Madison Harrington Acordei com a cabeça latejando, uma dor pulsante que parecia ecoar no ritmo acelerado do meu coração. Os meus olhos se abriram lentamente, ajustando-se à luz fraca do quarto desconhecido. Pisquei algumas vezes, tentando afastar a tontura que me envolvia como um nevoeiro espesso. Onde eu estava? O ar pesado e o silêncio inquietante me fizeram sentir um calafrio subir pela espinha. Me forcei a levantar, mesmo com as pernas trêmulas, e cambaleei até a porta. As minhas mãos trêmulas se fecharam na maçaneta fria, e girei, empurrando com força. Trancada. A minha respiração se acelerou. Corri até a janela, as minhas mãos pressionando o vidro, mas não havia jeito de abrir. Trancada também. O medo começou a tomar conta de mim, um peso esmagador no peito. O meu cérebro traba

