Capítulo 15

1122 Words
Rhae A mansão Vespermont estava silenciosa naquela noite, um silêncio que pesava como uma promessa não dita. Valéria e Cassius haviam saído em viagem – algo sobre negócios do clã em outra cidade, deixando-me sozinha com os quatro filhos deles. Meu coração batia forte só de pensar nisso; eu, aos dezoito recém-completos, trancada com Dante, Lucien, Sebastian e Drago. Meu corpo ainda formigava com as memórias do aniversário: os sussurros provocadores, os presentes que pareciam marcas de posse. Eu me sentia como uma presa em um ninho de predadores, ansiando ser devorada. O que aconteceria sem os pais para manter as aparências? Meu ventre se contraía de desejo e medo, a umidade se formando entre as pernas só com a expectativa. Passei o dia evitando-os, trancada no quarto, mas quando a noite caiu, desci para a sala principal. O fogo crepitava na lareira, iluminando os móveis escuros com um brilho alaranjado. Dante e Lucien estavam lá, conversando em voz baixa sobre algo da empresa – contratos, investimentos, coisas que eu m*l entendia. Sebastian e Drago não apareciam ainda, talvez em seus quartos ou no jardim. Meu pulso acelerou ao vê-los: Dante com seu sorriso charmoso, reclinado no sofá, e Lucien ao lado, imponente e sério, os olhos carmesim fixos na porta como se me esperasse. — Venha, Rhae — disse Lucien, a voz grave e autoritária, como uma ordem que eu não podia ignorar. — Sente-se ao meu lado. Meu corpo obedeceu antes que minha mente processasse, as pernas tremendo levemente enquanto eu caminhava até o sofá. Sentei-me ao lado dele, o calor do fogo contrastando com o frio da sua presença. Imediatamente, senti sua mão na minha coxa – fria, possessiva, subindo devagar sob a saia curta que eu usava. Meu estômago se revirou, um gemido baixo escapando dos lábios. Dante olhava da poltrona oposta, os olhos escuros estreitados em uma mistura de raiva e desejo puro. Ele cruzou os braços, tenso, mas não interferiu – apenas observava, o peito subindo e descendo mais rápido. A mão de Lucien apertou minha coxa, os dedos traçando círculos internos, aproximando-se perigosamente do meu centro já úmido. Eu mordi o lábio, tentando não gemer, mas o desejo era avassalador. Dante se levantou devagar, aproximando-se como um predador. Ele se ajoelhou à minha frente, seus olhos fixos nos meus, e me beijou – feroz, urgente, a língua invadindo minha boca com fome. Enquanto isso, Lucien continuou, sua mão agora roçando a borda da calcinha, me fazendo arquear levemente. Dante abriu minha blusa com movimentos ágeis, os botões cedendo um a um, expondo meus s***s ao ar fresco da sala. Lucien não hesitou – inclinou-se e capturou um mamilo com a boca, chupando com intensidade, a língua fria rodando em círculos enquanto mordiscava levemente. Eu gemi alto, esquecendo o mundo nesse momento. O prazer era elétrico, duplo: Dante me beijando, devorando minha boca, e Lucien sugando meus s***s, alternando entre um e outro, os dentes roçando a pele sensível. Meu corpo se contorcia, as mãos voando para os cabelos deles, puxando-os mais perto. O fogo crepitava ao fundo, mas eu m*l ouvia – só sentia as bocas frias, as línguas habilidosas, o desejo me consumindo inteira. Lucien ergueu a cabeça, os olhos carmesim escuros de luxúria. — Posso entrar em você, Rhae? — murmurou ele, a voz rouca, os dedos agora pressionando contra minha entrada úmida através da calcinha. — Sim — respondi, ofegante, o corpo ansiando por mais. — Por favor... Ele me posicionou no sofá, tirando minha calcinha com um movimento rápido, expondo-me completamente. Dante observava, ainda bravo, mas com desejo evidente – sua ereção pressionando contra as calças. Lucien se livrou das roupas necessárias, seu m****o duro e frio posicionado na minha entrada. Ele penetrou devagar, centímetro por centímetro, e eu senti dor – uma queimação aguda, misturada ao prazer, pois eu era virgem. Gritei baixo, as unhas cravando nas costas dele. Dante se aproximou imediatamente, beijando-me para distrair – sua língua dançando com a minha, as mãos massageando meus s***s sensíveis. — Shh, relaxa — murmurou ele contra meus lábios. — Vai passar. Lucien continuou, empurrando mais fundo, o ritmo lento no início, permitindo que eu me ajustasse. A dor diminuía aos poucos, dando lugar a um prazer profundo, preenchente. Ele gemia baixo, as mãos apertando minhas coxas, acelerando as investidas. Eu me contorcia sob ele, os gemidos ecoando na sala, o corpo se rendendo ao ritmo. Dante beijava meu pescoço, mordiscando a pele, uma mão descendo para circular meu c******s, amplificando tudo. Lucien me virou de lado, penetrando por trás enquanto eu ficava deitada no sofá, uma perna erguida para dar acesso. Seus movimentos eram profundos, possessivos, batendo no ponto certo que me fazia ver estrelas. Eu masturbava meu c******s agora, os dedos rodando em círculos rápidos, gemendo alto enquanto ele me fodia. Dante observava, tocando-se através das calças, o desejo o consumindo. Então, Lucien me posicionou de joelhos no sofá, penetrando por trás novamente, as mãos nos meus quadris puxando-me contra ele. A dor inicial havia sumido, só prazer restava – intenso, cru. Eu me masturbava com uma mão, os dedos mergulhando na umidade, rodando o c******s enquanto ele investia forte. Meus gemidos viraram gritos, o corpo tremendo. Ele me deitou de costas novamente, erguendo minhas pernas sobre seus ombros, penetrando fundo. Eu masturbava com as duas mãos agora – uma no c******s, a outra massageando os s***s, pinching os m*****s. O prazer construía, avassalador. Lucien gemia, o ritmo acelerando, até que gozou dentro de mim – um jorro frio e intenso que me levou ao limite. Eu gozei com ele, o corpo convulsionando, gritos ecoando. Lucien se retirou, ofegante, e Dante não esperou – virou-me de quatro no sofá, posicionando-se atrás de mim. Seu m****o duro escorregou para dentro, preenchendo-me de uma forma diferente – mais provocadora, mais charmosa. A dor residual misturava-se ao prazer, mas eu ansiava. Dante investia ritmicamente, as mãos nos meus quadris, gemendo rouco. Eu masturbava de novo, deitada de bruços agora, os dedos circulando o c******s enquanto ele me fodia por trás. Lucien observava, tocando-se devagar, recuperando. Dante me virou de lado, uma perna erguida, penetrando lateralmente enquanto eu masturbava com vigor, os dedos mergulhando e rodando. Ele me posicionou no colo dele, cavalgando, as mãos guiando meus quadris. Eu masturbava o c******s com uma mão, a outra no seu peito, subindo e descendo no ritmo. O prazer era infinito, gemidos preenchendo a sala. Dante gozou dentro de mim, o jorro frio me levando a outro orgasmo, o corpo tremendo em êxtase. Exausta, deitei no sofá, o corpo latejando, coberto de suor e essência deles. Esqueci do mundo – só existia prazer, desejo, os quatro irmãos que me possuíam. A noite estava só começando.
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