Rebeca congelou na porta por um instante, o olhar fixo na cena diante dela. O peito arfava, mas não era só de indignação - havia também um toque de amargura, talvez até de arrependimento por ter voltado àquele lugar. A loura chupava o m****o rígido como pedra e cheio de veias de Miguel del Rey como se fosse um doce. Ele segurava o cabelo dela e empurrava fundo, até os lábios inferiores dela encontrarem as bolas. Nenhum demonstrava constrangimento por serem vistos, nada indicava que iriam parar. Um sorriso de escárnio surgiu no rosto do homem. — Apreciando o show? — Indagou ele. — Eu não esperava nada diferente de você — disparou Rebeca, fura da vida. Sua voz saiu carregada de desprezo. — Um homem sem escrúpulos, vivendo no meio da sujeira que ele mesmo criou. Miguel inclinou a ca

