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1034 Words
Heitor Lins — Eu posso falar a mesma coisa — suspiro sentindo ela me dar um selinho de leve Puxo o lábio inferior dela devagar entre os meus dentes enquanto olhava para a sua boca, sentindo ela suspirar. — Tão gostosa — murmuro bem baixinho quase um sussura inaudível, volto o meu olhar pra ela que me olhava com os olhos em chamas Cecília.... Você é simplesmente a minha perdição. Junto às nossas bocas em um beijo lento sentindo cada pelo do meu corpo se arrepiar com a língua dela intercalando com a minha lentamente. Chupo sua língua puxando os fios de cabelo da sua nuca de leve, sentindo ela estremecer, parecia que apenas eu e ela sabe, eu e a minha linda. Ela morde meu lábio e nos separa e eu dou um sorriso para ela enquanto passava o meu polegar pela sua bochecha sorrindo de leve vendo ela abrir os olhos sorrindo. — Agora eu tenho mesmo que ir — ela sorri fraco e eu puxo ela passando os meus braços pela sua cintura e ela passa os dedos pelo meu pescoço fazendo eu enterrar o meu rosto no pescoço dela sorrindo — Depois a gente conversa mais sobre o nosso passeio, tá bom ? Sinto ela assentir com com a cabeça e descer os braços pela minha cintura deitando a cabeça no meu peito me olhando corada fazendo eu sorrir. Toda linda ela, e nem se esforça pra isso. — Você é muito gata p***a, tá doida — ela ri abaixando a cabeça ainda com a testa colada no meu peito E fala pra tu, não queria sair dali não, conseguia sentir o cheiro dela vindo para o meu nariz fazendo eu enlouquecer, meu coração parecia que estava pulando, era uma coisa de doido. Levo a minha mão até o seu rosto acariciando de leve e dou um beijo na sua testa suspirando e sentindo ela se afastar. — Depois a gente conversa então — eu concordo sorrindo e segurando a mão dela e levando até a minha boca dando um beijo na palma e depois dando um beijo na sua testa — Fica tranquila tá bom ? — ela sorri de leve e eu subo na moto colocando o capacete e ligando ela, dou um sorriso antes de sair dali e dou partida, quando olho pelo retrovisor vejo ela entrando no bar e eu suspiro E porra...como eu amo essa mulher. [...] — Qual foi ? Eu tava ocupado — falo revirando os olhos e entrando na boca vendo o meu pai, meu tio, Érica e o morte — Tô sabendo, a Érica conseguiu acessar o sistema do batalhão, ela ativou um negócio que consegue gravar quando alguém fala perto da sala de comando, estão pensando em invadir o morro no sábado, mas vão invadir aqui e a maré na mesma hora — meu pai fala me olhando — Filhos da p**a — Falo passando a mão no rosto Porra esses caras querem f***r com a vida de todo mundo. — Saiu a nota Zeus, já estão sabendo que o José não comanda mais o vidigal, estão querendo a cabeça do novo dono — morte fala me olhando e eu sento na cadeira — Nem fodendo que vão conseguir isso, nós lutamos pra c*****o pra chegar aqui, mudamos essa p***a toda e agora eles vem querendo pacificar ? Eles vão pacificar na casa do c*****o, eu quero ver a gravação — falo sério e me sento na minha cadeira e a Érica vem até o notebook e começa a mexer nele Pacificar era uma p***a, eu lutei pra c*****o para chegar ao lado da minha linda e agora querem vir aqui tirar essa p***a de mim ? Nem fudendo. Não demora muito e a Érica coloca o áudio. Áudio on — O negócio vai ser no sigilo, sem nenhuma emoção, as nossas informações estão sendo vazadas aí, tem algum espião aqui dentro, então essa informação é totalmente sigilosa, tem alguma informação nova ? Passa pra mim ou para o tenente, para mais ninguém — a voz masculina fala baixo em um sussuro, e na voz dava para perceber que o cara estava com medo — E como vai ser o negócio? — Nós vamos invadir a maré e o vidigal ao mesmo tempo, as 20h, o dono do vidigal mudou, e pelo o que estão falando ele é mais liberal, recebemos informações que é o mesmo dono da maré, então ele não vai poder estar no mesmo lugar e ao mesmo tempo, ele vai estar em algum dos morros, então se encontrarmos, teremos balas e podemos dizer que ele tentou nos matar — o filho da p**a era burro mesmo — E se o cara não estiver lá ? E se ele botar a cara nessa invasão ? — O dono mudou recentemente, ele vai botar a cara para proteger aquele muquifo, mas se ele não aparecer, e só metralhar algumas pessoas, e algumas casas, depois nós falamos que foram eles que nos obrigaram a fugir, divulgamos na imprensa, e eles ficam com a corda no pescoço, por que uma hora ou outra o novo dono irá aparecer — desgraçado do c*****o Áudio off Querem matar inocentes para que a gente pague o pato depois, filhos da p**a. — Bom é isso — Érica fala e tira o negócio da aba e todo mundo me olha. "Divulgamos na imprensa, e eles ficam com a corda no pescoço, por que uma hora ou outra o novo dono irá aparecer" — Então ? Você que decide, você é o dono agora — olho para o meu pai e suspiro — Eles querem divulgar não querem ? Então vamos divulgar, divulga essa p***a de conversa, que eu quero ver quem vai ficar com a corda no pescoço, se é nós ou eles — Eu consigo fazer um negócio privado e publicar nas redes, ninguém irá saber a fonte, e então querem que eu envie pra onde ? — Érica fala — Para todas as emissoras possíveis, você que sabe — falo e ela sorri pra mim e concorda Se eles queriam guerra nessa p***a, então é guerra que eles vão ter nesse c*****o.
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