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A Filha do CEO no Morro do Príncipe

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Em uma noite qualquer, após um baile funk na cidade do Rio de Fevereiro, a filha de um CEO influente entra com seu carro no morro errado: O Morro do Príncipe, onde o pior erro da sua vida se torna o maior erro que ela quer cometer ao dar de cara com Miguel del Rey, o homem por trás de todo o crime que ocorre na área.

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Capítulo 1
O carro subiu a ladeira e entrou na primeira curva, elas riram quando quase bateram no poste. Seguiram adiante, o gps não funcionava e Rebeca parecia que tinha tomado mais do que dois copos. Carolina não ligava, nas mãos dela o carro tava mais seguro. De repente, surgindo do absoluto nada, uma luz as cegou. — Para o carro, para o carro — a voz de um homem, um adolescente talvez, veio lá de fora. — Para ou nós atira, vagabunda. As jovens ficaram tensas. O marginal que as interceptou carregava uma metralhadora. Pelo menos era o que parecia, Rebeca não entendia de armas. Ela parou o carro e abaixou o vidro, tremendo. — Que que cês tão fazendo aqui? — O moleque colocou a arma para dentro da janela, o cano apontando para cara de uma e depois para outra. — Cês são de onde? Tão querendo morrer? — Não, não! — Carolina chorou. — Eu não quero morrer! Por favor, não! — Fica quieta aí, p**a — outro menino apontou o revólver. — Ou nós vai te encher o cu de bala. — Calma — pediu Rebeca. — Ela só está bêbada. — Calma o c*****o — disse o da metralhadora. — Cês chega invadindo o morro dos manos de carrão preto, os vidro levantado, cês deu sorte que a gente não sapecou vocês de tiro. — A gente não sabia. Não somos envolvidas. — Tá tirando, mina? — Falou o do revólver. — Nós tem duas bola e nenhuma é de cristal não. Como é que nós vai saber, um carrão que não dá pra ver nada. Cê é louca. — Não mata nós não — Carolina choramingou. — Cala a boca — mandou Rebeca e depois falou para os garotos. — A gente estava voltando do baile da Vila Mariano. O gps parou de funcionar e entramos no caminho errado. — Cê é louca, v***a — o da metralhadora xingou. — Tu não assiste o jornal não? Não vê doido levando tiro por causa disso não? Só porque cês são burra, passa o celular pra cá. — Certo — Rebeca obedeceu imediatamente e tomou o celular da Carolina. — Meu Iphone não — choramingou de novo. — Calma, eles vão liberar a gente. — Quem foi que te disse? Nós vai é levar vocês. Desce do carro. — Vão levar a gente para onde? — Aqui é o Morro do Príncipe, cês vão conhecer ele hoje. A sorte é que ele tá na quebrada pra resolver os negócios de perto e pediu pra gente ir com calma. Só por isso não foram de Vasco. — Nunca ouvi falar nesse morro — disse Rebeca. — E tu conhece o Rio de Fevereiro todinho, é? Eu mandei cês descer, p***a. — Vamos, Carol — Rebeca removeu o próprio cinto e o da amiga. — Vamos descer antes que estourem nossa cabeça. — Vou me mijar — Carolina fez beicinho. — Depois a gente te limpa, cu de pinga. Desce logo. Elas obedeceram com pernas trêmulas, Carol cambaleando e se escorando na amiga. — E o carro? — Perguntou Rebeca. — O carro fica pra nós, que nós não é b***a — o do revólver riu. Eles andaram por vários minutos, subindo cada vez mais alto na ladeira, o Morro do Príncipe realmente era alto, quase uma montanha, apinhado de casas, mas quanto mais subiam, mais bonitas as construções ficavam até virarem praticamente mansões. Os moleques as levaram para uma mansão de dois andares onde ocorria uma festa. O portão preto se abriu para eles após o da metralhadora falar no interfone a tal da senha que pediram. Eles apontaram as armas para as jovens entrarem, como se elas fossem desobedecer logo agora. Rebeca segurou na mão da Carolina e elas entraram juntas. Estava atolado de gente, ouvindo funk nas alturas e dançando, alguns armados e outros fazendo sexo sem nenhuma vergonha. Uma mulher passou com os p****s pulando que deixou Carolina boquiaberta. Os moleques as levaram na direção da piscina, onde tinha cadeiras de praia, talvez o dono do morro estivesse lá. E se fosse realmente um príncipe, seria gentil e as deixaria ir para casa. — Aqui, chefe — o do revólver falou com um homem de costas, cabelo bem cortado. — Essas vagabunda invadiram nosso território num carro pretão, cê é louco. Rebeca segurou a vontade de chamar o moleque de vagabundo e mandar ele se f***r. O patrão deles se virou. — Se acalma aí, Denis — sua voz grave e suave, calma como um rio de planície, se ouviu. — Vamos resolver isso sem derramar sangue. Primeiro, qual o nome das nossas visitas? O homem olhou para elas com olhos verdes e um sorriso marcante, o maxilar definido e o peitoral à mostra na camiseta aberta. Ele possuía uma barba cheia, sem nenhuma falha. Ele todo não tinha defeitos. Era injusto um bandido ser tão bonito assim. — Eu sou Rebeca — lembrou-se de como se falava. — E esta é Carolina. — Eu sou Miguel del Rey — ele puxou a mão dela para um beijo e lançou um sorriso lindo.

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