Carolina Queiroz respirou fundo, seu coração não parava de bater acelerado, mas ergueu o queixo com firmeza diante de Enrique del Rey. — Se afasta, eu não tenho medo de você — disse, a voz sem vacilar, apesar da pulsação descontrolada. — Você é só mais um bandidinho qualquer. Logo a polícia vai colocar as mãos em você. Enrique soltou um risinho baixo, carregado de ironia. O seu sorriso era tão bonito que a irritava. O jeito como os dentes perfeitos apareciam em contraste com aquele ar perigoso a abalava por dentro. — Um bandidinho, é? — inclinou-se levemente, os olhos verdes faiscando. — Nem a UCAS teve coragem de me pegar, princesa. E olha que eu estava desarmado na frente do comandante deles. Bando de Carcaras covardes... Carol tentou se manter firme, mas sentiu o peso dele se ap

