Não me caso

1142 Words
Daniel Salvatore Chego no hospital me sentindo bem, com os ânimos renovados, acho até que a minha pele está mais brilhante... - Bom dia Geralda... - Bom dia Daniel, tenho uma pilha de documentos fresquinha para você revisar e assinar. - O bom dia dela é diferente. - Sempre com as melhores notícias Geralda...- Passei pela minha secretária que tem idade para ser a minha mãe. Geralda é um achado no meio profissional, dedicada, casada e não quer ir para a minha cama de jeito nenhum... Sim, eu já dei trabalho para o RH com as minhas secretárias... Sabe como é né? A carne é fraca, horas de plantão dentro de um hospital, nenhuma enfermeira me quis naquele dia, quando eu via as safadas estavam cavalgando gostoso no meu p*u*. Eu sou inocente, eu juro, somente dava o que elas pediam com o maior prazer. A questão é quando elas queriam ir além de uma f**a gostosa em cima da mesa do meu escritório, no sofá, quarto de descanso ou até no banheiro do consultório particular. Elas queriam ser importante e mandar no hospital, queria se casar e se transformarem nas Senhoras Salvatore. Falando assim parece até um tarado! Então não dava para continuar, a família já tem uma Senhora e presidente do hospital, minha mamãe maravilhosa, Celeste Salvatore. Não me julgue por favor, eu sou bonzinho, somente tenho um grande apetite sensual e com elas oferecia o que eu tanto queria. Se elas fossem mais espertas e não ambiciosas, provavelmente ainda estariam trabalhando no hospital. Sigo para a minha sala com o corpo moído de uma boa noite de transa, com uma leveza que somente consigo depois de uma boa f**a*... - Mas que droga é essa? - Minha sala tem sinais que foi remexida, Geralda deixa todos os dias tudo impecável. Geralda é um achada que não gosto de mim, acabo rindo da situação. Meu pai vira a minha cadeira e me dá a visão de sua postura de Dom da máfia. -Eu sei que a minha cadeira é maravilhosa! Mas podia te pedir para mim o nome da loja, teria te indicado e arrumado um desconto de dez porcento, o dono é meu amigo. - Tento brincar para não pensar besteira. - Bom dia meu filho, onde passou a noite? - Meu pai já sabe e quer me testar. Porque não ser direto e fala o que deseja? Seria tão mais fácil e economizaria meu tempo e saco! - Estava entre as pernas de uma mulher maravilhosa... - Coloco meu jaleco branco com meu nome bordado. A minha pasta em seu lugar e olho para a cara da raposa ardilosa que me avalia com toda atenção. - Não tem mais casa? - Estranhei meu pai querendo pegar no meu pé às oito da madrugada. Hoje nem é a minha folga. - Pai sem rodeios, o que está acontecendo? - A raposa velha e ardilosa sai do seu lugar e vem na minha direção. Os anos podem passar para Ítalo Salvatore, mas mesmo assim ele sabe ser bem intimidador e frio quando quer. - O que Luiza queria na boate? - Jura? Luiza volto do além túmulo para me perturba! Cara eu a deixei em paz, fiz todas as suas vontades e agora ela sismo que tem direito a algo que não quero mais. Eu não quero mais me envolver emocionalmente com ninguém, será que é tão difícil de entender isso? - Vai começar a falar daquela mimada logo cedo pai? Jura mesmo...- Pego meu café recém feito na cafeteria do hospital. Lá elas sabem fazer um café maravilhoso que levanta até defunto do caixão! - Luíza é a sua noiva, lembra? Sei que o começo não foi fácil, que os dois tiveram muitos problemas, mas o acordo não foi defeito. Ainda tem um noivado em andamento. - Como é? Eu olho para o meu pai esperando ele falar que é brincadeira, que é uma pegadinha, que pela manhã acordou com uma vontade absurda de me provocar e rever o seu filho querido. Somente cego não vê que a Luiza está somente com ego ferido e que essa merda* de noivado foi fruto ou surto coletivo dos meus parentes. Aconteceu algo com a própria e a mesma quer que eu pague junto com ela, eu não vou cair nesse problema de paraquedas, eu não vou mover uma agulha para ajudar Luiza. - Tá de s*******m comigo!? - Meu pai me olha com raiva. - Isso é jeito de falar com o seu Dom? - Meu pai é f**a*! - Ser Dom quando te interessa não vale pai... Eu não vou me casar com a Luiza e você já pode ver um jeito de falar com o Tio Andreas. Meu pai começa a gargalhar, essa atitude me assusta pra caramba, meu pai não costuma agir assim... - Como vou falar para um dos meus melhores amigos que meu filhos não sabe separar as coisas? - Pai, não venha querer provocar meu lado mafiosos, eu não sou Davi, não vivo e respiro a máfia. Sou leal como qualquer um sob seu julgo, mas não vou mentir, não gosto daquela garota e se me obrigar a me casar com ela, uma merda* grande vai acontecer. Luiza tinha um namorado Fael ou Gael... Sei lá! Manda Andreas se resolver com ele. - Esse papo está me estressando. - O casamento é firmando desde que vocês eram pequenos... - Me lembro que disse que poderíamos desistir eu desisto, eu não quero me casar com ela! Será que não posso ser mais claro? Eu não suporto Luiza e a sua forma de ver a vida. Ela é mimada, tem as suas vontades atendidas e acha que eu sou um servo que posso fazer tudo que ela deseja... - Olho para meu pai. - Vou ter que falar com a mamãe? - Você não faria isso, é baixo até para você Daniel, vai meter a sua mãe nisso? - Eu vou usar todas as armas que eu tenho, não quero esse casamento e vou até onde eu poder para me livrar de Luíza. Cresci acreditando em uma mentira, Luiza nunca vai ser a minha esposa, o Senhor tentou, mas está errado em relação a minha união com ela. - Ok, Daniel, mas você vai liberar ela diante do pai dela, não vou mover nenhum músculo para convencer Andreas que não vão se casar. Não vou te obrigar a casar com quem não quer, mas já é responsável e pode falar de homem para homem com Andreas. - Não vejo problema nenhum! Posso falar com o mais rápido possível... Quero me livrar dessa locura o quanto antes. - Que seja feita a sua vontade filho...- Meu pai beija o topo da minha cabeça e vai embora atrás da mamãe provavelmente. - Eu não me caso com Luiza Miller!
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD