Andrew Gouveia

1414 Words
Eu me chamo Andrew Gouveia, tenho dezenove anos, sou filho adotivo, minha mãe verdadeira, morreu quando eu nasci, eu não conheci ela, sinto muito por isso, sabe quando você nasce amando muito uma pessoa a ponto de fazer qualquer coisa, mesmo quando essa pessoa não está aqui para lhe pedir essa coisa? Eu nasci em uma comunidade bem pobre, minha tia/ mãe, ela não tinha tanta condições, mas me deu o que podia. Meu pai me pegou para criar quando eu nasci, ele não me queria, na verdade o que ele queria mesmo era minha herança, sim, minha mãe me deixou uma boa quantia, mas eu paguei tão caro por esse dinheiro. Ele cuidou de mim até meus cinco anos, até minha tia entrar com uma ação e me tomar dele, eu apanhava dia sim e o outro também, era horrível a convivência dele com a sua mulher, ela enchia seu saco por ele chegar bêbado ou drogado sei lá e ele descontava em mim, a mulher dele nada fazia, quando meu dinheiro acabou aí eu fui direito no inferno e voltei. A mocreia da mulher dele, ajuda nos espancamentos, um dia eu fiquei uns dois dias desacordado, os vizinhos chamaram a polícia, foi aí que minha vida mudou, passei por abrigos em abrigos, eu me tornei r**m, para não apanhar mais de ninguém, eu sobrevivi a tantas coisas e quando finalmente tive minha liberdade, foi quando minha tia ganhou o direito de me adotar, mas já era tarde de mais, eu virei a pior pessoa desse mundo, batia nas pessoas só para me dar prazer, eu batia por vontade própria, se eu visse um com cara de lerdo ou de bonzinho era porrada, quando eu via um igual ou pior que eu, ali era aliança e irmandade. Quando eu era criança, bati em um menino, que chamou a mãe na escola, quando a mamãezinha chegou, eu vi em seus olhos algo diferente, ela me olhava com dó e ao mesmo tempo com amor, era como se ela me conhecesse de algum lugar, ou de outras vidas, não sei explicar. Eu ia bater nesse menino até ele esquecer o seu nome, isso ia ser dentro do banheiro da escola, eu já fiz isso uma vez, mas a punição foi severa, os guardas do abrigo não deram mole para nós os bandoleiros. Voltando a essa moça, eu ia perguntar a ela o que estava me olhando, quando minha tia chegou e foi conversar com ela, na conversa eu ouvi assim: — Ele é seu irmão, você tem que ter contato com ele, talvez ele seja assim por falta de amor da família. Mano, como assim eu tenho uma irmã tão linda como essa? Então quer dizer que o garoto que eu bati era meu sobrinho? Cheguei em casa, já fui fazendo um monte de perguntas para minha tia, que não sabia me explicar nada, única coisa que eu entendi, era que havia uma treta entre ela e a minha mãe, Eu cresci e nada mudou, eu procurava por essa irmã e nada de achar, então fui aprontando, fui preso, quase morri espancado por outros igual a mim ou pior. Do lado de fora da boate eu conheci a gordinha Drica, ela chorava por que um homem lhe deu um fora, eu aproveitei e me aproximei dela, já lhe dei uma cantada, foi um tiro certeiro, ela me levou para sua casa, bom eu achava que seria a casa dela, até eu acordar no outro dia, depois de uma noite de muito prazer, há gordinha safada. Eu fui na cozinha, pois estão com muita sede, eu encontrei uma morena linda, que fez meu coração bater mais rápido, eu ia me deitei com várias mulheres, mas nenhuma com uma beleza igual a dessa mulher, meus olhos ficaram presos a ela, meu corpo deu sinal, meu menino dentro da cueca ficou duro feito pedra, ela falava não sei o que, eu não consegui prestar atenção, eu só queria calar a boca dela com um beijo e passear com a palma das minhas mãos por aquele corpo gostoso, que estava usando um baby doll lindo como ela. Quando eu ia atacar a fera, ela saiu pisando duro, gritando a gordinha que eu nem sei o nome, meu amigo dormiu na hora, mas minha boca salivava querendo sentir o sabor daquele pedaço de m*l caminho, eu fui atrás dela, mas não entrei no quarto, eu ouvi ela dizer que o apartamento era dela e que era para eu e a gordinha meter o pé dali, não posso sair daqui, não antes de provar esse pedaço de m*l caminho, ela não pode me expulsar assim. Eu entrei no quarto a fim de fazer ela mudar de ideia, mas ela saiu feito furacão, eu ia fazer a mente dela, até eu sair do quarto agarrando a gordinha safada, quando eu vi a juíza que me sentenciou por várias vezes, meu mundo desabou e se ela se recordar de mim, será meu fim. A mãe da gordinha falou um monte, até chamou ela de prostituta, ela pegou pesado com a filha, mas o chá que eu dei na gordinha foi bem dado, ela não estava ligando para nada, enfrentou todas e disse que não ia sair, eu fui no embalo, mas quando a juíza entrou em ação, meu corpo travou, minhas pernas só queria uma coisa, meter os pés e sair fora. Eu sou louco para enfrentar a juíza Lena, mas nunca em minha vida, eu saí de lá, fiquei escondido por ali por perto, quando vi as duas irmãs descendo e colocando as malas das meninas no carro, meu celular tocou, era a gordinha, me chamando para viajar e para minha felicidade era para fora do país, ser filha de juíza tem lá seus privilégios, ela arrumou tudo, passagem e o escambau a quatro, eu fui felizão, eu nunca sai daqui de São Paulo, viajar e para outro estado, essa gordinha tem muito a me oferecer do que a gostosa da sua prima, eu vou enrolar ela até eu pegar a prima, de mãos abanando eu não vou ficar, mas tenho que ir com calma, fazer ela sentir confiança em mim ou então vai tudo por água abaixo. Eu decidi sair do apartamento e dar uma volta, conhecer o lugar, saber se posso cometer uns furtos de leve sem ser pego, tenho que analisar bem a área, pois sair do Brasil para ser preso longe da minha tia e quem vai me visitar, me levar as coisas, não posso vacilar aqui. Chegando ao um restaurante fino, já fiquei de olho em todo o movimento, mas o que me chamou atenção, foi a minha gostosa jantando com um magrelo todo tatuado, igual a mim, mas ela tinha um brilho diferente em seu olhar, era como se o magrelo tivesse levado a melhor e eu a pior, eu não ligo, eu sou bem paciente, meu foco agora e olhar em volta e ver o que eu posso levar daqui. Drica, agora sim sei seu nome, ela saiu louca cuspindo fogo, ela me arrastou para o apartamento e disse que iria pedir nosso jantar lá, eu não achei r**m, só em passar pelas as mesas levei várias coisas que nem os donos perceberam, nesse apartamento não posso voltar se não é m*l. Já cheguei no quarto e fui direto para minha mala conferir o que eu havia furtado, peguei nove carteira e um celular, mas esse vou desligar até eu ter certeza que não tem rastreador. Meu amigo Chininha me ensinou a desativar os rastreadores e depois vendo os aparelhos e tirando uma boa grana, para quem não sabe eu me viro assim e sempre foi assim, não vou mudar por nada nesse mundo, pois o mesmo me ensinou ser quem eu sou hoje. Estamos em casa deitados no sofá assistindo filme quando Lina ligou para sua prima ir até o seu apartamento, pela forma que ela falou no telefone o rabiscado fez alguma coisa com ela, se ele magoou a minha gostosa eu mato ele. A gordinha foi lá ver o que aconteceu, eu decidi dar uma olhada no celular tirar o rastreador o mais rápido possível, antes deles sentir falta. Assim eu fiz, mas não consegui tirar o rastreador, é um aparelho novo, esse não sei mexer, tenho que voltar na cadeia e pedir Chininha mas umas aulas, eu pretendo demorar a voltar a ser preso, pois meu foco agora é conquista Lina.
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