— Não, Magnus Verena me acompanhará sozinha. Repreendeu-o com uma autoridade que não admitia réplica. — Voltaremos em duas ou três horas aproximadamente. Preciso de tempo a sós com a minha nora para nos conhecermos melhor, uma tarde de meninas, tomando chá. De novo Magnus quis protestar. Eu o vi se tensionar, com a mandíbula cerrada e os nós dos dedos brancos. Mas mesmo ele, com todo o seu poder e domínio, respeitava demais a mãe para contradizê-la abertamente. — Tudo bem. Concordou finalmente, embora o seu tom traísse o seu desacordo. — Mas vocês levarão muita segurança. Quis rir. Se ele soubesse que o verdadeiro perigo para ele não eram as ameaças externas, mas o que eu estava prestes a fazer. Concordei docilmente, interpretando perfeitamente meu papel de esposa submissa e obediente.

