Milla acordou pela manhã e rolou na cama ela gostou da sensação dos lençóis sobre ela e assim que levantou se espreguiçou; ajeitou a camisola que usava e abriu a cortina do quarto ela não pode se impedir de olhar a casa do vizinho e por mais que de jeito nenhum quisesse lembrar do sonho que teve não conseguiu. No sonho ele não era m*l humorado com ela, pelo contrario ele era doce e até a paquerava descaradamente e seu corpo traidor correspondia às investidas dele.
voltando a realidade ela resmungou e caminhou para o banheiro. Enquanto se banhava Milla ainda pensava sobre o sonho e frustrada gritou.
— Merda eu não posso me envolver com ninguém...
Milla respirava pesadamente e não sabia por que, mas chorava debaixo do chuveiro.
— Droga...
Depois do banho ela olhou as horas, vestiu um short jeans colocou uma regata e amarrou o cabelo num coque, Milla desceu a escada para a sala e depois foi para cozinha ela fazia seu café quando ouviu um buzinar, Milla correu até a janela e se surpreendeu quando viu seu vizinho saindo do carro e dando tchau para outro homem e outras duas mulheres dentro do carro.
— Alguém teve uma noite agitada...— Murmurou ela sorrindo ao mesmo tempo incomodada.
Ela continuava na janela quando viu seu vizinho olhar no rumo da sua casa e ela se assustou fechando rapidamente a cortina da janela, a última coisa que ela queria era que ele achasse que ela estava o espionando.
— Chega de paranóia com certeza ele não te viu. — Falou ela respirando acelerado. Milla levantou do chão e foi para cozinha ela terminou seu café e se jogou no sofá.
Alguns minutos parada milla gritou entediada e finalmente ficou de pé e foi ate sua janela, ela fitou as flores que faziam a divisão da sua casa com a do vizinho e como se algo brilhasse em seu cérebro teve a ideia de colocar logo aquele plano da cerca em ação. Ela foi até seu quarto pegou o celular e buscou na agenda o número de um construtora que uma vez tinha empregado para arrumar a casa onde ela e Will tinham morado uma vez juntos. Ela apertou chamar e em poucos minutos uma mulher atendia.
— Construtora Wander em que posso ajudar?
Milla fez seu pedido e desligou em seguida foi para a porta dos fundo da casa para procurar as ferramentas no depósito a fim de usá-las quando as cercas chegassem. Ela abriu o depósito e olhou ao redor até que viu uma cavadeira, um saco de pregos e um martelo numa parede, ela pegou ambas as coisas e carregou para a área da frente da casa. Ela foi
dentro de casa bebeu um pouco de água e assim que voltava pra área viu o carro da construtora parar em frente a casa.
Milla sorriu e com a mão no rosto para encobrir o sol foi até os entregadores assinou seu nome e pagou no cartão sua compra. Os homens descarregavam as cercas quando ela ouviu um grito masculino de raiva e seu coração saltou.
— Ei mais que merda é essa?
Ela olhou para a casa do vizinho e engoliu em seco quando o viu corre de toalha com uma xícara na mão na direção dela e dos homens que descarregavam as cercas.
— Eu fiz uma pergunta por que estão descarregando cercas? Milla estufou o peito com um sorriso no rosto antes de falar.
— Eu mandei que descarregassem as cercas eu… — Ela não terminou o que falava.
— Quem você pensa que é para fazer isso…..
Milla fechou o rosto com raiva e caminhou até seu vizinho Adônis m*l humorado.
— Eu sou Milla Steffen e sou a nova moradora daquela casa…. — Apontou a casa em que estava morando antes de continuar a falar olhando o Adônis nos olhos enquanto o fitava nas pontas dos pés. — E vou colocar as cercas para não haver mais confusões como as de ontem a noite...
— Você não vai fazer isso… — Murmurou o Adônis a encarando de maneira desafiadora e sensual enquanto cruzava os braços.
— Ah é? — Perguntou ela em um misto de raiva e vontade sorrir enquanto acabava de ter um ideia.
— É. — Confirmou ele também decidido a encarando.
Sem pensar duas vezes Milla puxou a toalha que seu vizinho usava.
— Uuuh… — Os entregadores fizeram um barulho atrás de Milla e ela sorriu para o Adônis.
— E agora? Ou você entra ou será preso por atentado ao pudor. — Desafiou ela sorrindo enquanto seu vizinho a olhava com raiva cobrindo suas partes íntimas praguejando.
— Devolve minha toalha...
— Nunca, volte para a sua casa e não me encha.
— Se você mexer nas minhas flores eu juro que lhe dou umas boas palmadas. — Prometeu ele sério dando a entender que falava sério.
Involuntariamente Milla se viu corresponder ao que o homem havia dito a ela e ela praguejou pois estava excitada.
— Você não ousaria e... Hum você está dando uma boa visão para os vizinhos da casa….
— Ela ficou na ponta dos pés e deu um tchauzinho para os vizinho da terceira casa que olhava a cena ela sorriu e teve certeza que os vizinhos eram um casal gay.
— ...1005.
Seu vizinho olhou pra trás e praguejou antes de volta a olha pra ela.
— Eu vou volta...
— Sim, eu sei. — Respondeu sorrindo enquanto via seu vizinho correr para dentro de casa enquanto cobria seu m****o com a xícara de café que havia trazido com ele.
— Bela b***a…. — Gritou provocativa enquanto sorria junto com os entregadores.
— Vamos meninos descarreguem rápido isso pra mim, eu tenho certeza que ele vai volta e não estará de toalha dessa vez.
Os entregadores agilizaram e quando terminaram estavam indo embora quando ela se virou para ver um vizinho puto de raiva correndo atrás do caminhão de entrega.
— Voltem aqui, Droga.
O caminhão já estava longe quando ele desistiu e se voltou furioso para ela.
— Você….
— Eu não vou mexer em suas rosas se é isso que te preocupa….
— É bom mesmo.
— Agora se me dê licença eu tenho o que fazer...
— É óbvio que tem e eu estou vendo.
Milla começou a andar e deixou seu vizinho pra trás, mas logo era seguida por ele. Ela pegou as ferramentas e carregou até onde ia começar a monta a cerca, mas a voz do Adônis mais uma vez a parou.
— Você vai montar tudo sozinha? E seu namorado? — Perguntou a olhando.
— Você já pode voltar para a sua casa e me deixar em paz...
— Você não me respondeu. — Retrucou ele.
— Eu não tenho namorado, agora me deixa que eu tenho o que fazer. — Pediu ela com raiva.
— Eu não acredito…. — Murmurou ele cruzando os braços e finalmente saiu da onde ela estava e caminhou rumo a casa dele.
Milla respirou aliviada, mas praguejou assim que viu seu vizinho sentado na área dele a olhando trabalhar.
— Ótimo era o que me faltava, ele vai ficar me olhando…. — Pensou m*l humorada enquanto pegava a cavadeira para começa a cavar um buraco e colocar o primeiro lance da pequena cerca.
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