Cincinat Lucca estava tão perto de mim que era possível sentir o calor que emanava do corpo dele. Ele era enorme, não tinha como não me sentir intimidada apenas com a sua aproximação. Era demais, sufocante, perigoso... e, ao mesmo tempo, me despertava emoções proibidas. Eu não devia me sentir atraída por alguém tão frio e cru-el, mas o meu coração — ou seria o meu corpo — não se importava com isso. Eles não enxergavam o perigo, apenas os músculos bem definidos, expostos pela camiseta justa, as veias salientes do antebraço. As mãos grandes, perfeitas para acariciar o corpo de uma mulher. Durante a minha análise insana, consegui sair do estado de transe e perceber os nós dos dedos dele muito machucados, alguns machucados no braço e um pequeno corte no queixo. — Lucca... por que parece

