Kan Hamit Eu seguro a Lunara de um jeito torto quando o corpo dela simplesmente cede nos meus braços. É tudo rápido demais. Um segundo ela estava de pé, com os olhos fixos naquele maldito ponto vermelho piscando, e no seguinte o peso dela vem inteiro contra mim. Mole, apagada, como se alguém tivesse desligado a luz por dentro. — Lunara! — Eu chamo, já a envolvendo com mais força para que a cabeça dela não bata em nada. O quarto do Osman vira ruído. Vozes distantes, passos, o cheiro de poeira e madeira quebrada. Nada disso importa. Ela está desacordada. Fria demais. Pálida demais. Eu a pego no colo sem pensar duas vezes e saio daqui. O corredor parece longo demais, estreito demais. Cada passo ecoa como uma acusação. O corpo dela não reage. O peitö sobe e desce, mas de forma rasa, irreg

