CAPÍTULO 103 CARIOCA NARRANDO Putä que pariu, a cena dela deitada na cama, com aquelas pétalas vermelhas coladas na pele branca, quase me fez gozär só de olhar. A ruiva tava toda aberta, e o barulho que ela fez quando meti a língua lá embaixo... caralhø, quase me fez perder a linha na hora. Ela é doce pra c*****o. E aquele gemido de – Carioca... – saindo da boca dela foi a p***a de uma sinfonia. Agarrei forte nos quadris dela, sentindo o corpo todo tremendo enquanto eu passava a língua. Ela tentou fechar as pernas, timidez de novinha, mas eu segurei. — Deixa, gata... — falei, com a boca lá no meio dela. — Isso aqui é seu. Ela gemeu mais alto, e as mãos dela enfiaram no meu cabelo, não pra empurrar, mas pra segurar. Querendo mais. Tava óbvio que ela tava no limite. A respiração dela

