Cobra narrando… Acordei com uma disposição diferente. Não sei explicar ao certo… mas o corpo parecia leve. A dor que me perseguia fazia dias tinha desaparecido como fumaça ao vento. Levantei devagar, quase esperando que a fisgada viesse — mas nada. Estiquei os braços, respirei fundo, e pela primeira vez desde que voltei daquele inferno, não senti o peito reclamar. Sorri sozinho. Fk- Agora sim. —( murmurei, olhando para o teto. ) Aylla ainda dormia, encolhida debaixo do lençol. O cabelo dela espalhado no travesseiro me deu vontade de ficar ali, só observando. Mas não dava. O movimento não para, e eu também não podia parar. Levantei, lavei o rosto e me vesti. No espelho, vi um homem marcado, cicatrizado, mas inteiro. Inteiro o bastante para voltar à guerra. Pouco depois, já estava na r

