lugar da sala, continuei no meu lugar apenas observando a cena, Luiza estava bebendo alguma coisa com vodka. Os dois estavam tão próximos vi o olhar da Luiza correr pelo gramado até ela me achar, me olhando ela se aproximou do garoto loiro o beijando, ela fez de proposito e por algum motivo aquilo me incomodou muito, eu não queria ver aquela cena, então desviei olhar, ela podia fazer o que ela quisesse afinal era livre mas ver ela com outro garoto me deixou irritado. O beijo foi longo mas evitei ficar olhando, quando finalmente acabou Luiza falou algo pro garoto que sorriu mas a Luiza saiu de perto dele indo para dentro, segui ela entrando por outra porta e vi ela enchendo seu copo novamente e ficou na sala agora, novamente seu olhar me buscou e ela me deu um breve sorriso que eu não sabia o que fazer então apenas fiquei no meu lugar. A noite se passou chata, eu tinha que ficar seguindo ela por onde Luiza estivesse indo, em algum momento da noite eu percebi que ela estava bêbada e estava agora conversando com o tal de Raul, a Eloa estava conversando com um outro cara no canto da sala e o Renan estava irritado ao meu lado querendo ir embora e eu também queria, inclusive amanhã elas teriam aula. Luiza estava sorrindo no colo do Raul que falou algo no ouvido dela que sorriu e assentiu, os dois se levantaram mas a Luiza m*l andava direito, ele estava guiando ela pra escada mas ela não estava em condições de fazer nenhum tipo de escolha, vi eles subindo as escadas e fechei minhas mãos em punho. - Ela esta bêbada que inferno - falei pro Renan que assentiu para mim. - Ela nem consegue andar sozinha, eu sei que você falou que não iria importunar mesmo na hora do sexo mas dessa vez vai precisar - disse Renan. - Merda - falei saindo da sala subindo as escadas quase correndo. Entrei no corredor vendo os dois próximos de uma porta que o Raul tentava abrir, me aproximei rápido deles que me olharam, a Luiza com um sorriso e o Raul parecia bravo sem eu ter falado nada. - Está aqui pra ouvir? - perguntou me encarrando sorrindo malicioso. - Não, eu estou aqui pra levar a senhorita Alvares pra casa - falei me aproximando deles. Luiza me olhava surpresa e o Raul tentou esconder ela atrás do seu corpo, parei de frente pra ele que me encarrava com raiva. - Você não manda nela, Luiza pode fazer o que quiser - ele disse irritado. - Ela pode, mas ela esta bêbada não está pensando corretamente - falei encarrando ele que sorriu e olhou pra Luiza que me olhava, seus olhos castanhos meio perdidos. - Você quer ficar comigo não é? - ele perguntou pra Luiza que olhou pra ele e depois olhou para mim. - Eu quero - ela disse meio devagar fazendo ele sorrir. - Ouviu da boca dela agora fica lá na escada - ele disse triunfante. - Chega dessa merda - falei pra ele e segurei seu braço puxando ele pra longe da Luiza com força, ela cambaleou quando o puxei pra longe dela. - Seu filho da... - ele parou de falar quando fiquei na frente dele o encarando com meus punhos fechado. - Sério moleque? Você quer encarrar um veterano de guerra? Agente do governo? - questionei erguendo uma sobrancelha ele bufou irritado. - Ela não quer ir - ele disse irritado. - Ela está bêbada, não tem vergonha de querer t*****r com uma garota nesse estado? - perguntei pra ele que ficou calado. Me virei para a Luiza que estava se segurando na parede, fui até ela segurando seu braço. - Vamos senhorita - falei pra ela segurando sua mão. Luiza nem questionou ela não tinha condições pra isso, ajudei ela descer as escadas e não encontrei com o Renan na sala ela devia estar atrás da Eloa, levei a Luiza para casa andando pelo campus praticamente arrastando ela que não falava nada, eu podia achar que ela estava até dormindo pelo completo silencio se ela não estivesse andando. Quando chegamos no dormitório a Luiza tinha piorado não conseguia ficar nem em pé direto peguei ela no colo levando ela até o seu quarto o que fez ela se agarrar no meu pescoço, quando cheguei no seu quarto eu iria colocar ela em cima da cama mas Luiza continuou segurando no meu pescoço, ela me olhava com um sorriso malicioso nos lábios. - Fica aqui - ela disse sorrindo, revirei os olhos. - Para de besteira - falei pra ela tirando as mãos dela do meu pescoço. Me afastei da cama mas ela segurou meu paletó me segurando com força que eu achei que ela não teria por estar bêbada, Luiza ficou de joelhos na cama ficando com o rosto próximo ao meu. - Não sou bonita o suficiente pra você? - questionou ainda segurando meu paletó e com a mão livre levou até a alça do seu próprio vestido tentando abaixar mas segurei sua mão com força parando seu movimento. - Para com isso, você é meu trabalho - falei pra ela que sorriu e mordeu os lábios, soltando meu paletó. - Pode fazer ele de forma completa - ela disse próximo aos meus lábios e então beijou minha bochecha grudando seu corpo quente ao meu. Aquilo estava me deixando e******o ainda mais quando ela beijou meu pescoço me fazendo estremecer, ela era linda não podia negar, claro que em outras circunstancias eu colocaria ela nessa cama e à foderia. - Eu sei que quer, posso sentir - ela disse pressionando mais seu corpo no meu sentindo minha ereção eu não tinha como negar aquilo, Luiza mordiscou meu pescoço. - Não posso - falei em um sussurro tentando recuperar o juízo. - Não pense - disse no meu ouvido. Senti sua mão sair da minha cintura para me tocar mas antes disso acontecer eu segurei sua mão me afastando dela e encarei seus olhos. - Luiza você esta bêbada, para com essa p***a - falei séria e sai daquele quarto o mais rápido possível. Eu fui praticamente correndo para o meu quarto e me sentei na cama respirando fundo pra tentar entender o que aconteceu, aquela garota de 18 anos tentou me seduzir e eu usei todas as minhas forças pra negar aquilo, se ela não estivesse bêbada com toda certeza eu teria transado com ela naquele quarto por mais que ela fosse filha do presidente, ela era linda e estava se atirando para mim era difícil. - i****a - falei olhando para baixo vendo minha ereção que não queria abaixar. Eu teria que tomar um banho frio pra me livra daquilo o quanto antes, pensei que o banho iria resolver mas não teve jeito eu tive que b*******a punheta pra fazer aquilo passar, aquela garota queria me deixar louco e ela conseguiu porque gozei pensando nela. Quando me deitei na cama ouvi barulhos na sala e a voz do Renan discutindo com a Eloa, eu nem me movi da minha cama, eu já tinha o meu próprio inferno pra me preocupar o Renan que lidava com o dele. Acordei no dia seguinte com o meu celular despertando, era 6 da manhã eu sabia que a Luiza acordava as 7h e tinha aula as 8h, eu tinha colocado meu celular pra despertar 1 hora antes para poder correr um pouco de manhã, depois de ontem eu sabia mais ainda que ela não iria acordar, fomos dormir 2 da madrugada e como ela tinha bebido muito eu sabia que teria que praticamente tirar ela da cama daqui a pouco. Me levantei fiz minha higiene matinal, fui a cozinha pegar uma banana e deixei a cafeteira fazendo o café, quando eu estivesse de volta teria café para tomar. Sai do dormitório para correr entre os dormitórios aproveitando a brisa da manhã, estávamos no outono em poucas semanas iria começar a ficar muito frio mas por enquanto o tempo estava completamente agradável. Faltando 20 minutos pras 7h voltei para o dormitório e encontrei o Renan sentado no sofá com cara de poucos amigos, ele estava arrumado mas parecia chateado. - Tudo bem? - perguntei pra ele que me olhou fazendo uma careta. - Eloa quase me enlouqueceu ontem a noite - ele disse deitando a cabeça no sofá. - Nem me fale - suspirei indo para o meu quarto. Antes de ir para o meu quarto eu suspirei antes de abrir a porta do quarto da Luiza colocando minha cabeça para dentro, ela estava dormindo com a mesma roupa de ontem e eu sabia que ela não iria conseguir acordar, eu teria que fazer aquilo daqui a pouco e não sabia se iria gostar disso. Fui para o meu quarto e tomei um banho rápido, hoje coloquei apenas uma camisa social preta de mangas cumpridas, sem o paletó, a calça social preta e sapato social preto, penteie meus cabelos com gel para o lado como de costume e coloquei minha arma no coldre na minha coxa. Eu tinha porte de arma e podia andar armado no campus para a proteção da filha do presidente, eu levava minha arma sempre comigo pra onde quer que eu fosse para a minha e para segurança da garota que eu tinha do outro lado da parede. Fiquei ao lado da porta da Luiza e ouvi seu telefone tocar, demorou um tempo até ela desligar e esperei um pouco para ver se eu ouvia alguma movimentação do lado de dentro mas nada aconteceu, vi o Renan aparecer no corredor me olhando frustrado indo até a porta da Eloa sabendo o que tinha que fazer também. - Eu vou matar a Esther - disse o Renan antes de abrir a porta do quarto da Eloa. Suspirei batendo na porta do quarto da Luiza e não tive resposta, então abri a porta pra encontrar ela deitada na cama com o travesseiro na cabeça. - Sei que não esta dormindo - falei pra ela que gemeu contra a cama. Não pude deixar de ver suas pernas e b***a naquele vestido que tinha subido bastante, era uma linda b***a por sinal. - Vamos senhorita vai chegar atrasada - falei pra ela que gemeu de novo e me olhou sobre o ombro. - Não vou estou morrendo - disse se jogando no travesseiro novamente. - Claro que está, bebeu todas ontem mas você vai sim, se pode beber como bebeu pode estudar - falei me aproximando da cama. - Não vou - disse como uma menina mimada. Passei a mão pelos meus cabelos irritado com aquela merda toda, eu já tinha perdido a paciência, sem pensar fui até a cama ficando ao lado dela e como se ela fosse um saco de batatas puxei ela pela cintura jogando sobre os meus ombros. - AAAAAAA ME COLOCA NO CHÃO - ela gritou batendo nas minhas costas. Eu não me importei ela era leve, não pesava mais do que as mochilas que eu levava nas costas cheia de equipamentos por quilômetros no meio do deserto no Iraque, com ela ainda gritando e me batendo liguei o chuveiro com uma mão apenas tomando cuidado pra não me molhar coloquei ela lá embaixo da água gelada. - SEU DESGRAÇADO - ela me xingou toda molhada tentando socar meus ombros mas segurei suas mão fazendo ela me encarar. - 10 minutos senhorita está me ouvindo? - falei sério pra ela como eu falava com os meus soldados. A voz que eu usei fez a Luiza parar na hora de lutar contra mim, ela viu que eu não estava brincando, soltei suas mãos saindo do banheiro ouvindo gritos no outro quarto da Eloa, parecia que era o inferno realmente. Fui para a cozinha tomar um pouco de café para respirar um pouco, Luiza iria ter que me obedecer porque eu já tinha perdido minha paciência, depois de tomar café eu suspirei e peguei uma xícara colocando café nela, Luiza devia estar com uma ressaca horrível e por mais que ela fosse uma garota mimada terrível eu queria que ela ficasse bem. Fui até o corredor bati na porta duas vezes e ouvi um "entra" baixo, abri a porta vendo a Luiza de frente para o espelho penteando seus cabelos molhados, ela estava com uma calça jeans simples e um moletom escrito Harvard no peito vermelho, ela me olhou através do espelho. - Veio me colocar nas costas de novo? - perguntou irritada, suspirei. - Aquilo foi necessário senhorita, você não pode mais perder aulas nesse semestre - falei pra ela que não me respondeu e voltou a arrumar seus cabelos. Suspirei indo até ela ficando ao seu lado, ela me olhou confusa quando estendi a xícara pra ela. - Sem açúcar, vai ajudar na ressaca - falei pra Luiza que suspirou e pegou a xícara da minha mão. - Obrigada - falou baixo, pelo menos ela sabia agradecer. - Vou te esperar na sala, você tem 20 minutos - falei pra ela e comecei a caminhar. - Senhor ontem... - ela começou a falar mas sua frase morreu, me virei olhando pra ela esperando ela terminar de falar, Luiza mordeu os lábios meio envergonhada - Me desculpa por ontem - falou baixo, assenti. - Não se preocupe com isso - falei pra ela que sorriu timidamente assentindo. Sai do quarto me sentindo um pouco melhor não pelo seu pedido de desculpas mas parece que a gente estava avançando um pouco, eu não queria que tudo fosse um inferno entre a gente e bom eu não podia demonstrar o quanto eu estava afetado pelo que tinha acontecido ontem, eu sabia que ela estava bêbada mas aquilo tinha me afetado de fato. Logo a Luiza apareceu e fomos para suas aulas, ela estava mais quieta do que o normal eu achava que era pelo fato dela estar cansada da noite anterior mas eu percebi no almoço que ela estava evitando me olhar e quando meu olhar encontrava o dela ela desviava e as vezes ficava vermelha mas eu não perguntei nada. Depois das aulas ela encontrou com a Eloa e elas ficaram caminhando mais na frente conversando e eu fiquei mais atrás com o Renan, em um determinado momento elas falaram que queriam conversar com mais privacidade quando chegamos no campo de futebol americano da universidade então eu e o Renan ficamos distantes vendo o treino do time que acontecia no gramado e deixamos as meninas sentadas na arquibancada. Quando finalmente elas terminaram de conversar voltamos para o dormitório, elas pareciam que iriam passar a noite em casa hoje o que era bom, Luiza passou a tarde dormindo e como elas não iriam sair eu descansei um pouco também. Acordei poucas horas depois e antes de tomar banho olhei no quarto da Luiza pra saber se ela não tinha fugido mas ela estava dormindo, depois do meu banho vesti roupas mais simples short, uma camisa regata do exercito e chinelos, eu nem arrumei meus cabelos ficando o mais a vontade possível. Fui até o quarto do Renan e ele estava dormindo, dei uma espiada no quarto da Eloa que também dormia o que era bom um pouco de paz. Fui até a cozinha preparar alguma coisa pra comer, eu não iria descer para comer no refeitório do dormitório, procurei o que tinha ali e era pouca coisa mas dava pra fazer um macarrão com molho vermelho, eu gostava de cozinhar me fazia bem e me deixava calmo, enquanto fazia a comida falei com meus pais um pouco por telefone. Eu estava distraído terminando o molho quando ouvi passos atrás de mim, me virei e dei de cara com a Luiza que tinha acabado de acordar, ela estava com um short curto branco e uma regatinha de alcinhas azul claro e seus cabelos estavam soltos ela estava linda mas eu não podia ficar pensando nisso, ela me olhou de cima embaixo e para o meu tormento mordeu os lábios. - Que cheiro bom - ela disse, o que me fez sorrir um pouco. - Está com fome? - perguntei tirando a panela do fogo colocando em cima da pequena mesa que tinha ali na cozinha em cima de um suporte pra não queimar a toalha da mesa. - Faminta - disse para mim dando um pequeno sorriso. - Se sente - falei pra ela que não pensou duas vezes e se sentou em uma cadeira na ponta da mesa. Eu sentia seu olhar em mim enquanto eu pegava as coisas para por na mesa, coloquei macarrão pra ela em um prato e coloquei na sua frente, também coloquei um copo de suco, me sentei uma cadeira depois da dela colocando pra mim. - Vamos ver se o gosto é tão bom quanto o cheiro - ela disse me olhando. - Prove e me diga - falei encarando ela. Luiza pegou o garfo com macarrão e colocou na boca e fechou os olhos dando um pequeno gemido ao engolir e abriu os olhos. - Nossa é muito bom - ela disse o que me fez sorrir - Onde aprendeu a cozinhar assim?- perguntou, dei de ombros. - Desde sempre eu gosto de cozinhar, uso como forma de terapia para mim junto com os exercícios físicos, me ajudou quando eu era mais jovem - falei pra ela que assentiu. - Parabéns é muito bom - falou o que me fez sorrir. Comemos em um confortável silencio o que era bom, quando terminamos de comer Luiza me ajudou a lavar os pratos, percebi que não era bem a praia dela fazer isso mesmo assim ela me ajudou, quando terminamos fomos em direção ao nossos quartos. - Obrigada pelo jantar - ela disse parando na minha frente no corredor, estávamos na frente do quarto dela. - Não precisa agradecer - falei pra ela que deu um pequeno sorriso. - Boa noite - ela disse baixo para mim e sua respiração estava próxima ao meu rosto, na verdade ela estava muito próxima de mim. - Boa noite senhorita - falei pra ela que olhava para mim boca. Luiza mordeu os lábios e olhou nos meus olhos, ela mordendo os lábios teve enfeito direto entre as minhas pernas, Luiza era meu inferno, para minha surpresa ela passou os braços pelos meus ombros. - Eu não estou bêbada agora - falou próximo aos meus lábios. Eu tentei raciocinar direito mas estava difícil com ela daquele jeito pendurada em mim, eu era o adulto ali, Luiza tinha só 18 anos, era muito nova e estava pensando com a outra parte do corpo no momento mas quando ela grudou seu corpo no meu eu também comecei a pensar com a outra cabeça. - Não pense - ela disse no meu ouvido me fazendo estremecer e aquele foi meu fim. - Merda - falei baixinho. Segurei a cintura da Luiza com uma mão grudando ela de vez no meu corpo e a outra eu levei até seus cabelos segurando pela nuca e beijei seus lábios tão tentadores me rendendo aquela garota, quando nossas línguas se tocaram foi impossível não gemer contra sua boca o que me fez aperta sua cintura com força eu não consegui resistir a minha tentação. O ser humano tem a perversa tendência de transformar o que lhe é proibido em tentação...
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