O nome de Breno pairou no ar do pequeno escritório, denso e venenoso. A certeza da armadilha era um soco no estômago. Nerd se encolheu na cadeira, como se o simples fato de ter feito a descoberta o tornasse um alvo. Enrique foi o primeiro a explodir. Ele deu um soco na parede, a madeira estalando sob o impacto. — Aquele filho da p**a! — Rosnou, o corpo vibrando de raiva contida. — Ele arma pra cima da gente, mata o Carcará no nosso quintal e ainda tem a audácia de exigir sessenta por cento do nosso lucro? Eu vou caçar esse desgraçado e arrancar a cabeça dele. — E depois? — A voz de Miguel era um corte frio, atravessando a fúria do irmão. — Vai declarar guerra contra a milícia inteira no meio do Jardim Atlântico? A gente m*l consegue respirar no asfalto sem ter um camburão na nossa co

