(Caras leitoras... para acelerarmos um pouco a nossa trama, este capítulo começa com um salto no tempo de um mês. Muita coisa aconteceu e a inauguração do Rio Real finalmente chegou! Boa leitura!) A inauguração do Rio Real era o evento mais cobiçado daquele mês no Rio de Fevereiro, e Rebeca Diamantino havia decretado que seria um baile de máscaras. A desculpa oficial, sussurrada para os colunistas sociais, era o mistério e o glamour. A razão real, conhecida apenas por um punhado de pessoas, era a segurança. As máscaras permitiam que os verdadeiros donos do lugar se misturassem à sua nova e poderosa clientela sem jamais serem reconhecidos. E a elite da cidade compareceu em peso. O sucesso era inegável e imediato. Por trás de máscaras de penas, cristais e veludo, políticos influentes f

