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1005 Words
Heitor Lins Coloco mais um bolinho de dinheiro dentro do envelope e suspiro, e nossa como era chato separar dinheiro para os pagamentos, tomar no cu. Eu queria mesmo era estar com a minha linda, porra... Me encosto na cadeira e giro pra lá e pra cá pensando no nosso beijo de ontem, e que beijo meus amigos. — ZEUS — escuto me gritarem e vejo que era o morte gritando da rua e vir na minha direção e logo atrás dele vejo o naruto ofegante — ZEUS, p***a eu cansei — MT se apoia nos joelhos respirando fundo — O que foi p***a ? Fala aí — dou risada de leve vendo o MT tirar o celular do bolso e mexer em alguma coisa e me entregar Já me desencosto da cadeira assim que vejo algumas fotos minhas e da Cecília nos beijando ontem, e era umas 6 fotos, mais esse c*****o agora p**a que pariu. Leio a legenda que colocaram já fechando a cara, eu com toda certeza vou matar quem quer que tenha escrito essa p***a. Falando um monte de coisas da Cecília, taxando ela de interesseira. Pode mexer com qualquer pessoa, menos com a minha menina. — Postaram isso tem pouco tempo, tem apenas uns 15 minutos, e já tem um monte de comentário falando da Cecília, que ela é isso e aquilo — MT fala e eu olho pra ele rápido e o mesmo também estava emburrado, abro os comentários e leio as portas que estavam falando dela E meu sangue ferveu na mesma hora, eu apenas via vermelho na minha frente. — Liga pra Érica e faz ela achar quem é o criador dessa página, e liga pra mim assim que ela conseguir — falo entregando o celular para o MT e me levanto pegando o meu capacete e a chave da moto e saindo da boca O povinho filha da p**a, além de postar as p***a das fotos ainda escreve um texto horroroso daqueles. Como será que a Cecília deve estar ? É claro que ela está m*l né Zeus, com o povo falando tudo dela. Tomar no cu. Aí eu me lembro daquele dia na praça dela toda m*l, se tremendo toda, suspiro sentindo o meu coração apertar e então acelero a moto mais ainda. [...] Paro na frente do bar da Lorena e já saio entrando, e em uma das mesas de fora percebo aquela mina ruiva e mais duas garotas com ela rindo enquanto olhavam para o celular. Vejo as três me olharem, quando entro procuro a Lorena que não estava nem na cozinha e nem na parte da frente do bar, ergo a portinha ali e passo subindo as escadas. Bato na porta algumas vezes e passo a mão pelo rosto. Porra. A porta se abre e a Lorena me olha sem nenhum traço de surpresa no rosto. — Cadê ela Lorena ? — Ela está no quarto dela Heitor, ela está m*l, você pode ficar com ela ? Eu tenho que descer — ela fala baixo toda preocupada mexendo as mãos — É claro que eu posso, pode ir tranquila — ela sorri e me dá um beijo na bochecha saindo, suspiro olhando a casa e já indo até o quarto da Cecília no corredor E do corredor eu escuto um fungado e um soluço fazendo eu suspirar, paro na porta do quarto dela que estava aberta e vejo ela deitada encolhida na cama olhando para o celular, as bochechas dela estavam vermelhas igual a ponta do seu nariz, seus olhos estavam vermelhos enquanto lágrimas desciam pela sua bochecha e ela estava tentando secar o seu rosto Vejo ela me olhar com um olhar surpreso e eu sinto um bolo na minha garganta quando vejo seus olhos vermelhos e percebo sua respiração pesada e ofegante. — Zeus ? — Oi — dou um sorriso de leve indo até ela que tentava secar suas lágrimas, me sento do seu lado passando a minha mão pelo seu rosto vermelho — Vem cá — puxo sua mão tremendo e ela se ajoelha na cama e eu ajeito as minhas costas na cabeceira da cama puxando ela para o meu colo que logo vem sentando no meu colo de frente pra mim, deixando suas pernas uma de cada lado da minha cintura — Desculpa — escuto o seu soluço e eu coloco meu rosto no seu pescoço sentindo o cheiro bom dela Porra como eu amo esse cheiro. — Pelo o que Cecília ? Está tudo bem, eu já mandei a Érica apagar esse negócio e achar quem tirou as fotos e quem publicou essa p***a, fica tranquila tá bom ? Se acalma — enlaço sua cintura e com a outra mão eu passo pela sua coxa descoberta fazendo um carinho Escuto o seu soluço. — O tanto de coisas que falaram — ela fala com a voz de choro e quase sem voz e eu suspiro no seu pescoço sentindo ela arrepiar e estremecer — Mas você não é dessa forma, eu sei disso pô, você é f**a demais, os filhos da p**a que falaram essas porras não te conhecem de verdade, não convivem com você para perceberem a pessoa f**a que você é — falo subindo a minha mão até a sua nuca e massageando de leve sentindo ela estremecer no meu colo, e respirar fundo Porra mano, era um negócio tão r**m ver ela dessa forma sabe, ver ela tendo essas crises partia o meu coração. Fico ela ali por um tempo, brincando com os seus cabelos, abraçando ela, cheirando o seu pescoço de leve enquanto ela resmunga e sentia ela parando de tremer. — Me dá sua mão — falo me separando dela um pouquinho e olho para o seu nariz meio vermelho e seus olhos pequenos e um pouco inchados, ela franze o cenho e tira os braços que estavam em volta do meu pescoço estendendo as mãos Logo de cara eu percebo as marcas das unhas ali, meio fundas e vermelhas
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