Miguel del Rey por pouco não atirou no irmão. Em vez de atirar na cara igual a dele, o dono do morro disparou um tiro para cima, que atravessou o teto. Alguém lá fora percebeu e as metralhadoras cantaram, tiros em direção ao céu.
Era uma forma de afrontar a polícia, o governo, a facção rival e quem mais se atrevesse a se incomodar com eles. A população não dormiria direito aquela noite, preocupadas em levar balas perdidas enquanto os bandidos só ligavam para a festa.
Rebeca Diamantino odiava tudo o que vira desde que interceptaram seu carro, maldita hora em que o gps travou e a levou para um covil das criaturas mais perigosas do Rio, não, mais perigosas do Brasil inteiro, pois aquilo era um problema nacional. Um terrorismo que ninguém denunciava.
Mesmo assim, odiando a todos aqueles marginais, suas partes íntimas não resistiram ao se umedecer para os homens discutindo na sua frente. Miguel, furo, expulsou as amantes do irmão e jogou um cobertor sobre a ereção dele.
Enrique era só risos, a parte calma que o outro não tinha, ou pelo menos esquecera que tinha no momento.
— Quer dizer que vocês são gêmeos? — Indagou Rebeca, só para ter os dois pares de olhos verdes olhando para si.
Eles a olharam por alguns segundos. E ela sabia que estava linda com aquele vestidinho preto curto e um decote longo, quase deixando mostrar demais dos s***s.
Rebeca não gostava deles, os dois bandidos, mas amava a aparência deles e a forma que despertavam um calor que desejaria esconder por toda a vida antes de se entregar. E se queimar.
— Não é óbvio — Miguel guardou a arma e a olhou como se fosse uma pergunta i****a.
— É, mas dizem que eu sou o mais bonito — Enrique deu de ombros.
Miguel del Rey por pouco não atirou no irmão. Em vez de atirar na cara igual a dele, o dono do morro disparou um tiro para cima, que atravessou o teto. Alguém lá fora percebeu e as metralhadoras cantaram, tiros em direção ao céu.
Era uma forma de afrontar a polícia, o governo, a facção rival e quem mais se atrevesse a se incomodar com eles. A população não dormiria direito aquela noite, preocupadas em levar balas perdidas enquanto os bandidos só ligavam para a festa.
Rebeca Diamantino odiava tudo o que vira desde que interceptaram seu carro, maldita hora em que o gps travou e a levou para um covil das criaturas mais perigosas do Rio, não, mais perigosas do Brasil inteiro, pois aquilo era um problema nacional. Um terrorismo que ninguém denunciava.
Mesmo assim, odiando a todos aqueles marginais, suas partes íntimas não resistiram ao se umedecer para os homens discutindo na sua frente. Miguel, furo, expulsou as amantes do irmão e jogou um cobertor sobre a ereção dele.
Enrique era só risos, a parte calma que o outro não tinha, ou pelo menos esquecera que tinha no momento.
— Quer dizer que vocês são gêmeos? — Indagou Rebeca, só para ter os dois pares de olhos verdes olhando para si.
Eles a olharam por alguns segundos. E ela sabia que estava linda com aquele vestidinho preto curto e um decote longo, quase deixando mostrar demais dos s***s.
Rebeca não gostava deles, os dois bandidos, mas amava a aparência deles e a forma que despertavam um calor que desejaria esconder por toda a vida antes de se entregar. E se queimar.
— Não é óbvio — Miguel guardou a arma e a olhou como se fosse uma pergunta i****a.
— É, mas dizem que eu sou o mais bonito — Enrique deu de ombros.
— Vocês nem se parecem — a loira provocou. — Por que você não corta o cabelo?
— Porque um anjo deve se parecer com um — o gêmeo bonzinho respondeu, removendo os lençóis de cima dele e se sentando na cama, apoiando as costas na armação da cabeceira. — Quem é a sua nova namoradinha, Gueguel?
— Vai dar esse teu c...
— Parece que ela não tem medo de você. Não espancou ela ainda?
— Cala essa sua boca de merda — Miguel massageou as têmporas com uma mão. — E sai do meu quarto. Eu falei que ia atirar no seu p***o se trouxesse suas putas para cá novamente. Dessa vez, eu te poupei, na próxima...
— Vai poupar de novo.
— Sai — Miguel apontou a arma outra vez. — Corre.
Algo no seu tom fez Enrique perceber que seu irmão não toleraria outra brincadeira.
— Está bem, está bem — ele se levantou, calçou suas Havaianas, pegou um travesseiro redondinho para cobrir o pênis e correu para fora do quarto do dono do morro com a b***a de fora.
Miguel soltou um suspiro exasperado e massageou as têmporas com uma mão.
— Que simpático, o seu irmão — disse Rebeca, revendo aquele corpo nu na sua mente. — Ele está solteiro?
— O quê? — Miguel del Rey olhou imediatamente para ela. Será que havia ciúmes na sua postura?
— Nada.
— Gostosão — falou Carolina, tirando as sandálias e tentando se jogar na cama. Rebeca a deteve antes que fosse tarde.
— Não, amiga, esses lençóis estão encharcados de g**o, eu não vou me deitar aí.
— Que nada — disse Miguel, analisando as cobertas sem chegar perto demais. — Tão limpos, podem dormir sossegadas.
— Dorme você, dono do mundo. Eu vou passar é longe. É perigoso até a gente engravidar.
— Não acredito nisso — Miguel guardou a arma e cruzou os braços, irritado. — E o que a madame quer que eu faça?
— Mande trocar os lençóis.
— As empregadas não estão aqui a essa hora, só chegam amanhã.
— Então troque você mesmo — Rebeca ousou dizer —, já que é o nosso ilustre anfitrião.
— Como é que é? — O dono do morro se aproximou.
— É o que você ouviu.
— E você acha que eu vou acatar as ordens de uma patricinha riquinha que não sabe mexer com um gps? — Miguel sorriu, tão perto que podia sentir seu hálito de menta, como se estivesse preparado para beijar.
— Eu acho — a loira ousou mais ainda, sentindo a tensão s****l crescer entre eles.
Ela sentiu a respiração quente de Miguel contra o seu rosto, fazendo-a se indagar quão quente o corpo do homem seria. Viu as suas pupilas dilatadas e percebeu que o chefe do morro a queria tanto quanto ela.