— Então sábado tu vai. Soltei um riso sem humor na mesma hora. — Meu Deus… tu não desiste? Ele apoiou o braço na mesa, tranquilo demais pro meu gosto. — Não. — Já percebi. Peguei a cerveja tentando ignorar aquele homem irritantemente insistente. — Eu já falei que não gosto dessas coisas. BN entrou na conversa imediatamente. — Mas tu nunca foi num baile de verdade. Olhei pra ele. — E existe baile de mentira agora? Ele começou a rir. — Tô falando de baile bom. — Pra mim continua sendo um monte de gente bêbada se esfregando e gritando. Ana quase cuspiu cerveja de tanto rir. — Amiga! Dei de ombros. — É mentira? Arcanjo tava me olhando com aquele sorriso de canto de novo. — Tu reclama como velha de cinquenta anos. Arregalei os olhos. — Olha aqui— Ele riu baixo. — Tu nem

