Capítulo 22: Mocinhos e Bandidos

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Cincinat Lucca recuou. Nosso romance tinha prazo de validade e acabaria no dia em que eu lhe desse um filho. Sem esperar, desci do carro e caminhei para o interior da igreja. Não demorou para que eu ouvisse os passos atrás de mim. — Olá, va-dia! Assim que me virei, senti o golpe em meu rosto. — Coryne... — Como tem coragem de entrar em uma igreja após beijar o meu marido? Se mamãe souber, ela vai acabar com você... Ela odeia amantes. — Eu... eu... — por mais que tentasse formular algo para dizer, não conseguia. Meu corpo inteiro tremia diante da jovem que, apesar de ter a mesma idade que eu, me intimidava. — A sua sorte, Cincinat... é que estamos em um lugar sagrado. Ou eu te daria uma surra que você jamais esqueceria! — sua voz adocicada era como uma música ru-im e torturante.

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