Ryan Walker O dia começou com um misto de alívio e inquietação. Minha filha Liza finalmente receberia alta, um momento que eu esperava ansiosamente. No entanto, ver a minha pequena tão diferente, tão calada, era como carregar uma ferida aberta. Cada risada que ela não dava era como um golpe direto no meu peito. Sentia saudade de escutar a sua voz, suas perguntas, e ver ela correr para todos os lados. Os médicos disseram que o trauma havia sido severo e recomendaram terapia, algo que eu faria sem hesitar. Tudo o que eu queria era ver a minha menina voltar a ser quem era antes: uma criança cheia de vida, rindo e correndo pela casa. Quando chegamos em casa, levei-a para o quarto. E a vi observar tudo com curiosidade, um olhar atento a tudo. - Liza, eu não mudei nada aqui. Está tudo do jeit

