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Trono de Sangue

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intro-logo
Blurb

Luísa Catherine Marie Leblanc Belmont é filha primogênita do Rei Chisthoff e da rainha Alissa, sendo assim princesa da França. Desde criança ela sempre soube que reinaria, sendo herdeira legítima do trono e filha única. A côrte francesa não conhece Luísa, não a Luísa de vinte anos mais sim a pequena Luísa de nove anos, que após sofrer dois terríveis atentados fora afastada da vida pública.Aos vinte anos Luísa nunca saiu do castelo mais sempre acompanhou o mundo lá fora através de revistas e TVs. Faltava exatamente 1 ano pra Luísa assumir o trono, mais antes ela queria uma aventura, assim como o Rei Chisthoff teve na adolescência, então a proposta de passar um ano na universidade pegou seus pais de surpresa. Com um nome falso Luísa se aventura e conhece pessoas e o que ela jamais imaginou encontrar fora do castelo: Um amor."Do mundo de onde eu venho, renunciar é preciso".Este não é um livro de romance, é a história de uma garota aventureira que sonha em se conhecer e conhecer o mundo, Luisa é feita de sonhos e renúncias."Eu não nasci com poder de escolha, eu apenas cumpro ordens e as dou".Obra registrada ®

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Capítulo 1
Os dias no castelo eram sempre iguais, eu sempre tive a mesma rotina desde que fora afastada do resto do mundo. Olho pela milésima vez pro vestido em cima da minha cama, hoje eu diria aos meus pais o que eu queria, eu sabia que eu não teria muitas chances, mais tenho uma carta na manga. Sorrio ao pensar no susto que eles vão levar. - Alteza - vejo Madeline me chamar um pouco incerta, aquele olhar queria me dizer que eu iria me atrasar - Já estou indo - ela apenas abaixou a cabeça no breve aceno e se foi. Poucas pessoas podem ter contato direto comigo, pessoas de confiança. No castelo não entra ninguém pra trabalhar desde que eu fora escondida, só ficou os serviçais mais antigos, que eram e são fies a nós até hoje, por isso não temos nenhum jovem no castelo, apenas na guarda, mais meu quarto não era vigiado por nenhum. O som do meu salto agulha fazia uma zuada pelo imenso corredor, em minhas mãos a pasta com pesquisa que eu tinha feito suavam e minhas mãos. Respirei fundo ao chegar em frente ao grande salão, onde era feitas as refeições. Os guardas fizerem uma breve reverência e abriram a porta pra mim. - Bom dia papai, bom dia mamãe - minha mãe fez uma careta ao ouvir meu bom dia, ela sempre disse que eu deveria ter reverência a eles na frentes de tantas pessoas, porém naquela sala só haviam guardas e serviçais. - Bom dia Luísa - meu pai me lança um sorriso terno e observa com curiosidade a pasta em minhas mãos. O café foi feito em silêncio, era costumeiro ser assim, nunca ninguém abria a boca, e eu sempre odiei isso. As vezes queria ser de uma família normal, onde a minha única preocupação era estudar pra passar para uma boa universidade, eu costumava assistir seriados, era uma das minhas distrações. - Querida fale o que lhe afringe - meu pai me encarava com se soubesse todos os meu segredos e minha mãe continuava a tomar o café sem se abalar com aquilo - Eu quero ir pra universidade e passar um ano lá - todas as atenções foram voltadas pra minha mãe que parecia se engasgar com o próprio café - Você está ficando louca? - eu sabia que tinha desestruturado minha mãe, porque nunca a tinha visto perder a postura diante de ninguém, exceto agora - Não, estou falando sério, quero ir pra universidade. Os guardas e serviçais estavam focados em olhar para o chão e meu pai continuava me encarar seriamente. Eles não tinha escolha, eu não aguentava mais ser prisioneira daquele lugar. - Luísa você não pode, não podemos colocar tudo a perder - eu sabia lá fundo que meu pai entendia o que eu sentia, ele também já fora como eu, um prisioneiro em sua própria casa - Você deve se recompor, e não toque mais neste assunto Princesa Luísa - minha mãe deu ênfase no meu nome seguido do título, ela sempre fazia isso quando estava encerrando um assunto, mais o que ela não sabia era que eu não estava disposta a levar um não - Vou ser mais clara - com o resto da coragem que me resta a continuei- Ou vocês deixam eu ir pra universidade ou eu renuncio ao trono, e nem pense que estou ficando louca, eu tenho esse direito - minha mãe me encarava com tanta raiva que eu me encolhi na cadeira que só então percebi minhas unhas fincadas nas laterais. Passaram-se alguns míseros segundos e meu sangue se agitava ainda mais em meu corpo, eu sabia que eles não tinham escolha, aquilo era pro bem da minha saúde mental. - Você não vai, tira essa ideia da cabeça Luísa, desista - meu pai se levanta fazendo menção que aquele assunto estava terminado mais não me deixei abalar- Acho que o senhor não me ouviu, se vocês não concordarem eu renuncio ao trono, e até onde eu sei se eu fizer isso ele sai definitivamente da nossa família, eu não tenho nada a perder - perplexa minha mãe me encarava ainda sentada - Você é uma egoísta que só pensa em você, esses anos todos tentando te proteger pra você vim com essas ideias ridículas - a esse ponto a rainha já tinha perdido a postura, aquilo realmente me atingiu - Os únicos egoístas são vocês que me fizeram de prisioneira, pra que? Pra defender o trono não a mim, eu não aguento mais essa prisão. Eu não tenho amigos, eu não tenho nada, eu nunca pude ir até a janela pra ver o sol nascer o se pôr, eu não sei o que pisar na grama porque eu não posso sair desse maldito lugar - as lágrimas quentes escorriam descontroladamente - Eu vou da um dia pra vocês pensarem, se a resposta for não se preparem pra passar a coroa pra outra pessoa porque eu renuncio. Não esperei resposta, eu sabia que tinha sido rude, mais ninguém nunca me perguntou se eu queria aquilo, eu só fui jogada e trancafiada aqui sem poder dizer nada. Eu tinha um plano traçado, eles sabiam que eu podia sair sem ninguém desconfiar, já faziam muitos anos desde que me viram, ninguém me reconheceria adulta. As únicas fotos minhas foram tiradas de circulação a muitos anos, então eu sabia que podia sair usando um nome falso. Mais tarde naquele dia minha presença foi solicitada no gabinete do Rei. Minhas mãos trêmulas bateram na porta e logo ela foi aberta, dei uma olhada pelo local e encontrei meu pai, o conselheiro e minha mãe. Sorri internamente, o rei não chamava o conselheiro se não fosse precisar dele, e eu mantinha a esperança que ele me ajudaria nesse processo. — Alteza Luke tinha a mesma idade do meu pai, se tornou conselheiro por ser melhor amigo do rei, ele era de total confiança. — Luke O cumprimentei com um leve sorriso. Minha mãe estava nervosa, ela caminhava do lado da janela e a cada cinco segundos soltava o ar. — Luisa, o Luke está tá aqui pra te ouvir e saber sobre sua ida até a universidade. Meus olhos brilharam e uma batida do meu coração falhou. — Sim Alteza, quero saber exatamente o seu plano e a partir daí direi se você poderá ir ou não, e quais os riscos. Respirei fundo. Fui até a poltrona que fica de frente pra todos ali naquela sala e comecei. — Luke, é bem simples! Ninguém conhece essa Luisa, faz muito tempo que ninguém me olha, ninguém me reconheceria. Luke me encarou sério e pegou um papel que estava em cima da mesa e virou o mesmo para mim. No papel era eu desenhada, de como eu estaria hoje. O esboço era tão perfeito que poderia dizer que era uma foto minha, ali eles me venceriam. — Luke, ai eu sou loira e de olhos azuis, e é muito simples mudar minha aparência. Eles não sabiam, mais eu estava preparada pra qualquer coisa. Levantei e chamei uma das servas, que entrou segurando uma bandeja com alguns acessórios. Peguei uma lente de contato preta e coloquei nos olhos, prendi o cabelo no r**o de cavalo e coloquei um óculos sem grau e virei para Luke que me encarava com surpresa. Esperei pela reação de todos e do outro lado minha mãe resmungava indignada com minha audácia. — Agora é só pintar o cabelo de preto e ninguém jamais me reconheceria Luke. Um nome falso, com identidades e fotos de possíveis parentes e ninguém jamais iria desconfiar que sou eu. Admita! Luke encara meu pai pensativo, naquela altura eu sabia que tinha ganhado a confiança de Luke e tinha certeza que realizaria meu maior desejo. — Admito que é muito esperta! Ninguém majestade jamais reconheceria ela, mesmo loira, a questão dos olhos tira totalmente qualquer mera semelhança entre ela e a rainha Eu sou a copia fiel da minha mãe e os olhos denunciavam isso. — Acho que poderíamos da essa chance a ela, daqui um ano ela será coroada e ninguém à conhece, se ela for pra universidade escondida, quando descobrirem vão depositar confiança, pois uma princesa, herdeira do trono estava entre os seus. Eu não tava pensando nisso, porém vai ser um bom argumento. — Tudo bem, você ganhou Luisa! Minha mãe sai tempestuosa do gabinete, logo mais eu falaria com ela e faria ela entender o quão sozinha eu me sinto. — Eu vou organizar tudo e você trate de pintar o cabelo mocinha. Sorri com a simpatia de Luke. Eu sair do gabinete radiante, eu pensava em mil coisas, de como seria me ida até o outro lado, fora daqueles imensos muros, como uma garota normal. Mais logo meus sonhos se foram rapidamente assim que cruzei com o olhar da rainha, sentada com muita delicadeza sobre uma poltrona que fica de frente pra minha janela. — você vai até seu pai e vai dizer que desistiu desse plano e******o. Ela falou sem me olhar, apenas admirava a paisagem a sua frente e eu continuei estática onde eu estava. — Isso não vai acontecer, eu vou pra faculdade, querendo ou não. Me virei rapidamente indo direto ao meu closet e vejo minha mãe se levantar abruptamente, sem nenhum traço da rainha, mais sim de uma mãe furiosa. — Você não pode fazer isso. Você tem tudo o que precisa aqui, não seja egoísta e coloque tudo a perder. —Por um momento pensei em ficar calada, mais me chamar de egoísta foi longe demais. — Eu sou egoísta? Por acaso foi você que passou onze anos trancafiada messe maldito castelo? Foi você que não teve infância porque não podia ir ao jardim ou qualquer outra parte da casa pra ninguém lhe ver? Ou foi você que não teve amigos durante onze anos? Eu já tinha aumentado a voz, não estava em mim. — Se retire do meu quarto, quero ficar sozinha —Minha mãe não respondeu mais nada, apenas virou as costas e saiu. Naquela noite me questionei diversas vezes se eu estava errada, e cheguei a conclusão que não podia mais me esconder, viver para os outros. A sensação de está errada me consumia, mas toda vez que eu olhava através da janela escura do meu quarto eu me convencia que fui feita pra voar, que não podia ficar trancafiada naquele castelo até minha coroação, onde eu viveria pra sempre pra servir os súditos, e isso me afligia. Fui criada desde pequena para ser uma rainha, me lembro que nunca podia brincar com as outras princesas quando vinham visitar o castelo, eu sempre estava na biblioteca ou na sala de jantar aprendendo sobre regras de etiqueta ou como deveria andar. A verdade é que nunca fui uma criança feliz e nem tão pouco uma adolescente. Eu era Luísa, princesa da França e única herdeira do trono, nasci para reinar e meus pais não abririam mão disso, apenas eu podia mudar o rumo dessa história. Eu não queria abrir mão do trono, e nem tão pouco de herdeira. Por mais difícil que seja viver assim eu sabia desde tão pequena o porque da minha vida ser tão importante. Não era apenas continuar no a sucessão da minha família na coroa francesa , era impedir guerras futuras se eu não sentasse naquele trono. Existiam famílias inteiras querendo a cabeça da princesa da França, porque seu eu morresse um deles reinariam. Talvez minha mãe não aceitasse minha decisão por saber que muitos queiram minha morte por conta de uma coroa. Por outro lado eu me sinto pronta, não posso simplesmente aparecer do nada e sentar no trono sem saber quem são meus súditos, sem saber nem se quer como se comportam, quem são, e eles não entendiam isso. Sempre soube que eu era uma ameaça pra côrte francesa. Meu tio Rennêr é o que o diga, nunca gostou de mim, por mais que me pai o amasse eu sabia que ele o odiava e fingia por conveniência. Nunca aceitou o fato do meu pai ser o rei, e não ele, o que era o certo, pois meu pai era o primogênito. Toda vez que pensava que talvez meu tito tentou me assassinar eu pedia perdão pra Deus. Ele era um homem mau humorado, frio e talvez calculista, e isso não mudara ao longos dos anos. Lembro-me de quando eu tinha uns onze anos meu pai permitiu que ele viesse ao castelo com sua família, que se resumia na sua Esposa Olga e sua filha Odete. Lembro-me dele entrar no meu antigo quarto e procurar por alguma coisa, eu obvio não estava lá, estava em uma passagem secreta onde ele não conseguiu me encontrar. Desde então cresci com medo dele e desconfiada que sim, ele podia querem meu m*l assim como todos queriam. Mais meu pai muito bondoso e amável disse que era coisa da minha cabeça, já minha mãe proibiu até hoje a visita de alguma das famílias no castelo. Madeleine bate sutilmente na porta e entra fazendo uma reverência rapidamente. - A senhorita ta atrasada - ela me olha com preocupação, ela sabe que minha mãe odeia atrasos - Temos quantos minutos? - Dez minutos apenas - Antes dela falar mais alguma coisa, corro pro chuveiro sem nenhuma cerimônia e apenas tomo um banho rápido, não podia deixar minha mãe mais irritada ainda - Ao sair do banho meio molhada ainda e me secando freneticamente, recebo o olhar repressivo de Madeleine. Ao logo dos anos ela cuidou de mim, então tínhamos essa liberdade uma com a outra. Em passos largos e apressados chego a frente do grande salão onde ficava a sala de jantar, faltava um minuto pro café começar. Andei com com classe e fiz uma reverência aos meus pais. Minha mãe não me olhou, meu pai me lançou um sorriso curto. - Bom dia Majestades - Não tinha o costume de chamar meus pais assim, sempre os trava como pai e mãe, sem cerimônia - Bom dia filha - Meu pai respondeu batendo o talher sutilmente a taça dando início ao café da manhã - Após o café quero que vá ao gabinete Luisa, precisamos acertar alguns detalhes da sua saída - Meu coração pulsou de alegria mais logo me esquivei quando minha mãe falou - Até você vai continuar com essa maluquice? Isso é só um capricho dessa criança mimada - Seus olhos esbanjavam raiva, ela até ficou vermelha - Eu não sou uma criança Rainha, caso não tenha percebido, ou talvez nem percebeu, me trancou por tantos anos que nem deve ter visto o tempo passar - Basta! - Minha mãe pela primeira vez perdeu a compostura durante uma refeição, ela tava tão vermelha que pensei que iria passar m*l - Se acalme Alissa e sente-se - Meu pai interferiu quando viu que as coisas iriam longe demais - Quero as duas no meu Gabinete - Meu pai saiu andando e logo após eu fui atrás. A rainha Alissa sempre foi dura, nunca foi muito carinhosa, ja o meu pai era o oposto, sempre me deu todo carinho e atenção que eu precisava. Minha mãe não se dava bem comigo desde que eu nasci, muitos sempre souberam que eu era a única filha deles, mais não era verdade. Quando minha mãe engravidou sonho em da um herdeiro homem ao meu pai, então quando descobriu que teria gêmeos ela ficou ainda mais feliz, um príncipe e uma princesa, mais durante o parto ela teve complicações e o príncipe Henry, meu irmão não resistiu, somente eu. Acho que ela me culpa por ter ficado no lugar dele. Desde então sempre tive babás, ela não ficava muito tempo comigo e isso até hoje não mudara. - Vamos resolver isto de uma vez - Meu pai parecia cansado com aquela situação toda e eu me sentia culpada de certa forma - Resolver o que estava exatamente? Se você decidiu apoiar essa loucura? - Minha mãe rebateu com tanta raiva que meu pai por um segundo exitou - Alissa, uma coisa é certa, ninguém conhece Luisa, quando chegar o dia da coroação o conselho pode alegar que ela não é apta para isso - Minha mãe se mexe na cadeira e se levanta - Ela é a única herdeira, isso não pode acontecer - Meu pai cansado com aquilo se levanta também e fica atrás da mesa - Existem outros na linha de sucessão, e todos tem se preparado pra assumir o trono, todos cursam ótimas universidades. Luisa mesmo que curse a universidade online pode terminar o último semestre na Universidade, isso nos dará respaldo. Eu sei que é perigoso, mais ela previsa saber como é o mundo fora desses muros, precisa conhecer o povo que irão ser seus súditos - Minha mãe se sentou novamente com uma mão sobre a testa, sempre que estava com problemas ela tinha essa mania - Ótimo, ja está decidido não é mesmo?! Então faça o que achar melhor, aliás, você sempre faz tudo o que ela quer - Aquilo me doeu, eu sabia que ela ironizou minha relação com meu pai - Hoje vamos organizar sua ida a universidade filha - Meu sorriso cresceu e uma alegria imensa me completou. Eu ja cursava ciências políticas online, no começo foi difícil porque meus pais escolheram o que eu iria cursar, com o tempo aprendi a gostar. Pensar em cursar o último ano presencial me deu um frio na barriga, poderia até escolher um segundo curso, claro, que desse pra fazer depois da formatura. A formatura era algo que eu sonhava, quando terminava as aulas eu pensava sempre em quando fosse me formar, não seria igual as outras pessoas, eu não iria em um bile com um vestido lindo ou tão pouco vestiria a beca junto de meus colegas de classe. Mais agora eu tinha essa possibilidade, eu poderia me formar, ir ao um bile e ser por uns instantes uma jovem francesa normal. Naquela tarde pintei o cabelo de preto, eu fiquei mais pálida do que de costume, o escuro do cabelo deu um. Contraste diferente a minha pele. A minha sorte era que na França quase sempre está frio, não há muito sol e isso é uma boa desculpa pra minha palidez. Me encarando no espelho eu via a copia da minha mãe, mais agora com o cabelo preto eu enxergava os traços do meu pai. - Coloque as lentes e o óculos - Madeleine me entregou óculos com a armação preta moderna - Nossa, quase não da pra reconhecer, exceto pelo cabelo, ficou perfeito - Sim, ficou incrível - A cabeleireira não vem? - Pergunto curiosa e Madeleine dá um meio sorriso - Eu irei pintar seus cabelos, quando eu era mais nova gostava de pintar os meus de pretos, não gostava muito da cor natural - Os cabelos de Madeleine era castanhos, quase mel, eram lindos - Vamos lá - Ela pegou um robe e me vestiu - Pra não lhe sujar toda majestade - Assenti com um aceno de cabeça e logo ela começou a prender o meu cabelo. Ela usaria preto azulado, seriam duas caixas de tinta pois o meu cabelo estava perto meu bumbum. Depois de trinta minutos Madeleine com a ajuda de outra serviçal lavou meus cabelos e envolveu uma toa seca nele, depois a retirou e secou, quando me vi no espelho não me reconheci. A luiza de Olhos azuis oceânicos, cabelos loiros como o sol já não existia naquela verão. As lentes de contato eram pretas, os cabelos pretos contrastou com minha pele pálida e pra completar um óculos sem grau pra disfarçar. - Ninguém vai te reconhecer, digo, não imediatamente, mais se te olharem com atenção você ainda é a versão da sua mãe - Sim, mais isso não vai acontecer - Dei um sorriso pro espelho e Madeleine retribuiu logo atrás. Agora faltava bem pouco pra eu sair daqui.

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