Capítulo 34: Não Existem Anjos No Inferno

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Cincinat — Meu anjo, esta noite você é minha. E não haverá uma testemunha sequer do meu descontrole! — Lucca… — seu nome saiu dos meus lábios com fraqueza, uma confissão da minha rendição. Ele deu um sorriso perverso. — O que foi, Cincinat? Perdeu o apetite? — olhei para o prato intocado diante de mim. — Eu… eu… estou sem fome — respondi, sem encará-lo. — Certo, vamos resolver isso! Ouvi o arrastar da cadeira e olhei para Lucca, que se aproximava de mim com passadas firmes. Ele agarrou a minha mão do seu jeito bruto, sem delicadeza nenhuma. Com passos trôpegos, tentei acompanhá-lo, mas, quando me viu tropeçando nos degraus da escada, ele me pegou no colo e me colocou sobre os ombros com uma facilidade surpreendente. — Me solte! — gritei. — E correr o risco de você quebrar o pé a

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