ÍRIS NARRANDO Eu estava apreensiva. Nunca havia passado por nada parecido, e agora precisava ser cuidadosa. Não podia mais permitir que alguém da minha família me trouxesse até aqui, ou acabaria colocando meu pai, meu irmão e até mesmo meu noivo em risco. O mínimo que eu podia fazer era vir sozinha com a Isadora, deixando-os pensarem que teriam uma chance de capturar alguém da minha família ou me usar como isca para prendê-los. O tempo parecia se arrastar. Minha mente trabalhava a mil, tentando antecipar cada possível desdobramento. Foi então que, de repente, minha mãe apareceu na porta da sala. O professor lançou um olhar em sua direção, e naquele momento soube que era hora de sair dali. Levantei-me sem dizer uma palavra e, junto com Isadora, caminhei até a porta. Assim que a alcancei, s

