Madison Harrington As horas passavam lentamente, como se o tempo estivesse zombando da minha paciência. Já fazia tanto tempo que eu estava aqui no hospital que nem sabia mais dizer quantas horas ou minutos haviam se passado desde que os médicos retiraram a sedação de Ryan. Mas eu não sairia. Não até vê-lo abrir os olhos. As minhas pernas doíam de tanto ficar sentada na mesma posição, os meus olhos ardiam pelo cansaço, e o meu coração carregava um peso que parecia sufocante. O quarto era silencioso, exceto pelos sons ritmados dos monitores e pelo som do meu próprio coração batendo forte dentro do peito. A cada movimento mínimo que Ryan fazia — um pequeno tremor na mão, um leve suspiro — o meu corpo inteiro entrava em alerta, esperando, implorando para que fosse o momento que ele finalment

