bc

Esposa Substituta do Bilionário

book_age16+
355
FOLLOW
3.5K
READ
billionaire
dark
contract marriage
family
forced
opposites attract
friends to lovers
arranged marriage
curse
playboy
badboy
mafia
gangster
heir/heiress
drama
bxg
city
cruel
substitute
like
intro-logo
Blurb

Considerado o Bad Boy da família, Lucca Prado não é o melhor partido para mulher alguma.

Devido ao seu comportamento agressivo e imprevisível, sua família acredita que ele herdou o mesmo gene da loucura que destruiu sua mãe.

Após um longo período de internação, Lucca tem a chance de ter a sua liberdade de volta, mas, para isso, a família exige que ele se case com a herdeira de uma das famílias mais ricas do país.

Coryne Bellarosa.

Quando Coryne é incumbida de se casar com Lucca, ela o rejeita imediatamente.

— Mamãe, não posso me casar com um homem louco. Homens que são submetidos a tratamentos psiquiátricos ficam impotentes!

Para não sacrificar a felicidade da sua filha, a mãe de Coryne arma uma cilada para sua enteada.

Cincinat Bellarosa será a esposa substituta.

chap-preview
Free preview
Capítulo 1: Casamento Acorrentado
Cincinat A igreja estava vazia e fria, embora fosse verão. O documento estava sobre a mesa enfeitada com flores miúdas, e o padre aguardava pacientemente para me assistir cometer um pecado imperdoável. Aquele casamento não me pertencia. O vestido elegante que eu estava usando também não era meu, assim como o próprio noivo. Lucca Prado também não era o meu marido. Mas, assim como a minha mãe, eu era uma alma condenada. Fui condenada no dia em que ela se envolveu com um homem casado. Nasci do pecado, e agora cometeria o mesmo erro que ela, ocupar um lugar que não me pertencia. O desespero me atingiu quando vi um homem sendo levado por dois seguranças até o altar. Correntes grossas passavam pelo seu corpo. Ele era muito maior pessoalmente. A cabeça estava tombada para baixo, o cabelo comprido caía sobre o rosto, tornando-o ainda mais sombrio. Olhei para o padre, como quem suplica por misericórdia, mas ele sequer vacilou. Pensei em rezar, mas desisti... ninguém nunca me escutou. A cerimônia foi breve. — Sr. Lucca Prado, aceita a Srta. Coryne Bellarosa como sua legítima esposa? Tive a impressão de que ele levantou o rosto brevemente, e vi um sorriso perverso passar por seu semblante. Ou foi uma fantasia da minha cabeça? — Sim. — A voz grossa saiu desordenada. Ele parecia estar dopado, mesmo assim a aura de poder que pairava sobre ele era assustadora. Quão perigoso um homem precisa ser, para ter que ser contido por remédios e correntes de aço? — Srta. Coryne Bellarosa, aceita o Sr. Lucca Prado como seu legítimo marido? A pergunta reverberou na minha mente. Eu não sou ela. Eu não sou ela. Eu não sou ela. Se me passar pela minha meia-irmã no casamento dela, era o meu pecado. Lucca Prado, seria a minha penitência. — Srta. Coryne? — o padre repetiu a pergunta. Olhei para o homem diante de mim, sendo mantido de pé apenas porque dois homens o amparavam, e pensei comigo, até que ponto uma alma pode ser corrompida? A minha madrasta estava certa. Era apenas uma assinatura em um papel. Um casamento de fachada com um bilionário. Eu viveria uma vida confortável e jamais seria perturbada por ele. Dei um pequeno sorriso para o padre, feliz por ter um sacerdote como cúmplice do meu pecado, e respondi: — Sim. — Assine aqui. — Ele apontou para o “x” na folha e, apesar de ter treinado a assinatura de Coryne por dias, não tive tamanha ousadia. Coloquei apenas um “C” seguido pelo meu sobrenome. Afinal, eu também era uma Bellarosa. Cincinat Bellarosa. Agora, a esposa substituta. Ninguém fez questão de testemunhar o que aconteceu ali. Nem a minha madrasta, que articulou toda a situação, e me obrigou a entrar na igreja no lugar de Coryne, nem a família do noivo. Nenhum familiar apareceu. Afinal, tínhamos algo em comum, ambos éramos rejeitados. — Pode beijar a noiva. O quê?! Isso não fazia parte do acordo, eu apenas assinaria o papel. Minha mente gritava. Lucca levantou o rosto e murmurou algo para um dos seguranças. O homem imediatamente o soltou e abriu o cadeado da corrente que o prendia. O objeto caiu com um baque seco no piso sagrado. Recuei um passo, mas senti a mão fria e calosa segurar o meu pulso. A mão dele era firme, os nós dos dedos estavam machucados, e me recordei da fama de agressivo que ele tinha, motivo que o levou à cadeia diversas vezes. Meu corpo estremeceu de medo e, mesmo tentando me controlar, meus olhos se encheram de lágrimas. De forma inesperada, senti o seu polegar fazer um leve carinho no dorso da minha mão. Ele deu um passo na minha direção, e eu fechei os olhos com força, deixando as lágrimas que já estavam na borda caírem. Senti o toque frio dos seus lábios na minha testa e o sussurrar do nome de outra mulher. — Coryne... — Eu os declaro marido e mulher! — o padre finalizou. Lucca saiu na frente, os passos ainda vacilantes e os seguranças o escoltando. Quando ele já estava na porta, eu finalmente consegui me mover em direção à saída. Assim que cheguei do lado de fora da igreja, havia muito mais seguranças. Um deles me conduziu até um carro de luxo. — O Sr. Lucca irá em outro carro, mas fique tranquila. Sua segurança é a nossa prioridade. Eu assenti com a cabeça. A viagem foi longa, e eu estava exausta e atormentada. Quando o carro finalmente parou, fiquei impressionada com a construção, e entendi porque chamavam o lugar de "castelo". Lembrava um castelo gótico, bonito e sombrio, exatamente como o seu dono. Desci do carro, e logo uma moça jovem veio em minha direção. Ela era muito bonita, com longos cabelos loiros e um par de olhos azuis hipnotizantes. — As suas malas já estão no seu quarto! — ela me informou animada. — Poderia me mostrar onde é? Estou exausta... preciso descansar. — Sim, senhora. — A loira me guiava por uma escadaria rústica, tagarelando enquanto andava. — Gostaria de algo especial para o jantar, Sra. Coryne? — Não vou jantar! — respondi, ríspida. Ouvir o nome de Coryne era como um ta-pa na cara. Quão fundo um ser humano pode ir? Eu tentava me justificar, dizendo que havia um motivo muito forte para ter aceitado trocar de lugar com a minha irmã. Mas confesso que quando vi a foto de Lucca Prado, minha mente e principalmente o meu corpo foi despertado por ele. Errado. Proibido. E agora... desejado. Tirei o vestido de noiva e fui para o banho. Esfreguei o corpo até sentir a pele sensível, e uma ardência se espalhar pela superfície. Busquei uma camisola simples na minha mala, mas Coryne e a mãe fizeram questão de renovar todo o meu guarda-roupa. As minhas roupas simplórias não combinavam com a verdadeira Coryne. Optei por uma camisola de cetim preta e finalmente deixei meu corpo exausto cair na cama macia. Era tarde da noite quando ouvi alguém mexendo na maçaneta, mas eu havia trancado a porta. Prendi a respiração e fiquei imóvel na cama, apavorada. A porta se abriu. Não precisei abrir os olhos para saber que era ele. Lucca. Senti quando ele afastou a coberta e se deitou ao meu lado. Sua mão escorregou para a minha cintura e me puxou contra o seu corpo forte. Um choque percorreu o meu íntimo quando senti sua ere-ção atrás de mim. — Nós vamos ter um bebê, meu anjo...

editor-pick
Dreame-Editor's pick

bc

O Lobo Quebrado

read
121.8K
bc

Amor Proibido

read
5.4K
bc

De natal um vizinho

read
13.9K
bc

Sanguinem

read
4.3K
bc

Primeira da Classe

read
14.1K
bc

Meu jogador

read
3.3K
bc

Kiera - Em Contraste com o Destino

read
5.8K

Scan code to download app

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook