Adeline sentou na toalha quadriculada e sentiu suas bochechas arderem com a pitada de vergonha que tomou conta de si, mas depois de debater por algum tempo, ela decidiu que definitivamente queria fazer aquilo com os dois. Pensar nisso ainda era um pouquinho esquisito, mas Adeline também decidiu que não precisava pensar, bastava sentir.
Max agarrou a garota pela cintura e a puxou para seu colo, fazendo-a colidir contra o seu peitoral quente e cheiroso, enquanto o sentia tocar gentilmente a sua pele, tomando cuidado para não roçar as unhas contra ela. Beau soltou outro rosnado animalesco e ficou de joelhos atrás dela, agarrando a sua cintura e também começando a explorar seu corpo. Os dois pares de mãos passavam pela sua cintura, pelas coxas e por toda a sua b***a, agarrando-a de maneira possessiva e fazendo Adeline arquejar, rebolando levemente contra a dureza deliciosa presente dentro do calção de Max.
Ela se inclinou para cima e agarrou o cabelo meio ondulado, preto e longo do mais velho, ficando de joelhos para conseguir alcança-lo e dando o ângulo perfeito para que Beau conseguisse encaixar a sua virilha na b***a redonda e empinada de Adeline. Aquela lingerie de renda era a única peça desse tipo que ela havia enfiado na mochila antes de fugir, e provavelmente fez isso por engano, porque sequer lembrava de tê-la colocado, mas decidiu usá-la naquela noite porque se os dois safados gostavam de desfilar de cueca por aí, ela também deveria ter a chance de provocar.
A boca de Max encontrou a sua de forma feroz, fazendo Adeline gemer baixinho e envolver seu pescoço com os dois braços, ainda agarrando o cabelo lindo dele com força, deixando-o fazer o que quisesse sua boca e o seu corpo. Ela também sentiu Beau começar a mordiscar aquela parte sensível atrás da sua orelha, enrolando seu cabelo ruivo no punho e usando a mãos livre para acariciar a sua barriga em movimentos circulares, a puxando com força contra seu peitoral quente e duro.
O beijo de Max era tão delicioso que Adeline não parava de arquejar, sentindo a língua quente o molhada dele invadir sua boca e se entrelaçar com a sua, enquanto ele movia os lábios carnudos contra os seus e fazia sons molhados ecoarem pelo ar. Ela estava tão molhada que sentia suas coxas completamente úmidas, sabendo muito bem que os dois safados conseguiam sentir o cheiro da sua excitação.
— A-ah... — Ela gemeu contra os lábios dele quando sentiu aqueles dedos longos e calejados de Beau deslizarem para dentro da sua calcinha, tocando a sua b****a molhada e acariciando o seu c******s, que estava implorando por um pouquinho de atenção. Ele rosnou contra o seu ouvido e puxou seu cabelo para trás levemente, fazendo com que Adeline desgrudasse os lábios dos de Max e inclinasse a cabeça para trás, para que ele então conseguisse capturar a sua boca e começasse a devora-la de forma selvagem, enfiando sua língua molhada na boca delicada da garota, ao mesmo tempo que esfregava a sua b****a sem dó alguma.
Max encarava aquilo tudo com os olhos repletos de luxúria, alternando entre encarar o irmão e os olhos esverdeados de Adeline, mostrando o quanto estava se divertindo com aquilo. Ela ainda estava com as mãos no seu cabelo, então acariciou a sua nuca e tremeu levemente enquanto Beau a beijava de forma bruta e profunda, esfregando a sua ereção na b***a dela. Max ergueu as mãos e abriu o fecho no seu sutiã rendado, arrancando-o com um simples movimento e liberando os seus s***s, que também tinham sardas e não eram muito grandes, mas ele estava encarando como se ela fosse a garota mais linda que já havia visto em toda a sua vida. Ele os agarrou com as duas mãos, massageando-os levemente e tocando os m*****s sensíveis com as pontas dos dedos, fazendo Adeline soltar um gritinho de prazer, vendo-o sorrir e se inclinar para a frente, tomando um dos seus cheios com os lábios e já começando a acaricia-lo com a língua.
Adeline ficou completamente extasiada de prazer, sentindo os dedos calejados de Beau esfregando a sua b****a encharcada, enquanto ele a beijava daquela forma bruta e deliciosa, ao mesmo tempo que Max brincava com seus m*****s e a provocava com aquela língua grande. Ela jamais havia sentido nada como aquilo. O prazer cru era tão intenso e ela estava tão molhada sobre o toque dos dois que achou que iria morrer se eles parassem.
Depois que Beau a deixou respirar por alguns segundos, ela caiu contra o peitoral quente e marrom de Max, completamente atordoada, enquanto dava um beijinho rápido no peito dele e o sentia agarrar sua b***a, mas antes que pudessem investir novamente contra ela, Adeline agarrou gentilmente suas mãos e as tirou da sua b***a, antes de forçar suas pernas bambas a levantarem, para então sair de cima do corpo dele, sentindo Beau agarrar a sua calcinha e puxa-la para baixo ao mesmo tempo, deixando-a completamente nua e exposta ao olhar voraz dos dois, que encaravam com uma intensidade tão grande que deixou Adeline ainda mais molhada e excitada, com seus m*****s sensíveis e duros e aquele latejar gostoso entre as pernas.
Adeline ficou de joelhos no chão, sentada em cima das próprias pernas, enquanto observava os dois safados ficarem de pé na sua frente, lado a lado. Olha-los de baixo era sexy pra c*****o, enquanto os dois vestiam aqueles calções de jogar futebol, que estavam marcando pra caramba. Seus cabelos estavam levemente assanhados, criando uma espécie de juba ao redor das suas cabeças, enquanto seus olhares estavam repletos de luxúria. Os dois eram os machos mais lindos e viris que ela já havia visto em toda a sua vida, e vê-los olhando para ela lá de cima com os olhos avermelhados repletos de t***o e desejo era simplesmente alucinante.
— Você é linda, princesa. Acho que vou ficar louco se não sentir essa sua b****a deliciosa na minha língua e ao redor do meu p*u. — Max ronronou, fazendo Adeline soltar um gemido baixinho, ficando mais molhada ainda, esfregando uma coxa na outra em busca de um pouquinho de alívio. Ela ergueu as mãos e agarrou o calção fino de Beau, puxando-o para baixo lentamente, praticamente salivando enquanto encarava aquele seu corpo musculoso repleto de cicatrizes, que o deixavam tão sexy e viril que Adeline não via a hora de lamber e beijar cada uma delas. Ele estava vestindo uma cueca Boxer branca, deliciosamente contrastando contra a sua pele marrom e deslumbrante. Seu p*u estava marcado para a esquerda, e parecia ser tão delicioso que Adeline lambeu os lábios, encarando aquela mala grande e aquela trilha de pelinhos pretos que começavam no seu umbigo. Beau rosnou sobre o seu olhar, expondo os dentes afiados e fazendo os músculos dos seus braços ficarem tensionados.
Adeline fez o mesmo processo com Max, deixando-o vestido apenas em uma boxer preta. Ele era igualmente lindo, e tão sexy que Adeline agarrou os seus s***s, tocando-os gentilmente, ainda sentindo a sombra do toque da língua daquele homem gostoso neles. Ela observou enquanto os dois abaixavam as próprias cuecas, se livrando delas rapidamente e ficando de frente para Adeline já completando pelados, a não mais do que alguns centímetros de distância. Adeline olhou para cima e os encarou, completamente abismada com o que estava vendo.
Os dois eram enormes, grossos e repletos de veias. Era difícil de acreditar que não eram gêmeos quando até os seus mastros assustadoramente maravilhosos eram idênticos. Adeline alternou o olhar entre um e o outro, sentindo a sua boca encher d'água e sua b****a ficar ainda mais molhada. Ela ergueu as mãos trêmulas e envolveu cada um deles com elas, surpresa com o quão macia era aquela pele fininha e marrom que revestia a dureza por baixo. As veias saltadas não paravam de pulsar contra a sua palma, além de que aquelas cabeças arredondadas estavam completamente lambuzadas de pré-g**o. Eles tinham um cheiro másculo e viciante, e deveriam ter no mínimo uns vinte centímetros cada um. Adeline adorava como aquela trilha de pêlos negros e ásperos que desciam pela sua barriga se espalhavam por toda a pélvis, os deixando sexys pra caramba.
— Adeline...— Max grunhiu, inclinando os que quadris para frente deixando a cabeça marrom do seu mastro perigosamente perto dos lábios delicados da garota. Beau fez o mesmo, oferecendo o seu p*u para que ela o provasse como bem entendesse, além de agarrar o seu cabelo ruivo e enrola-lo no punho, mas sem puxa-la para a frente. Os quadris dos dois rapazes estavam roçando levemente um do outro, e eles ocasionalmente trocavam olhares repletos de luxúria, compartilhando sorrisinhos maliciosos.
A garota os acariciou lentamente, completamente maravilhada com a sensação de tê-los contra as suas mãos e com o cheiro delicioso que ambos emanavam. Ela entreabiu seus lábios e encarou os olhos vermelhos de Beau, fazendo questão de manter o olhar fixo no seu enquanto dava um beijinho delicado na ponta do seu mastro, movendo os lábios contra aquela cabeça grande e escura que estava completamente lambuzada de pré-g**o. O gosto másculo e forte explodiu contra a língua de Adeline assim que tocou a carne macia e quente dele com ela, fazendo um arrepio de prazer percorrer todo o seu corpo e um gemido manhoso escapar da sua garganta. Beau soltou um rosnado de satisfação e observou enquanto Adeline abocanhava a glande do seu p*u e começava a passar a língua por toda aquela região sensível. Ela sentiu a sua b****a carente implorar por um pouco de atenção, fazendo-a continuar esfregando uma coxa na outra, embora não adiantasse de muita coisa.
Adeline olhou para o lado e sentiu o olhar selvagem de Max a encarando atentamente enquanto ela chupava o p*u do seu irmão, acariciando o seu próprio p*u com movimentos de sobe e desce. Ele estava com um sorrisinho malicioso no rosto, claramente adorando ver seus lábios ao redor do mastro do irmão. Aquilo era meio estranho e maravilhoso ao mesmo tempo. Ela estava completamente entorpecida com o gosto de Beau e tremendo levemente sobre o olhar selvagem dos dois.
Após retirar a boca do p*u de Beau, Adeline lambeu os lábios e deu um último beijinho na ponta, antes de mover sua atenção para Max, caindo de boca no seu m****o gostoso e já começando a chupá-lo também, voltando a acariciar Beau com a mão, masturbando-o devagarinho. O gosto de Max era levemente mais doce e igualmente gostoso, fazendo Adeline colocar o máximo que conseguia na boca — o que era apenas uns dois centímetros depois da cabeça arredondada e lisinha —, antes de começar e chupá-lo com movimentos de vai e vem, ouvindo ele soltar uma série de palavrões e começar a f***r sua boquinha delicada com carinho, ao mesmo tempo em que Beau acariciava o seu cabelo e observava tudo aquilo com um olhar selvagem. Adeline começou a acariciar as bolas pesadas de Max, também fazendo o mesmo com Beau, o puxando um pouquinho para mais perto, até que o seu p*u estivesse praticamente roçando no do irmão, lado a lado.
Adeline inclinou levemente a cabeça para trás, observando aquelas duas coisas enormes juntas e praticamente salivando com o quão maravilhoso aqueles dois homens eram. Não havia como colocar os dois na boca, além de que Adeline definitivamente não iria tentar aquilo, mas nada a impediu de continuar alternando entre um e o outro, sentindo-os foderem a sua boca como bem entendiam. Ela soltou os seus mastros deliciosos e deixou que eles mesmo fizessem isso, agarrando os seus próprios paus e alternando entre de quem era a vez de ser chupado. Max gostava de provoca-la, dizendo coisas sacanas e passando a cabeça úmida do seu p*u contra os lábios delicados de Adeline, enquanto Beau era silencioso e gostava de f***r sua boca de forma profunda, segurando o seu cabelo ruivo e a encarando de baixo para cima com aquele olhar repleto de luxúria e t***o.
Ela estava completamente viciada naquilo. Viciada no gosto viril e no quão delicioso aqueles homens eram. Ficar de joelhos para eles daquela forma, gemendo de forma manhosa e chupando-os sem pudor algum era vergonhoso e prazeroso pra caramba, e Adeline jamais tinha sentido algo como aquilo.