CAPÍTULO 24 CARIOCA NARRANDO Tava largado na minha cadeira na boca, fumando um baseado daqueles grossos, deixando a fumaça subir devagar pelo teto. A mente tava a milhão, pensando nos corres, no casamento que o coroa já tinha batido o martelo, e principalmente na ruivinha… Alanny. Só de lembrar dela, parecia que o fogo queimei mais que a ponta do beck. Do nada, PÁÁH! A porta bateu com força, quase saindo do lugar. Eu já levantei na hora, o sangue fervendo. — Qual foi, porrã?! — gritei, a Glock na cintura e a marra estampada na cara. — Tá achando que aqui é a casa da tua mãe, é? Quem mandou entrar assim, caralhø?! A Priscila parou no meio da sala, com aquele shortinho enfiado, a cara fechada e o peito estufado. A voz dela veio carregada de veneno: — Eu ouvi lá fora que a ruiva vai vol

