Capítulo 5

3476 Words
Lindsay estava ansiosa pela conversa de segunda feira, ela realmente pensou que talvez ele fosse só mais um cara que dava em cima das mulheres ou então tentassem dormir com ela e ela conseguir algo em troca, ela realmente não sentia que o ASAC Jay Soffer seria esse tipo de homem, ela ficou encantada com a maneira que ele lidou com toda a situação perante a Conrad Miller, como ele disse que ela era capaz e se ele não soubesse ela viu nos olhos dele como ele ficou admirado com a prisão que ela fez de Hernandez Diaz. Então, ela o viu com as crianças, viu como ele soube conversar, como a voz dele era suave e como ele acompanhou as crianças ate o hospital. Ela não vai negar os pensamentos que estava tendo com o seu possível chefe, mas quem iria realmente culpa-la. Não é como se ele se interessasse de volta, ele provavelmente tinha esposa ou uma namorada. Ela não desconfiava dele, mas ainda sim por sua segurança ela decidiu não tomar nenhuma decisão precipitada, não importa o quanto ela quisesse finalmente se demitir e xingar seu maldito chefe, mas ela não iria arriscar perder o emprego, ela precisava se manter e manter Nádia e sua faculdade. Então ela iria considerar a oferta de Jay, ela iria conversar melhor sobre essa proposta com ele na segunda e então, ela tomaria uma decisão sobre isso. Para ser honesta ela queria muito esse trabalho e não faria m*l ter o ASAC Soffer como chefe, não doeria seus olhos ver aquele homem todos os dias. Então, após a segunda feira chegar Davis se preparou, ela estava pronta para tentar recomeçar em algo que ela acreditava ser melhor do que ela imaginava, ela nunca pensou que seria melhor do que estava agora e era por isso que ela não estava criando muitas expectativas, ela não queria se iludir com algo que talvez não fosse pra valer, ela não entraria em outro emprego para ser humilhada e maltratada. Ou talvez Soffer tenha pesquisado sobre ela? E se ele se arrependeu? Ela não sabia e isso a deixou nervosa. Quando ela subiu para o último andar do prédio do FBI, ela respirou fundo, arrumou seu blazer e saiu com confiança, mesmo que por dentro não se sentisse como tal. Ela tinha esse poder de esconder seus sentimentos perfeitamente. Então ela estava caminhando em direção ao escritório de Soffer e antes de entrar ela o avistou, seu coração balançou um pouco. Esse homem definitivamente mexia com ela. Assim que entraram, eles sentiram a tensão na sala, eles examinaram um ao outro e seus olhos se fixaram um no outro e a mesma sensação que eles sentiram na madrugada de sábado quando a mão dele tocou a dela. Não era a eletricidade do toque, aquelas que eles queriam desesperadamente sentir de novo, mas era a sensação, era algo que eles não sabiam explicar, era algo que eles nunca sentiram, mas era bom sentir. Quando ela fez sua pergunta, ela pode jurar que nunca sentiu tanta honestidade sendo dirigida a ela. Ele disse olhando nos olhos dela, ele parecia que estava olhando sua alma e então ela sabia, era um sonho que estaria se tornando realidade. Ele não era um homem machista ou sexista, ele a respeitou, ele respeitou sua posição e ele viu potencial nela, ele viu o que ela pensou que ninguém nunca veria, que talvez ela realmente não merecesse mais do que estava por vir, mas pelo que parece, estava melhorando. Então, após ela afirmar que estaria se mudando para o escritório ao lado, após eles terem ficado se encarando pelo que se pareceram horas, até Jay limpar a garganta e começar a explicar como o trabalho iria funcionar, ele se levanta de trás de sua mesa e caminha até a cadeira que ela está sentada enquanto abotoa o blazer e ela se levanta. E eles ficam cara a cara, ela está de salto, mas ainda é mais baixa do que ele e eles nunca estiveram tão próximos assim. Droga... Eles se encaram e sabem que precisam andar rápido antes que ele a agarre e ela não irá recusar isso. - Vai ser um prazer tê-la no meu time. - Ele diz e sua mão é estendida para ela. - Vai ser um prazer fazer parte dela, você não vai se arrepender. - Ele aprecia as covinhas e o sorriso que alcançava seus olhos. A mão dela se une a dele e é isso... Essa conexão, essa eletricidade que percorre por todo o corpo deles. É um toque simples, mas que mexem com eles, a sensação de suas mãos se tocando mexe em alguma parte dos nervos deles que os fazem se sentir conectados. É único e isso os faz querer jogar a cautela ao vento, eles fechariam aquela porta e levariam o seu tempo nesse escritório, quem os impediria? - Senhor... - Ava os interrompe, ela os impediu. Jay se recompõe quando ouve ser chamado, ele infelizmente quebra o contato com Lindsay e olha para a mulher. Ela é definitivamente mais nova, Davis a observa. Ela provavelmente tem a idade de sua irmã, talvez um ou dois anos mais nova. Ela usa um vestido amarelo que vai até o joelho, ele gruda no seu corpo inteiro, seus cabelos são castanhos escuros e estão em um coque baixo, ela usa óculos pretos e sorri para Jay. Ela o queria e ela era bonita, talvez Jay a quisesse também? Ela não ficaria com ciúmes, ela não tem esse direito e ela definitivamente não pode culpar a menina. - Amy disse que seja o que for você desce e resolve com ela, ela não é sua escrava trabalhista e ela não vai ficar fazendo favores que não estão no contrato dela. - A jovem diz e Davis percebe que Soffer queria rir, mas ele não o faz. - Já estamos descendo. Obrigada por avisar Srta. Méndez. - Jay diz sério e espera que ela se retire. Assim que a garota faz ele se vira para Lindsay e sorri. Um sorriso lindo, e ela sente que ele guardou para ela, mas não vai deixar sua mente ir lá. Mesmo que ela não saiba, era a verdade, ele não era um homem que sorria para qualquer um, eram poucas pessoas, seus filhos a maior motivação, as vezes nem pessoas, apenas momentos, mas agora foi literalmente a pessoa. Era Lindsay, ela fez isso com ele. - Bem, temos que ir, tudo o que acontece na sede do FBI passa por Amy Bailey. Ela não é uma pessoa fácil de se lidar, nem mesmo os chefões, mas você se acostuma. - Ele diz e eles saem da sala. Ele era responsável por 5 equipes, cada uma com seu próprio SSA, Soffer era supervisor deles e só se envolvia em casos maiores, mas sempre estava a par de tudo. Ele sentia falta da ação as vezes, desde quando era SSA, eles fazem mais o trabalho de escritório enquanto os agentes especiais vão para as ruas, então, fica mais difícil ainda um ASAC ir, mas como ele é o chefe de todos, ele pode escolher quando se envolver em alguma ação. E quando ele lembrava do porque passava mais tempo atrás de uma mesa de escritório, ele não reclamava mais, ele amava seus filhos e iria prezar pela sua vida, para vê-los crescerem. Ele passa e cumprimenta seus conhecidos e Lindsay os cumprimenta ocasionalmente. E eles descem quase não conversando. Até encontrar com a Sargento de mesa, Amy Bailey. - Ah, você está aí... - Ela avista Soffer. - Você realmente pensou que eu subiria lá? Não sou sua secretária pessoal e nem... - Minha escrava trabalhista, você não vai fazer trabalhos que não estejam no seu contrato. - Sim, sim sargento. Eu ouvi da primeira vez, não precisa repetir. - Ele diz se aproximando e sorri. Lindsay os observa sem dizer nada e evita sorrir. Jay é atrevido. - Você se acha, não ei engraçadinho. - Ela revira os olhos para ele e antes que consiga dizer algo ele fala. - Tudo bem... Essa é Lindsay Davis... Ela será a nova SSA da terceira equipe. - Ele avisa. - Bem, vamos ver, vou precisar que você vá para o RH e entregue seus documentos, você pode me deixar o contato do seu último emprego? - Claro... - Lindsay sorri e o celular de Jay toca. - Licença... - Ele diz e se afasta. - Vai ser um prazer trabalhar com você Sargento Bailey. Sem você controlando as coisas aqui tenho quase certeza de que isso não iria funcionar tão bem. - Ela diz normalmente e não percebe o sorriso da mulher de cabelos brancos, pois está anotando o número do FBI Contra Terrorismo. - Bem, acho que vai ser bom trabalhar com você também. - Ela sorri para a garota jovem que sorri de volta. - Pronto? Vamos que vou te levar até o RH... - Jay volta e coloca o celular no bolso. - Pode deixar, ASAC, eu levo ela. Você com certeza tem muito o que fazer. - Ela sai da bancada. Méndez, fique aqui e não deixe ninguém passar se não tiver horário marcado ou dor urgente! - Ela diz e se aproxima de Lindsay. - Vamos... - Mas... - Soffer exclama. - Vá trabalhar, eu cuido disso. - Amy ordena e ele não quer parecer apegado e deixa. Primeiro, ele queria aproveitar o máximo de tempo que podia com Lindsay e segundo, porque ela mudou tão rapidamente, foi apenas uma ligação rápida. Por tudo que ele sabia Amy não gostava de seres humanos. Ele não quer mostrar seu desapontamento e então decide voltar para o seu escritório. ... Lindsay conversou com o RH no dia anterior para saber todos os documentos que seriam necessários ela entregar. Antes dela assinar sua carteira, ela precisava conversar com Miller. E foi o que ela fez assim que saiu da sede do FBI, acompanhada até a entrada por Amy. Ela não entendeu como reclamaram dela, ela era um amor. Quando chegou na divisão contra terrorismo, ela conseguiu falar com Conrad meia hora depois. Ela avisou que estava indo embora e no início ele não entendeu. Disse que ela deveria ficar, que era o trabalho dela, mas quando ele descobriu para onde estava indo e que ela não estava dando aviso prévio ele começou a humilhação. Ele a chamou de incompetente, de inútil e após o quarto xingamento, discretamente Davis pegou o seu celular e começou a gravar. Ela poderia muito bem ter revidado com palavras. Ter o tratado da mesma maneira e ter dito tudo o que engoliu nós últimos anos que trabalhou com esse saco de merda, mas ela pode não ser formada em direito, mas ela sabia o básico e ela não queria apenas gritar com ele, ela queria que ele perdesse mais e se possível até mesmo o cargo. Ele não faz bem nenhum para a sociedade e não deveria estar no cargo em que estar. Então, ela deixou que ele a xingasse do jeito que queria e avisou que ela seria obrigada a cumprir dois meses de aviso prévio. Assim que ela sentiu que a boca dele estava seca demais, devido aos gritos, ela não disse uma palavra e se retirou da sala. Ela realmente não gostava de ser tratada daquela maneira, mas ela realmente sabia melhor, por isso sempre "abaixou" a cabeça. Ela pensava no futuro. Ainda na segunda feira, ela decidiu entrar com o processo contra ele, ela sabia que teria que cumprir aviso prévio enquanto não entrasse com um processo contra ele e ela teria começado hoje na divisão de crimes violentos contra crianças se pudesse, mas teria que resolver muitas coisas antes, mas ela esperava ser o mais breve possível, não pelo Jay, bem... por ele também, mas ela m*l via a hora de começar a trabalhar e ajudar crianças. Era algo que ela sabia que sentiria mais satisfação ainda de fazer. ... - Aí papai! - Hannah choraminga quando o pai puxa um pouco forte demais o cabelo dela. - Desculpa querida. - Ele beija a têmpora dela e opta por um r**o de cavalo simples. - Detetive!! Vamos embora!! - Jay grita o filho. - Vamos salvar o mundo papai? - Ele aparece com o seu cachorro no braço. - Claro que vamos. - Ele diz puxando o filho da escada para os seus braços. - YAY!! - Ele diz no braço do pai rindo. E Hannah também quer. - Olha quem não tá grande demais para os braços do papai. - Ele diz e a pega. - Ugh, mas eu acho que essa fadinha aqui já está grande demais. - Ele ajeita a filha nós braços. - Você é forte papai. - Liam diz. - Por vocês eu sou. - Ele pula com os filhos os fazendo rir. De um jeito confuso e que literalmente deu trabalho ele conseguiu pegar as duas mochilas, mais a lancheira, incluindo sua pasta. Ele não conseguiria fazer muito mais, então caminhou até o carro. - Papai, eu sou grande demais para cadeirinha. Vou fazer nove!! - Hannah reclama. - Eu sei que sim, mas ainda vai usar cadeirinha. - Ele explica enquanto prende Liam na dele. - Por que? Minhas amigas não usam mais, e a da Maggie é pequena, não grande como a minha. - Ela diz se recusando a colocar o sinto. Liam está quieto observando sua irmã revoltada. - Maggie e suas amigas tem o tamanho e o peso ideal para sair da cadeirinha. Você ainda é uma tampinha. - Ele cutuca o lado dela e mesmo que ela sinta cócegas segurou a risada. Ela estava brava. E pode dizer o que for, Liam e Hannah herdaram de um jeito ou de outro sua cara zangada. - Você vai sair quando crescer um pouquinho mais. Eu prometo, ok? - Ele passa o dedo no nariz dela e beija a testa deixando a cadeirinha dela. - Confortável? - Ele pergunta enquanto olha se ela estava presa corretamente e sua filha acena. - Hey... você sabe que é minha princesinha certo? - Ele pergunta novamente. - Sim papai. Eu sei. - Ela sorri não resistindo ao seu pai. - Ótimo agora vamos. !! ... - Não acredito que você vai trabalhar com ele!!! - Samantha diz entusiasmada. - Ele é um gato. - Ela sorri. Ela jogou o nome de Jay no google e viu a foto. - Ele deve ser casado, vamos ver... - Não vamos ver nada. - Lindsay pega o MacBook e desliga. - Eu preciso disso. E se você quiser uma carona, você tem três minutos. - Ela diz se servindo de café. - Estraga prazeres!! Espero que ele possa te dar algum. - SAMANTHA! - Davis mais velha grita, sua irmã mais nova era terrível. ... - Só estou dizendo, para o seu bem, se ele tiver solteiro que m*l tem? - Ela diz sentada no carro da irmã. - Ele é meu chefe. Não vou dormir com o meu chefe. - Ela liga a seta para virar na faculdade de sua irmã. - Você precisa sair, se relacionar. Nem todo mundo é babaca como o Lucas. - Ela reclama. - Por que você não se preocupa mais com seus estudos e menos com minha vida pessoal? - Lindsay diminui a velocidade enquanto se aproxima da faculdade. - Por que a sua vida precisa ser reorganizada. E isso vai ser interessante. - Ela tira o cinto. - Eu não acho que todos os caras sejam babacas, só não quero me envolver agora. Tudo bem? - Ela olha para a irmã que assente. - Então, agora vai... - Ela diz após parar o carro. - Só pense nisso, ele é gato. - Ela diz sorrindo enquanto sai do carro. - Cala a boca! - Ela diz e espera que a irmã entre para dar partida e ir embora. O caminho todo até o advogado ela pensou em Jay. Não fazia nem 24 horas e ela queria desesperadamente vê-lo, mas para isso ela precisava resolver as coisas com seu antigo chefe e seus documentos. ... Jay chegou ao escritório mais feliz do que nunca, mas após uma hora estranhou a falta de presença de Lindsay. Eles não conversam desde que Amy a roubou dele. Então ele não sabia o que aconteceu, mas realmente esperava por ela hoje. - Sargento... - O que você quer Soffer? - Ela não se preocupa em olhar para ele. - Bom dia pra você também. - Ele sorri se aproximando. - Bom dia senhor... - Ava sorri animadamente para ele. Ele retribui com um leve sorriso e Bailey a encara. Logo ela volta ao trabalho. - Como foi ontem com os documentos de Lindsay? - Ele pergunta esperando que ela não enrole muito. - Ela precisava ir no antigo emprego dela. Achei que ela voltaria hoje. - Ela diz pensativa. - O chefe... - Ele fala mais pra si mesmo do que para as mulheres na bancada. Ele pega seu celular e logo sai do saguão preferindo conversar do lado de fora. - Lindsay... - Ela atende não reconhecendo o número. A voz dela... Ele respira fundo e responde. - Oi, é Jay... - Ele diz. - Ah, senhor Soffer... - Me chame de Jay... - Ele diz e pode ouvir ela rindo. - Jay... - Ele gosta do jeito que ela fala o nome dele. - Aconteceu alguma coisa? - Ela pergunta se preocupando. - Pensei que você começaria hoje... - Ele realmente não sabe como dizer sem parecer desesperado. - Eu tentei, mas ontem quando avisei Miller digamos que ele não gostou da notícia e disse que eu teria dois meses de aviso prévio. - Ela explica. - Bem ele não pode, você... - Eu sei, estou processando ele por outras coisas e assim que isso for finalizado eu começo. Só preciso que ele seja intimado. Assim que terminar aqui, vou passar no RH e entregar meus documentos. - Ela conta. Ela está feliz por ele querer que ela comece hoje, ela também gostaria. - Não... na verdade você começa amanhã. Assim que terminar aí, passe aqui para entregar os seus documentos. Vou fazer umas ligações. - Ele diz e por pura ansiedade desliga antes que ela pergunte o que ele vai fazer. ... - Você não tem o direito... - Não tenho o direito? Bem, veremos sobre isso então. - Soffer diz e pega o celular. - Que tal eu fazer uma ligação breve para o Comandante e ver o que ele pensa sobre isso? - Ele começa a discar. - Acho que ele iria adorar saber que você... - O que você quer? - Ele diz rapidamente antes que Jay ligue. - Você vai demitir a Lindsay, ela tera todos os direitos dela concedidos como outra pessoa qualquer. E eu quero isso para hoje!! Nem mais um minuto. - Você não pode simplesmente tirar minha agente de mim. - Ele reclama. - Tivesse dado valor a ela antes. Eu tiraria você do cargo se pudesse, mas sei que isso ainda não está ao meu alcance. Não só a SSA Davis merece ser tratada de maneira melhor, como a maioria de seis funcionários. Então por favor, não me faça fazer aquela ligação. - Ele diz e caminha até a porta antes de parar novamente. - Você tem uma hora para fazer toda a papelada de Lindsay Davis. Se meu escritório não me avisar nesse meio tempo, eu vou fazer aquela ligação. - Ele diz e sai do escritório deixando a porta aberta e muitos agentes olhando dentro do escritório. ... A ligação veio exatamente 43 minutos depois. Toda a papelada da demissão, incluindo todos os direitos devidos foram enviados para Davis e seu novo emprego. Ela recebeu um telefonema no caminho para a sede enquanto ia entregar seus documentos. Jay estava trabalhando, ele tinha que enviar oito documentos importantes ainda hoje, sua conversa com Conrad Miller acabou atrasando ele, mas ele faria de novo se necessário. - Licença... - A voz que ele ansiava ouvir o chama e ele tira seu olhar de seu computador para a porta. - Entre... - Ele pede. - O que você fez? - Ele fica com medo dela ficar com raiva dele, mas ele vê um sorriso leve em seu rosto e se levanta. - Apenas agilizei seu processo de mudança. - Ele conta. - Como? - Ela se aproxima dele. Ela sabia que tinha sido ele e estava curiosa. - Eu conheço um cara. - Ele diz sorrindo. - Você não precisava. - Ela informa. - Eu sei que não, e estou totalmente a favor do que você está fazendo, mas queria você trabalhando aqui o mais rápido. - Então, amanhã? Ela pergunta. - Sem dúvidas. - Ele sorri para ela.
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