Me chamo Lina Costa, tenho vinte e dois anos, estou cursando advocacia, estou prestes a me formar, fui fazer uma viagem para o Estado Unidos com minha prima Adriana, que cariosamente eu chamo de Drica.
Eu ganhei um apartamento bem simples da minha mãe, que é uma juíza de sucesso, quero ser como ela, batalhou tanto para me criar e hoje que já sou adulta, quero seguir com seus ensinamentos.
A história da senhora Lena Costa é uma inspiração para todas as mulheres que buscam mais reconhecimento e igualdade social. Ela provou que é possível ultrapassar barreiras e conquistar cargos de destaque em áreas predominantemente masculinas. quero destacar que a sua luta continua, mas a história da dona Lena nos mostra que é possível vencer, não irei deixar qualquer macho escroto entrar na minha vida e bagunçar, já aconteceu com a minha mãe e não quero que aconteça isso comigo.
Minha mãe me deu seu primeiro apartamento de dois quartos, bem simples, esse apartamento foi antes dela se graduar em sua área, fomos muito felizes aqui, ela cuidou muito bem desse cantinho e quando eu entrei na faculdade, fui presenteada com meu canto favorito.
Além do apartamento, ela me deu uma viagem para o Estados Unidos, onde só consegui desfrutar quatro anos depois, pois o início na faculdade não foi tão fácil como eu imaginei.
Bom, vamos lá, eu convidei Drica para morar comigo, o que eu não imaginei era que a cada mês ela iria amar um macho diferente, mas o pior ainda está por vim, uma bela segunda feira, estou na cozinha preparando meu café, igual a todos os dias, entra um cara m*l encarado, sem roupa, apenas de cueca, pega a garrafa da geladeira e bebe na boca da mesma, eu fiquei p**a de ódio, sai empurrando ele, fui para o quarto da Drica, eu nunca trouxe ninguém aqui e olha que sou a dona, ela que é apenas uma convidada, faz isso com frequência.
— Drica, você tem um minuto para levantar da porraaaa dessa cama e expulsar aquele porco da minha cozinha e da minha casa, ou eu vou colocar você no olho da rua.
— Bom dia para você também priminha do meu coração, há Andrew, ele não vai a lugar nenhum, ele vai morar aqui com a gente.
— O apartamento é meu, quem decide quem vai morar aqui sou eu, por tanto saia você e ele, não me faça te por no olho da rua do jeito que você está sua folgada.
— Eu vou me arrumar para a nossa viagem, quando a gente voltar, eu vou para outro lugar com meu amor, não se preocupe.
— Assim eu espero, não quero um estranho dentro da minha casa, sabe Deus o que ele é capaz de fazer com nós duas aqui dentro.
— Com você ele não fará nada, já comigo ele fez e faz um sexoo maravilhoso, eu estou completamente apaixonado nele.
— Além de louca e trouxa, esse homem deve ter várias por aí, cuidado viu para não pegar uma doença desse marginal, a cara dele não n**a.
Ela entrou no banheiro, o estranho entrou no quarto, ele está me olhando muito estranho, aliás ele é estranho, ele me olha como se estivesse querendo saber algo sobre mim, mas não vai saber não sou mulher de dar confiança para loucos.
Eu saí do quarto bufando, chegando na sala, minha mãe e minha tia Lana, estão na sala, meu coração bateu acelerado, imagina só elas verem esse homem dentro da minha casa, eu estou frita.
— Bom dia, senhoras Costa.
— Bom dia, meu raio de sol! Minha mãe sempre me chamou assim.
— O que fazem aqui tão cedo, moças lindas.
— Lina, o que você está escondendo? Minha tia já joga na lata, afinal elase conhecem muito bem.
— Mãe, tia, eu não aguento mais morar com a Drica, além dela ser folgada, ela trás todo mês um homem diferente para dentro de casa, hoje por exemplo ela trouxe um estranho, que entrou na cozinha só de cueca e bebeu na boca da garrafa, fui falar com ela, ainda veio com deboche, não aguento mais isso, eu nunca trouxe homens para cá, eu respeito tanto ela, quanto meu lar, mas ela faz tudo o contrário! Tia Lana me olhou com uma cara enfurecida, era como se eu tivesse acusando sua filha sem provas, o r**m de ter família que é advogados só dá nisso.
— Lina, sei que Drica tem seus defeitos, mas agora sair com um e outro! Ela nem terminou o que estava falando quando a sua filha querida entra na sala nos amassos com o macho da vez.
— Adriana Costa, esses foram os modos que eu te ensinei ? Drica olhou para sua mãe com a mão na boca, com se tivesse colocando o coração para dentro novamente.
— Mãe!!! O que a senhora faz aqui tão cedo?
— Vim ver com meus próprios olhos que minha filha virou prostituta.
— Não é bem assim mãe, apenas estou curtindo a vida da melhor forma.
— Ah sim, a melhor forma é sendo p*****a? Por um acaso você conhece esse daí?
— Não, nós nos conhecemos ontem e.
— E já enfiou ele em sua cama, sem nem saber se ele tem algum tipo de doença? Meu querido pega as suas coisas e saia dessa casa agora! O tal Andrew olhou para minha tia, com uma cara de que ia arrancar sua cabeça, todas nós ficamos com medo dele, quem já se viu por um homem dentro de casa, sem nem conhecer direito.
— Não, eu não vou sair, a minha gordinha me chamou para morar na casa dela e é isso que eu vim fazer aqui! Nessa hora foi a vez da minha mãe falar, se ele não sair por bem, vai pelo m*l, pois agora ele arrumou.
— Olha aqui meu rapaz, você não sabe em que família se meteu, eu já coloquei muitos marginais como você na cadeia! Nessa fala da minha mãe ele se assustou e deu um passo para trás, pegando sua mochila velha do chão, era como se minha mãe tivesse falado algo muito perigoso para ele.
— Eu sou juíza e se eu fizer uma ligação vem a polícia do estado de São Paulo para cá, você vai preso por invasão de a domicilio e eu faço de tudo de você nunca mais colocar a cara no sol! Aquela marra dele caiu na mesma hora, minha mãe mete medo só em abrir a boca, ele passou por nós três em uma velocidade única, Drica fechou a cara, saiu correndo para seu quarto, todas nós ficamos na sala, a hora de irmos para o aeroporto estava chegando e nada dela sair do quarto, meu medo era eu ir e ela por ele aqui dentro e quando eu voltar não achar nem as paredes e teto para eu morar.
Quando nós estávamos virando as costas com a mão na maçaneta, ela saiu e disse: — Não vão me esperar? Minha tia olhou com uma cara feia para ela, ali ela queria dizer que quando você voltar nós conversamos, seguimos para o aeroporto caladas, esse demônio já azedou nossa viagem, isso está na cara.
Ao embarcarmos ela não sentou perto de mim, pediu para a aeromoça para trocar de lugar, eu não liguei, eu quero é paz e não razão.
Em uma das paradas eu percebi ela muito sorridente, olhei para trás não acreditando no que vi, ela estava agarrada ao satanás de cueca.
Eu mandei mensagem para minha mãe trocar todas as fechaduras do meu apartamento e pedir para barra entrada dela da minha casa.
Minha tia foi junto com minha mãe e aproveitou e tirou tudo dela de lá, agora ela se vira com esse escroto; Drica só pode está louco, como chama um homem desses para passar as tão sonhadas férias com a gente.
Ao chegar no nosso destino, eu fiz questão de não ficar no mesmo hotel que ela, não quero estraga nossa amizade e férias por causa dele.
Reservei um quarto ao lado do prédio onde seria o que nós duas iríamos ficar, se não fosse esse escroto aparecer e acabar com tudo.
Eu decidi não sair hoje, vou ficar aqui e descansar, mesmo com Drica me ligando e chamando para curtir a noite com ela, não vou mesmo, prefiro meu sossego do que ficar ao lado daquele ser desprezível.
No outro dia, eu chamei Drica para darmos uma volta no parque que tem próximo do nosso hotel, ela aceitou mas antes tivemos que ir na padaria, pois a boca dela é nervosa, como sem parar, assim fizemos, ela comeu tudo o que queria, eu fui no banheiro, Drica disse para eu pagar a conta quando eu voltar e se encontrar com ela no parque, pois ela iria me esperar lá.
Assim eu fiz, sai do banheiro, paguei a conta e parei em uma loja que tem coisinhas para lembrancinhas, aproveitei e comprei algumas coisas para levar para minha mãe e meus colegas de trabalho.
Ao chegar próximo a fonte, vejo um rapaz que por sinal muito lindo, fazendo uma tatuagem em Drica, até aí tudo bem, até eu chegar perto e ver o que ele estaria tatuando no braço dela, pela inicial da letra e pelo nome do escroto na hora eu deduzi para quem era aquela baixaria.
— Drica, eu não acredito que você está fazendo isso? O rapaz olhou para mim na mesma hora, não sei se foi por susto, ou se ele parou achando que eu iria brigar com ele.
— Há me deixa, eu estou fazendo uma homenagem para meu amor.
— Agora você ficou louca, escrever nome de macho em seu corpo, macho esse que você acabou de conhecer, um louco, estranho.
— Andrew não é nada disso que você está falando, para de falar bobagens, você tem que conhecer ele primeiro, vai ver que ele é um amor de pessoa! Quando Drica pronunciou o nome do traste, no mesmo momento, o tatuador olhou em meus olhos, era como se flechas atingisse meus olhos indo parar direto em meu coração, me fazendo se apaixonar por esse branquelo todo rabiscado, no mesmo momento eu olhei para ele, olhar aqueles olhos lindos escuros, me fez ver tão além do que eu queria, era amor em seu olhar, era o amor que eu procurava, mas não durou muito esse momento.
Fomos interrompidos por uma defensora dos fracos e oprimidos, Drica defendia seu macho, com unhas e dentes, ela estar a preferindo ele do que eu, estáva estampado em sua cara lavada, mas eu não vou ficar por baixo, vou procurar por esse homem e vou ficar com ele a viagem toda, não vou servir de vela, para ela e aquele estranho.
Drica levantou e pagou o rapaz, enquanto isso eu não parava de olhar para ele, meu coração ficou tão aquecido, ele gritava por um toque que seja dele, mas como nada é como a gente quer, eu sai de lá deixando o rapaz que atingiu meu coração em cheio, aquele olhar me faz sentir amor por um ser que eu nunca vi na vida e agora o que eu faço, eu não sei nada de sua vida, não sei por onde procurar, não sei nem seu nome, affs, fiquei tão nervosa que não falei com ele, como eu fui burra, agora estou aqui louca e sem saber quem é meu príncipe encantado e rabiscado.